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Volvo lança XC90 T8 R-Design e prepara mais novidades

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Volvo XC 90 R-Design azul no meio da paisagem
Divulgação

Volvo XC90 R-Design tem itens exclusivos, como as rodas de aro 22, a grade frontal e os para-choques redesenhados

A Volvo planeja de tornar seus modelos eletrificados responsáveis por metade das suas vendas globais até 2025. A versão T8 R-Design do SUV de luxo XC90 é um dos carros que entram nessa conta e acaba de chegar ao Brasil. O carro vem com apelo esportivo e tem o Range Rover Velar como principal alvo.

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Com preço sugerido de R$ 429.950, o Volvo XC90 T8 R-Design chega com o máximo de equipamentos que a marca sueca pode oferecer e, mesmo assim, mais em conta que o rival da marca inglesa topo de linha, cotado em R$ 487 mil. Entre os itens exclusivos da nova versão há rodas de aro 22, detalhes de fibra de carbono e revestimento de couro nobuck no interior.

O carro também vem equipado com motor 2.0, turbo, que gera 320 cavalos e 40,8 kgfm de torque, movendo as rodas do eixo dianteiro. E a traseiras ficam acopladas ao elétrico, de 87 cv e 24,5 kgfm, somando 407 cv, potência suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos, nada mau para um SUV de 2.319 kg. Toda essa disposição também tem como aliada a suspensão a ar, controlada eletronicamente, conforme as mais variadas circunstâncias.

Entre uma série de outros itens, o XC90 R-Design também vem equipado com sistema de som de alta-fidelidade, desenvolvido em parceria com a Bowers & Wilkins, de 1.400 watts, 19 alto-falantes e software de processamento de áudio que simula uma série de ambientes, entre os quais a sala de concerto da Orquestra Filarmônica de Gotemburgo, na Suécia.

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Rodando pela estrada, o que mais impressiona ao volante do XC90 R-Design é o silêncio absoluto e a sensação de segurança que o carro transmite. Há como escolher por 6 modos de condução diferentes: AWD (tração integral), Pure (elétrico, até 120 km/h), Hybrid, Power (força de ambos os motores), Off-road (fora do asfalto) e Indiviual (personalizado).

O único ponto que precisa melhorar é a ergonomia, por conta de vários comandos estarem concentrados na tela central, o que exige um certo tempo de adaptação para não se perder diante de tantas funções. A Volvo já sabe disso e já trabalha em uma nova central mais fácil de ser usada. Em contrapartida, a projeção das principais informações dos instrumentos no para-brisa facilita a vida do motorista.

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Na hora de estacionar, o que impressiona é a imagem do carro visto de cima, bem como o sistema que faz o carro se encaixar sozinho em vagas de estacionamento. Além disso, a lista de itens de segurança é longa e inclui piloto automático adaptativo, que mantém distância constante do carro da frente, acelerando e freando sozinho. E ainda o monitoramento que traz o carro de volta para dentro da faixa, o que pode ser útil no caso dos motoristas desatentos ou com sono.

Depois do Volvo XC90 R-Design


Volvo S60 da nova geração em exposição no shopping JK Iguatemi, em São Paulo
Carlos Guimarães/iG

Volvo S60 Polestar chegou a ser exposto no Shopping JK, em São Paulo. Sedã chega ao Brasil em agosto, em três versões

 Em agosto, a Volvo lança no Brasil a nova geração do sedã S60, em três versões, segundo apurou a reportagem de iG Carros. A que ficará com a maior parte da vendas, deverá ser a T4, também conforme descobrimos. O carro chegará para concorrer com BMW Serie 3, Mercedes Classe C, Audi A4 e companhia. Assim como outros modelos da marca sueca, deverá ter preço bem competivo.

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O novo sedã S60 será um refresco diante de tantos lançamentos de SUVs. Mas, em meados de 2020, a Volvo terá outra novidade no terreno dos utilitários esportivos. Trata-se do XC40 totalmente elétrico, que passará a concorrer com o Audi E-Tron, cujo lançamento está confirmado pela marca alemã para o segundo semestre.

