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Agricultura

Zarc Plantio Certo é atualizado e traz cultivares para cada região

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O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo ganhou uma nova versão. A partir de agora, o usuário passa a ter acesso também às cultivares registradas para dez culturas: amendoim, arroz, cevada, girassol, mamona, milho, soja, sorgo, trigo e feijão.

Zarc Plantio Certo foi lançado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em junho, com o objetivo de tornar mais prática e fácil a consulta às informações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Antes, as tabelas eram divulgadas somente em portarias publicadas no Diário Oficial da União ou no site do Ministério.

A inclusão da lista de cultivares foi uma das principais sugestões apontadas pelos próprios usuários desde o lançamento da ferramenta. “Para que um aplicativo possa ser amplamente utilizado, é fundamental estar atento às demandas dos usuários e atualizá-lo periodicamente para que incorporem novas funcionalidades”, ressalta a chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, Silvia Massruhá.

Além de consultar as janelas de plantio em que há menor chance de frustração de safra devido a eventos climáticos adversos para mais de 40 culturas, em todos os municípios brasileiros, o aplicativo oferece agora a lista das cultivares registradas no Registro Nacional de Cultivares (RNC), consideradas aptas a cada localidade. 

A lista está organizada a partir das instituições detentoras das cultivares e oferece informações sobre as principais características agronômicas cadastradas no RNC, como por exemplo a produtividade potencial, o tempo de maturação e a floração. A novidade permite ao produtor ter em mãos informações qualificadas sobre duas variáveis importantes no momento de planejar o plantio: o risco climático e o material genético mais adequado.

“Vale lembrar que o atendimento às recomendações do Zarc é obrigatório para o agricultor acessar os recursos do Programa de Garantia de Atividade Agropecuária (Proagro), do Proagro Mais, destinado à agricultura familiar, e do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), e muitas instituições financeiras estão concedendo o crédito rural com base no zoneamento”, afirma o diretor do Departamento de Gestão de Riscos, Pedro Loyola. 

O aplicativo foi desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária, responsável pela coordenação da Rede de Pesquisa que atua na execução do Zarc. A nova versão já está disponível gratuitamente na loja de aplicativo dos celulares.

Leia mais:  Brasil vai importar 750 mil toneladas de trigo por ano com alíquota zero

 >> Acesse aqui o aplicativo

* Com informações da Embrapa Informática Agropecuária

Informações à imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
[email protected]  

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Agricultura

No Banco Mundial, em Washington, ministra apresenta resultados do ABC Cerrado

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Ao participar de painel no Banco Mundial sobre a experiência brasileira com a agricultura de baixo carbono, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) apresentou os resultados do programa ABC Cerrado. Segundo a ministra, a ideia é levar a mesma proposta exitosa para outras regiões do Brasil. 

No discurso no Banco Mundial, a ministra também ressaltou que o Brasil conta com uma das legislações ambientais mais exigentes do mundo, lembrando o Código Florestal e falou sobre seus desafios na pasta. “Quando assumi o Ministério da Agricultura, no início deste ano, estabeleci uma agenda estratégica baseada em três desafios que serão endereçados nos próximos anos: governança fundiária, inovação tecnológica e qualidade sanitária. Desafios estes fundamentais para atuar como um tripé para a produção sustentável”, disse a ministra. 

Confira o discurso da ministra no Banco Mundial

AgroNordeste

Pela manhã, em coletiva à imprensa, a ministra disse que irá buscar apoio do Banco Mundial e do BID para o desenvolvimento do programa AgroNordeste. “O Banco Mundial que já tem vários projetos exitosos no Brasil e com o Ministério da Agricultura agora também nos animaram a fazer essa visita para que a gente dê prosseguimento a essa agenda, que acredito que possa ser uma agenda exitosa. Vamos tratar de temas que envolvem questões sociais, questões produtivas e questões ambientais junto a esse projeto do Agronordeste”, disse a ministra nesta segunda-feira.

A ministra ressaltou que o apoio aos pequenos agricultores é um dos principais eixos do Ministério da Agricultura. “Esse é um dos grandes desafios que o Ministério tem para esses quatro anos, que é colocar esse segmento do pequeno agricultor, da agricultora familiar e dos assentamentos na zona produtiva e incorporá-los ao segmento produtivo. Hoje existe uma diferença muito grande entre a agricultura comercial e a pequena agricultura, então essa é uma grande preocupação nossa à frente do Ministério da Agricultura”, disse.

Leia mais:  Negociação para exportar bovinos vivos foi acertada com Arábia Saudita

O AgroNordeste é um plano de ação para impulsionar o desenvolvimento econômico, social e sustentável do meio rural da região. O programa será implantado em 2019 e 2020 em 230 municípios dos nove estados do Nordeste e parte de Minas Gerais, divididos em 12 territórios, com uma população rural de 1,7 milhão de pessoas.

A ministra informou também que nos encontros com o Banco Mundial e o BID irá tratar de um projeto semelhante ao AgroNordeste para a Região Norte do Brasil, o AgroNorte, e que terá como um dos eixos a regularização fundiária, um dos principais problemas da região. “É um problema [questão fundiária] que nos preocupa muito, porque a base para você poder levar prosperidade, projetos que possam colocar as pessoas na vida produtiva e dignidade, tem que começar com o primeiro pilar que é a regularização fundiária”, disse.

Tereza Cristina voltou a destacar que os produtos agropecuários brasileiros que vão para exportação não estão na Amazônia. “A agricultura brasileira que exporta está no Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país. Essa agricultura não tem nada a ver com a Amazônia”, afirmou. “Isso não é agricultura [desmatamento ilegal]. Agricultura brasileira é para quem tem título, está produzindo sob o regime do Código Florestal, que é lei no Brasil. Quem estiver fora disso, está fazendo ilegalmente”, acrescentou.

Observatório

A Delegação do Ministério da Agricultura participou nesta segunda-feira de reunião com o Observatório da Agricultura do Banco Mundial. Na ocasião, foram apresentadas as metodologias e os dados que servem de base para análises de possíveis impactos do clima na produção agrícola mundial.

Este ano, o Mapa inaugurou o Observatório da Agropecuária para integração e análises dos dados sobre o setor. Foram discutidas estratégias de cooperação entre os dois Observatórios para intensificar o intercâmbio de dados que contribuam com a efetividade de políticas públicas para a agricultura brasileira.

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Além da ministra, participaram da reunião os secretários de Comércio e Relações Internacionais, Embaixador Orlando Leite Ribeiro, de Política Agrícola, Eduardo Sampaio, e de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Fernando Camargo.

Agenda 

A agenda da ministra Tereza Cristina nos Estados Unidos inclui também reuniões no Instituto Brasil do Wilson Center, além do encontro com o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue. Entre os temas do encontro está a suspensão das importações de carne bovina brasileira in natura pelos Estados Unidos.

A ministra pretende esclarecer os questionamentos dos americanos sem a necessidade de uma nova missão técnica ao Brasil. Tereza Cristina também pretende levar a Perdue questões como as cotas para o etanol, a abertura do mercado para o trigo e a cooperação entre os países do AG-5 (Estados Unidos, Brasil, Canadá, Argentina e México).

Informações à imprensa
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