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Slow sex | O que é transar “lento” para explorar outra conexão na cama

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Getty Images

Já ouviu falar de sexo “lento”? O termo, que vem do inglês slow sex, é um tipo de prática sexual que se baseia em transar sem pressa, levando o seu tempo e tendo plena consciência do que está ocorrendo em todos os momentos.

A sexóloga Gabriela Benvenutti destaca que, no slow sex, o objetivo principal não é o orgasmo, mas intensificar as sensações, o prazer, sem o objetivo único de gozar e sim de explorar essa conexão entre os envolvidos.

“É sobre desenvolver uma conexão mais aprofundada com esse parceiro. Por exemplo, quando você já está em uma certa monotonia no relacionamento e já desenvolve um certo modus operandi que é sempre do mesmo jeito, essa é uma boa possibilidade de testar novas sensações”, explica a profissional.

Além disso, no sexo lento, o objetivo principal não é o orgasmo. Por isso, segundo a sexóloga, o foco também não é na penetração, no sexo oral ou mesmo na masturbação, formas de prazer já conhecidas, e sim, em novos toques e sensações.

“A ideia é explorar o corpo, explorar as sensações, ter muito beijo, ter muito toque, evitando as áreas onde a gente já conhece os estímulos. Porque, se você sabe que sua parceria vai gozar com tal movimento ou de tal jeito, você vai estar praticando a mesma receita e não é esse o objetivo do slow sex”, aponta.

Fugir das receitas

“A ideia é fugir dessas receitas que já são um caminho conhecido. E apesar de poder ter mão, de ter toque, no todo, é sobre fugir dos mesmos estímulos. Masturbação, sexo oral, penetração são substituídos por novas possibilidades de conhecimento”, salienta Gabriela.

A sexóloga sugere o uso de uma vela aromática, de venda, para explorar sensações, como o quente e frio. “Precisa ser um jogo sensorial, porque o sexo bom é quando você tem essa ideia da suspensão do tempo, quando o que está além do quarto ou de onde vocês estiverem tendo a interação desaparece e vira só ali o casal.”

Toque com consciência

Gabriela reforça que essa ideia de “suspensão do tempo” vem junto com a entrega do prazer. “Essa entrega pode ser feita de várias formas. Especialmente para a mulher, esse toque consciente do corpo, essa ideia de que a pele é o maior órgão sexual que a gente tem e que ele deve ser explorado, isso tem um potencial orgânico gigantesco.”

Isso porque, apesar de o objetivo principal não ser o orgasmo, o prazer intenso ainda ocorre com a exploração do corpo. “O slow sex é uma ótima oportunidade para que os casais se reconectem buscando outras possibilidades sem necessariamente envolver outras pessoas e saírem da rotina.”

A ideia é conexão

A ideia, segundo a profissional, é que ocorra a conexão sem focar nos lugares já conhecidos. Depois é possível ter formas mais “tradicionais” de prazer, como a penetração e o sexo oral.

“O objetivo é priorizar a pele como contato. Então vale explorar o corpo, não um ponto só, e entender uma conexão de corpo, de cheiro, de pele, de momento e de dedicação”, acrescenta.

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