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Musa do Atlético Mineiro, Nicole Becker assume vício em sexo

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Foto: Reprodução / Redes Sociais

A modelo falou, ainda, sobre a necessidade de terapia e a dificuldade de namorar por conta de sua compulsão: “Seis vezes ao dia”

Musa do Atlético Mineiro, Nicole Becker, está com dificuldades de entrar em um relacionamento sério por conta de um motivo inusitado: seu vício em sexo.

Nicole revelou, em conversa com a coluna, que chega a fazer amor seis vezes ao dia quando se relaciona com um parceiro com disposição.

“Faço seis vezes ao dia. Eu tive um namorado que tinha essa disposição e como ele trabalhava em casa, era mais fácil. Mas a maioria dos homens foge. Até fazer duas vezes ao dia, para eles não é fácil. Mas acredito que vou encontrar alguém que combine comigo”, falou.

A musa refletiu sobre a necessidade de procurar ajuda profissional: “Penso em fazer terapia. Mas é tão bom. Para que mudar?. Quem sabe tenha só que adaptar e diminuir para a metade. Por enquanto não é algo que atrapalha minha vida”.

Fotos: Reprodução/ Instagram

Vício em sexo é real?

Uma pessoa que gosta muito de sexo e tem a vida sexual ativa pode se autointitular viciada e até se vangloriar por isso. Afinal, exibir saúde mental e sexual é o auge do bem-estar hoje em dia.

Muitas manchetes, inclusive as que abordam a vida íntima de famosos, carregam o termo “vício em sexo”. Mas será que essa dependência é real? E mais: como saber se você tem um comportamento sexual compulsivo?

De acordo com um artigo publicado no site Insider, os impulsos sexuais compulsivos são objeto de pesquisa científica e podem ser tratados medicamente quando necessário. Mas vale lembrar que o vício em sexo não é como a dependência em drogas, tampouco como o alcoolismo. O corpo não anseia fisiologicamente por sexo.

Detalhes do estudo

O artigo pontua que, apesar de não causar uma dependência, a liberação de dopamina e os sentimentos que uma pessoa associa à atividade sexual podem fazer com que o anseio por sexo cresça. Isso é conhecido como um comportamento sexual compulsivo, que é quando alguém tem uma quantidade excessiva de fantasias, impulsos e comportamentos sexuais.

Quando se trata de excessos, seja de masturbação, seja de sexo, os especialistas entrevistados pela Pouca Vergonha sempre ressaltam que a questão só chega a ser um problema quando causa sofrimento ou interfere na rotina do indivíduo.

Vale ressaltar que muitas pessoas que se rotulam como viciadas em sexo não têm níveis anormais de atividade sexual consensual.

De acordo com Gail Saltz, professora de psiquiatria do Hospital Presbiteriano Weill-Cornell School of Medicine de Nova York, “o envolvimento em comportamentos sexuais desencadeia a dopamina, um hormônio que ativa o neurocircuito de recompensa do cérebro”. Resumindo: quando algumas pessoas param de fazer sexo, elas querem mais, uma vez que a prática é gratificante.

Mas, segundo Saltz, esse sentimento é normal. Da mesma forma, viciados em sexo autoidentificados podem ansiar por certos comportamentos sexuais consensuais quando param de se envolver neles, mas esses sentimentos não são os mesmos que um vício fisiológico de substâncias como drogas e álcool.

O vício em drogas e álcool acontece porque essas substâncias alteram a função cerebral até o ponto em que o cérebro deixa de apenas querer a substância para precisar dela.

Identificando o problema

Como já pontuado, a partir do momento em que o tesão gera sofrimento para os envolvidos, é preciso procurar um especialista. A Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece vários distúrbios de comportamento sexual, incluindo desejo sexual excessivo e transtorno de comportamento sexual compulsivo. No entanto, há uma linha tênue entre ser altamente ativo e ter um distúrbio sexual.

Se uma pessoa está fazendo muito sexo consensual e isso não está afetando seu trabalho ou relacionamento, por exemplo, o comportamento não é considerado uma disfunção. “O comportamento sexual compulsivo torna-se um transtorno quando prejudica o funcionamento de uma pessoa e a impede de viver a vida que deseja”, alerta a especialista.

Terapias e medicamentos estão entre os tratamentos para o comportamento compulsivo.

 

 

 

 

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