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Meio Ambiente

Período de defeso do caranguejo-uçá começa no dia 10 de janeiro no ES

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Trata-se da fase de reprodução da espécie. Captura e comercialização ficam proibidas nestas épocas: são quatro períodos de ‘andada’ no ano.

O primeiro período de defeso da espécie Ucides cordatus, popularmente conhecido como caranguejo-uçá, começa no dia 10 de janeiro e vai até o dia 15 do mesmo mês no Espírito Santo. Com isso, está proibida a sua captura, a manutenção em cativeiro, o transporte, o beneficiamento, a industrialização, o armazenamento e a comercialização.

Também está proibida a comercialização das partes isoladas (quelas, pinças, garras ou desfiado), durante os dias de “andada”. De acordo com o calendário estabelecido pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), há quatro períodos de defeso e o encerramento se dá no mês de abril.

“Durante o período de defeso, a comercialização só está permitida para o caranguejo em estoque e devidamente autorizado. Entende-se por manutenção em cativeiro o confinamento artificial do caranguejo vivo em qualquer ambiente no Estado do Espírito Santo”, explica o agente de desenvolvimento ambiental e recursos hídricos, Anderson Ferrari.

A “andada” é o período reprodutivo em que os caranguejos machos e fêmeas saem de suas tocas e andam pelo manguezal para acasalamento e liberação de ovos.

A fiscalização se dá em cada município, mediante constatação técnica pelo órgão municipal responsável pela gestão ambiental. No município não produtor do caranguejo-uçá, deverá ser respeitado o calendário de andada na região de origem do produto, acompanhado de guia ou documento oficial para transporte e comercialização. Os infratores às regras estão sujeitos às penalidades e às sanções previstas na Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.

Confira os períodos do defeso do caranguejo-uçá em 2020:

  • 1º Período: de 10/01/2020 a 15/01/2020;
  • 2º Período: de 09/02/2020 a 14/02/2020;
  • 3º Período: de 09/03/2020 a 14/03/2020;
  • 4º Período: de 07/04/2020 a 12/04/2020.

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Meio Ambiente

Gincana retira mais de 215 mil tampinhas plásticas do meio ambiente

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A ação é realizada desde 2017 pelo Sindiplast-ES com o objetivo de estimular a consciência ambiental entre estudantes da rede Sesi-Senai

Mais de 1,5 toneladas de tampinhas plásticas foram recolhidas do meio ambiente durante a gincana Tampinha Legal, promovida pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (Sindiplast-ES), em parceria com a Findes e a rede escolar Sesi-Senai. A quantidade equivale a 215.555 unidades do produto. As tampinhas serão negociadas com uma empresa de reciclagem e o valor doado para o Instituto Goiamum, que atua na recuperação e preservação do meio ambiente, além de difundir a educação ambiental com a sociedade.  

Os vencedores da competição foram o Centro de Educação Básica e Profissional Henrique Meyerfreund, do Sesi Civit, que arrecadou 227,8 kg do material, e o Centro de Educação Profissional Helcio Rezende Dias, o Senai Araçás, que recolheu 116.820 kg. Eles foram anunciados no dia 28 de outubro, na solenidade de abertura da 12ª Semana do Plástico, na Findes.

O Tampinha Legal é o maior programa socioambiental de caráter educativo do segmento do plástico da América Latina. Foi lançado nacionalmente em 2016, e trazido para o Estado pelo Sindiplast-ES como gincana, em 2017. Em três anos, já foram recolhidas mais de 4 milhões de tampinhas pelos participantes da competição. A iniciativa deu tão certo, que já faz parte das ações pedagógicas das unidades da rede de ensino Sesi-Senai, com a coleta de tampinhas sendo realizada durante todo o ano pelos alunos.

“Cada turma ficou responsável por coletar as tampinhas e divulgar para a comunidade escolar a importância do projeto que vai além da reciclagem. A competição saudável entre os estudantes contribui de maneira significativa para a conscientização de que o plástico não é um inimigo da sociedade, e que seu uso consciente e sua reutilização fazem toda diferença para a sociedade”, destaca o diretor do Centro de Educação Profissional Helcio Rezende Dias, o Senai Araçás, Gilberto Menezes.

A gerente regional responsável pelo Sesi Civit, Poline Fernandes Fialho, ressalta que os alunos contaram com o apoio da comunidade do entorno. “Eles se organizaram por conta própria e distribuíram informações no comércio da região para fazerem a coleta das tampinhas”, comenta.

Tampinhas recolhidas formam montanha plástica na Escola Senai do Plástico

O produto arrecadado durante a gincana Tampinha Legal está concentrado na Escola Senai do Plástico. Quem passa pelo local, já observa a montanha de plásticos que se formou e que agora será novamente matéria-prima para a indústria do setor após a reciclagem.

O presidente do Sindiplast-ES, Jackley Maifredo, destaca que no Espírito Santo, as indústrias de Transformados Plásticos que praticam a economia circular são capazes de retirar toneladas de resíduos plásticos por ano do meio ambiente, reinserindo o material na cadeia produtiva em forma de novos produtos.

“O incentivo à prática da economia circular e o consumo consciente são pautas defendidas e trabalhadas pelo Sindiplast-ES no Espírito Santo. Acreditamos que o caminho para o desenvolvimento sustentável não está imagem do plástico como vilão, mas sim na educação ambiental e no incentivo à indústria de reciclagem”, afirma.

Jackley Maifredo acrescenta que a parceria do Sindiplast-ES com o Instituto Goiamum, por meio da doação do valor arrecadado com a venda das tampinhas recolhidas na gincana, visa impulsionar o trabalho da Organização Não Governamental (ONG) nos processos de educação ambiental e de gestão de recursos naturais. 

Segundo o fundador e ambientalista do Instituto Goiamum, Iberê Sassi, a organização foi a primeira ONG do Estado a defender a questão do descarte correto do plástico. “Vamos continuar trabalhando na questão da limpeza dos mares, mas também promover ações de educação ambiental para que o plástico seja destinado aos locais corretos”, finaliza.

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