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Já ouviu falar em ‘macrofilia’? Conheça o fetiche por gigantes

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O fetiche é pouco comum ou conhecido, mas tem seus adeptos Imagem: Getty Images

O universo dos fetiches sexuais é vasto e repleto de desejos inusitados, muitos dos quais permanecem pouco conhecidos. Entre eles, existe a excitação causada pela ideia de um parceiro com proporções gigantescas. Esse desejo, em geral mais comum entre homens, está frequentemente ligado à fantasia de submissão e ao fascínio pela diferença extrema de tamanho. O tesão pelo “gigantismo” no sexo tem nome: macrofilia.

Não é um fetiche descrito como muito comum, mas podemos pensar em vivências que se cruzam. Algumas linhas desse fetiche se cruzam com atos presentes no BDSM e no trampling, nome do fetiche de homens que querem ser pisados por mulheres.

Fetiche por gigantes é pouco conhecido
Uma pesquisa feita com 2.700 pessoas com exclusividade para Universa pelo Sexlog, site de relacionamento com conteúdos sexuais, revelou que 83% de seus usuários não sabem o que é macrofilia.

Entre aqueles que disseram conhecer a macrofilia, 12,5% afirmam praticar e gostar bastante. O lado mais interessante dos dados sobre o comportamento sexual do brasileiro é perceber a diversidade de desejos e fetiches que fazem parte da vida das pessoas sem que nos demos conta. É importante ter acesso a essas novas informações, que surpreendem, mas também permitem um debate mais profundo sobre a natureza humana.

Como gigantes não existem, os adeptos ao movimento buscam alguns conteúdos que geram ilusão de ótica na internet. Homens também podem buscar mulheres mais altas, que estejam de salto, para criar essa ideia de estatura maior. Fora isso, é comum, hoje em dia, o uso de realidade artificial e conteúdos produzidos em sites que, em geral, usam o posicionamento de câmera para deixar a pessoa maior.

Na vida a dois
Quando se tem um fetiche que é tão difícil de realizar é importante ficar atento em dois pontos: como não deixar que esse desejo impacte de forma negativa sua vida sexual e como falar com isso com seu parceiro. Afinal, tudo relacionado a sexo e fetiche tem que ser bem conversado. A melhor forma de abordar o assunto é a partir de algum material que debata o desejo em questão. Se você teve acesso a uma reportagem ou conteúdos online, mostre para pessoa, tentando explicar como se sente.

Manter a mente aberta é fundamental para construir um espaço seguro de diálogo e experimentação. Na pesquisa citada, 24% dos entrevistados disseram que gostariam de experimentar a macrofilia. Se houver interesse mútuo, truques como jogos de perspectiva, posicionamento corporal e até mesmo acessórios podem contribuir para trazer a fantasia para a realidade.

Quando se torna um problema
Assim como qualquer fetiche, a macrofilia pode ser vivida de forma saudável quando não interfere negativamente na rotina e nos relacionamentos. No entanto, se o desejo se torna uma obsessão a ponto de prejudicar a vida sexual ou social da pessoa, é importante buscar ajuda profissional.

Se a pessoa deixa de se satisfazer com o sexo convencional, negligencia obrigações diárias para consumir apenas conteúdos relacionados ao fetiche ou passa a sentir sofrimento por não conseguir realizá-lo, esse desejo pode estar se tornando um problema. Nesses casos, um acompanhamento terapêutico pode ser necessário.

Independentemente do tipo de fetiche, o mais importante é a disposição para dialogar, respeitar os limites do parceiro e entender que a sexualidade é um campo vasto, onde a troca e o consentimento são sempre as chaves para uma experiência prazerosa e satisfatória.

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