Fonte: IG Carros
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Renault Zoe 2019: primeiras impressões do modelo elétrico na cidade

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Renault Zoe
Cauê Lira/iG Carros

O Renault Zoe parte de R$ 149.990 em sua versão única, Intense. Seus rivais são Chevrolet Bolt e Nissan Leaf

Já andei em uma boa variedade de veículos elétricos nos últimos anos, entre os quais posso enumerar Chevrolet Bolt , Nissan Leaf e Fiat 500e. O Renault Zoe permanecía como incógnita, mesmo sendo um dos carros eletrificados mais vendidos na Europa. Apresentado no Salão do Automóvel 2018, o modelo já emplacou mais de 20 unidades no Brasil, e a marca francesa está muito interessada em finalmente consagrá-lo por aqui.

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Uma das estratégias para o Renault Zoe inclui o lançamento de uma nova plataforma de car-sharing que, inicialmente, será utilizada por funcionários do projeto Cubo, do Itaú. Trata-se de um grupo de start-ups erradicadas na zona sul de São Paulo, que buscam soluções de mobilidade para o futuro. Entre elas, a Joycar, líder em carro compartilhado no Brasil.

De acordo com Ricardo Gondo, presidente da Renault do Brasil, a intenção é iniciar o car-sharing com o Zoe e estendê-lo para outros veículos da marca, como Duster, Captur, Oroch e Kangoo. É um debate interessante, uma vez que a maneira como interpretamos a mobilidade nos dias de hoje está fadada ao desuso em algumas décadas.

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Em breve, você não precisará comprar um carro próprio. No lugar disso, as fabricantes poderão disponibilizar um pacote de assinaturas de acordo com a sua necessidade semanal. Precisa de um carro para ir ao trabalho? O trio Zoe, Leaf e Sandero pode satisfazer suas necessidades. Quer fazer uma mudança e precisa de um veículo com caçamba? Invista na Oroch. Para viagens, talvez um Captur ou o próprio Logan.

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É um debate inteligente que soluciona muitos dos problemas de mobilidade dos dias de hoje. Entre eles, o trânsito, poluição e otimização de espaço. Mas voltemos ao Zoe.

Combustão? Nunca mais

De acordo com a ONG Observatório do Clima, a emissão de gases tóxicos responsáveis pelo efeito estufa teve o maior crescimento em treze anos, apenas no período entre 2015 e 2016. Nos últimos dois anos, foram 2,6 milhões de toneladas de CO2 enviados à atmosfera apenas no Brasil.

O combustível fóssil também é um recurso finito, além de ser uma das principais causas dos danos na camada de ozônio. Esses impactos já são sentidos nos meios urbanos e na natureza. A cidade de Linfen, na China, é conhecida por ser a mais poluída do mundo, onde há uma densa névoa de fumaça e as pessoas precisam andar com máscaras para amenizar os problemas respiratórios.

Nem precisamos ir tão longe para sentir as consequências. De acordo com um estudo divulgado pelo Instituto de Saúde e Sustentabilidade do Rio de Janeiro, a poluição no trânsito já mata mais que acidentes de carro na cidade. Entre 2006 e 2012, o levantamento mostrou que 36.194 mil pessoas morreram de problemas respiratórios, enquanto apenas 16.441 estiveram envolvidas em fatalidade de trânsito.

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O Zoe é um veículo simples e apertado, na mesma filosofia dos subcompactos que visam mais a funcionalidade que qualquer outra característica. Com o carro cheio durante um breve passeio pela zona sul de São Paulo, os três adultos no banco de trás tiveram dificuldades para se acomodar.

O acabamento interno também não abre sorrisos, ainda que o Zoe seja bem montado. Seu painel é simples e lembra o Sandero, além do cluster digital com poucas opções de customização (mostra apenas autonomia, velocidade e odômetro).

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Por outro lado, seus 92 cv se mostraram suficientes para rodar com cinco adultos a bordo. Acionando o modo econômico, o Zoe é capaz de utilizar a energia cinética que seria perdida durante as frenagens para recarregar a bateria. Neste processo, ganha-se alguns quilômetros de autonomia. De acordo com a Renault, o Zoe é capaz de rodar por 300 km com “tanque cheio”.

A suspensão do Renault Zoe trabalha bem na cidade, com acerto um pouco mais rígido que enfrenta os obstáculos urbanos com louvor. A brincadeira é cara, custando R$ 149.990 em sua versão única, Intense. Para um carro que, na Europa, tem o preço da versão mais cara do Clio, é bem salgado. Mas fica o respaldo para a Renault, que em vinte anos continuará enaltecendo o legado do Zoe como um dos primeiros veículos elétricos do Brasil.

Fonte: IG Carros
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