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Golpe milionário | Família perde quase R$ 400 mil na compra de caminhonete no ES

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Foto: Polícia Civil/ Divulgação

Uma negociação que parecia comum virou um verdadeiro labirinto de enganos. Uma família do Espírito Santo perdeu cerca de R$ 397 mil ao cair em um golpe durante a compra de uma caminhonete, após criminosos criarem uma teia convincente de falsos contatos e documentos.

Como o golpe foi montado

De acordo com o delegado Erick Lopes Esteves, responsável pelas investigações, tudo começou com um anúncio de venda na internet. O suposto vendedor alegava possuir uma carta de crédito e ofereceu intermediar o negócio por meio de um “corretor de confiança”.

O detalhe crucial:
o telefone desse corretor havia sido clonado, e os criminosos passaram a se comunicar com a vítima usando identidade legítima.

A encenação foi além. O golpista:

  • Indicou uma negociação aparentemente segura
  • Permitiu que a vítima escolhesse outro veículo real, em uma concessionária
  • Intermediou o contato com o vendedor verdadeiro
  • Enviou documentos que pareciam autênticos

Nesse ponto, a situação já parecia sólida como concreto… mas era areia movediça.

O momento da fraude

Mesmo com o veículo faturado, não houve transferência de propriedade. Paralelamente, o criminoso também clonou o telefone do vendedor e manteve o contato com a vítima por outro número.

Convencida pela aparente legitimidade de todo o processo, a família realizou as transferências — que foram desviadas para diversas contas ligadas ao grupo criminoso.

Investigação e operação policial

A Polícia Civil do Espírito Santo identificou que o esquema tem base no Rio de Janeiro e já teria movimentado cerca de R$ 25 milhões.

Durante a operação:

  • Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão
  • Contas bancárias e bens foram bloqueados
  • Um suspeito, que já tinha mandado de prisão em aberto, foi preso

Como não cair em golpes assim

Esse tipo de crime funciona como um teatro bem ensaiado, onde cada detalhe é pensado para gerar confiança. Para não virar vítima:

  • Desconfie de intermediários indicados pelo próprio vendedor
  • Confirme contatos por canais oficiais (não apenas WhatsApp)
  • Nunca faça transferências antes da confirmação formal da propriedade
  • Prefira negociações presenciais e com documentação validada diretamente

No fim, o golpe não começa com pressa… ele começa com confiança. E é exatamente aí que mora o perigo.


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