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Espírito Santo

Menina de 12 anos é agredida duas vezes por não passar cola em escola do ES

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Reprodução: Internet

Uma menina de 12 anos foi agredida por ter se recusado a passar cola para colegas durante prova em uma escola estadual de Cachoeiro do Itapemirim, Sul do Espírito Santo. Ela foi cercada depois da aula por outras estudantes, que desferiram socos, chutes, tapas e puxões de cabelo. A agressão ocorreu na última sexta-feira (19) e nesta terça (23) aconteceu novamente. As informações são de Tribuna on line.

Imagens repercutem a confusão na internet e o motivo da briga foi informado pela mãe da aluna, que solicitou para que duas não sejam identificadas na reportagem. Em seu relato, contou que briga começou ainda dentro da unidade de ensino, localizada no bairro Coronel Borges, depois que a filha se recusou a passar cola para as demais colegas.

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As estudantes, segundo a mãe da vítima, alegaram que a jovem estava debochando e teria dito que, se elas quisessem tirar boa nota na prova, “deveriam ter estudado”. Ela acrescentou que 10 meninas se juntaram para bater em sua filha.

“Juntaram 10 meninas para surrar minha filha. Elas falaram que minha filha estava debochando delas, falando para elas estudarem mais para conseguir boas notas”.

Mas, segundo a mãe, esse não seria o motivo. De acordo com ela, a filha estava recebendo ameaças desde a primeira agressão no dia 19.

Em conversa com a direção da escola, a mão disse que foi informada que quatro alunas que participaram da agressão foram expulsas da unidade, mas soube também que as outras seis permaneciam.

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Ela, então, solicitou a convocação de uma reunião com os responsáveis pelas estudantes que bateram em sua filha, mas o pedido teria sido recusado pela diretora.

Quatro dias depois da primeira agressão, nesta terça-feira, a menina foi novamente atacada, rasteiras, socos e puxões de cabelo. Pior, sofreu ameaças e, disse a mãe, é alvo de maldizeres nas redes sociais em uma página de fofocas criada para injuriá-la.

“Registrei ocorrência na polícia. Essa página é para difamar e falar mal dela”.

Ainda de acordo com a mãe da garota, a filha sempre conviveu com a implicância das colegas de turma, mas não com a gravidade dos últimos acontecimentos, sem violência física, apenas palavras. O motivo, de novo, seria as alunas a considerarem “debochada”.

“Minha filha disse que elas sempre implicaram com ela, mas nunca tinha chegado a esse ponto, era só com palavras”.

O que diz a Sedu

Em nota enviada à reportagem, a Secretaria de Estado da Educação (Sedu) explicou que, mesmo o fato tendo acontecido fora do ambiente escolar, as medidas cabíveis foram tomadas, conforme o Regimento Escolar. A pasta informou também que as alunas foram ouvidas e, a pedido, transferidas para outras unidades.

De acordo com a Secretaria da Superintendência Regional de Educação (Ser), vinculada à Sedu e responsável pelo comunicado, fazem parte do cronograma de atividades pedagógicas multidisciplinares desenvolvidas na rede estadual de ensino sobre respeito ao próximo, bullyng e outros temas relacionados à vida estudantil.

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O que diz a polícia e o conselho tutelar

A Polícia Militar informou que o Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes) recebeu informações de agressões praticadas por alunos de uma escola a uma menina no bairro Coronel Borges, na tarde do dia 19 de agosto. No local, a equipe soube que as envolvidas já tinham ido embora. Elas não foram encontradas.

Nesta quarta (24), a Polícia Civil informou que um boletim de ocorrência foi registrado e que a mãe da vítima seguia na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e Adolescente e Idoso (DPCAI) do município.

Ainda segundo a Polícia Civil, a menina fez exame de corpo de delito. Ela e a mãe prestarão depoimento sobre o assunto ainda durante esta semana. Ainda segundo a nota da PC, duas agressoras, menores de idade, não estão mais matriculadas no colégio.

O Conselho Tutelar de Cachoeiro de Itapemirim revelou que acompanha o caso e que não divulgará, por enquanto, quaisquer informações.

 

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