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Xadrez vira prioridade de investimento esportivo para o governo federal

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O governo federal anunciou investimento no xadrez
Reprodução/ Governo do Estado de S. Paulo

O governo federal anunciou investimento no xadrez

O xadrez será um esporte que ganhará investimento especial do governo federal nos próximos anos. O anúncio foi feito na noite desta quinta-feira (10) pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra, durante a abertura do Aberto do Brasil Terra Viva, em Brasília.

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Classificado como esporte da mente, o jogo de xadrez está presente no Brasil desde a década de 1920 e a Confederação Brasileira de Xadrez é a responsável por regulamentar o investimento em campeonatos oficiais e amadores do país.

Durante o evento, o ministro Osmar Terra exaltou os benefícios de jogar xadrez e salientou que o governo aumentará o suporte financeiro no esporte. “O xadrez vai entrar para a prioridade dos esportes brasileiros. Vai ter aporte de recursos públicos”.

E completou. “É um esporte que desenvolve habilidades matemáticas, aprimora o raciocínio lógico, auxilia a pessoa a prever acontecimentos e ter a soluções para problemas. É completo nesse aspecto, porque também ajuda na formação de disciplina, na focalização”, disse Terra.

No Campeonato Brasileiro de Xadrez, realizado desde 1927, a paulista Juliana Terao é tricampeã. A nível internacional, o Brasil não conta com nenhuma mestre de xadrez entre os 100 maiores do ranking da FIDE – Federação Internacional de Xadrez.

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A ideia é incentivar as competições nas escolas, nos municípios e nos estados do Brasil. O futuro secretário especial dos Esportes , Marco Aurélio Vieira, também comentou sobre os novos rumos do esporte brasileiro.

“Nossa ideia é fazer uma revisão do planejamento estratégico para incluir esportes que não vinham tendo a devida atenção dos brasileiros, notadamente os da mente, os eletrônicos e os radicais. O foco vai ser um equilíbrio entre o que é esporte de alto nível e o que é educacional e de lazer”, comentou o secretário.

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São considerados jogos da mente o xadrez, o bridfge, damas, go e pôquer. Essas modalidades tem um campeonato próprio, os Jogos Mundiais de Esportes Mentais, que teve sua primeira edição em 2008.

Já os esportes eletrônicos, conhecido também como E-sports tem crescido no Brasil nos últimos anos. Com competições transmitidas pelos canais a cabo e em grandes ginásios, as premiações das competições de esportes eletrônicos já chegaram na casa dos milhões.

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O que você espera sobre o investimento do Governo Federal em jogos da mente, como o xadrez?

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
reprodução / Twitter

O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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