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Vital do Rêgo, ministro do TCU acusado de corrupção, vira réu na Lava Jato

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Vital do Rêgo é acusado de receber propina quando era senador e presidia a CPI e a CPMI da Petrobras.
Agência Brasil

Vital do Rêgo é acusado de receber propina quando era senador e presidia a CPI e a CPMI da Petrobras.

Nesta segunda-feira (31), a Justiça Federal no Paraná aceitou a denúncia contra o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo . Ele foi acusado por corrupção e lavagem de dinheiro , no dia 25 de agosto. Agora, Vital do Rêgo é réu em um processo ligado à Operação Lava Jato.

A denúncia foi feita pelo Ministério Público Federal (MPF) no mesmo dia em que foi deflagrada a 73ª fase da Lava Jato , chamada Ombro a Ombro. Na ocasião, Vital do Rêgo teve R$ 4 milhões em bens bloqueados.

Rêgo é acusado de receber propina na época em que era senador e presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) e da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que investigavam a Petrobras

Segundo as investigações, Vital do Rêgo teria recebido R$ 3 milhões de Leo Pinheiro, que era presidente da OAS , para proteger executivos da empresa. Nenhum dos empreiteiros foi convocado para depor nas sessões da CPI ou da CPMI, em 2014.

A Justiça Federal também aceitou a denúncia contra outras nove pessoas, incluindo executivos da OAS e intermediadores, por corrupção e lavagem de dinheiro . Alexandre Costa de Almeida, assessor de Vital do Rêgo no TCU, também virou réu.

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Governo foi “usado” para tentar anular investigação sobre “rachadinha”

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Reprodução: iG Minas Gerais

Senador Flavio Bolsonaro


A defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos/RJ) “usou” o Gabinete de Segurança Institucional e outros órgãos do governo federal – com autorização do pai, o presidente Jair Bolsonaro  – atrás de evidências que pudessem dar um fim à apuração sobre o esquema das “rachadinhas” .


O uso do GSI foi confirmado pelos próprios advogados de Flávio, que afirmaram se tratar de “suspeitas de irregularidades das informações” nos relatórios redigidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Esse órgão federal – que deu início à investigação sobre o senador – recebe, examina e identifica ocorrências suspeitas de atividade ilícita e comunica às autoridades competentes para instauração de procedimentos

O acionamento dessa estrutura governamental foi revelada pela revista Época nesta sexta-feira (23) e confirmada pelos advogados. Ainda de acordo com a publicação, o presidente também estave envolvido no procedimento, contatando o secretário da Receita, José Barroso Tostes Neto, para auxiliar na apuração em favor do filho.

“A defesa do senador Bolsonaro esclarece que levou ao conhecimento do GSI as suspeitas de irregularidades das informações constantes dos Relatórios de Investigação Fiscal lavradas em seu nome, já que diferiam, em muito, das características, do conteúdo e da forma dos mesmos relatórios elaborados em outros casos, ressaltando-se, ainda, que os relatórios anteriores do mesmo órgão não apontavam qualquer indício de atividade atípica por parte do senador”, escreveu a defesa de Flavio em nota oficial.

Os advogados também afirmaram que “o fato foi levado diretamente ao GSI por ter sido praticado contra membro da família do senhor presidente da República”.

Porém, o levantamento do Coaf foi produzido antes de Jair Bolsonaro ter sido eleito. O documento foi divulgado em janeiro de 2018, citando as transações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

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