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Política

Verde-amarelo ressurge na posse de Bolsonaro após vermelho dominar gestões do PT

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Manifestantes se vestiram de verde-amarelo para acompanhar cerimônia de posse de Bolsonaro
Jefferson Rudy/Agência Senado – 1.1.19

Manifestantes se vestiram de verde-amarelo para acompanhar cerimônia de posse de Bolsonaro

Pequenos detalhes puderam ser notados ao longo da extensa  cerimônia de posse de Jair Bolsonaro (PSL) como presidente da República, realizada nessa terça-feira (1ª). Detalhes como o fato de a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, não ter tirado os olhos dos intérpretes de libras que trabalharam na posse de Bolsonaro. Ou como o terno não tão bem alinhado do presidente em decorrência do colete à prova de balas.

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Mas um detalhe, nem tão pequeno assim, merece destaque: a ressurreição do verde-amarelo e da bandeira do Brasil em uma cerimônia de posse presidencial. Mais de 115 mil pessoas, de acordo com as estimativas do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ocuparam a Praça dos Três Poderes em Brasília para acompanhar a posse de Bolsonaro . E, diferentemente das cerimônias anteriores, as cores da bandeira brasileira foram predominantes.


Início do primeiro mandato de Lula foi marcado por grande presença de militância em Brasília
Roberto Castro/Estadão

Início do primeiro mandato de Lula foi marcado por grande presença de militância em Brasília

Quinze anos atrás, quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu início ao seu primeiro mandato à frente da Presidência da República, o verde-amarelo era quase imperceptível em meio à multidão. As bandeiras vermelhas do Partido dos Trabalhadores e de partidos aliados dominaram o gramado da Esplanada dos Ministérios naquele 1º de janeiro de 2003, quando Lula e José Alencar subiram a rampa do Planalto para o encontro de Fernando Henrique Cardoso.


Início do segundo mandato de Lula, em 2007: cerimônia de posse teve mais bandeiras do Brasil
REUTERS/Jamil Bittar/Files

Início do segundo mandato de Lula, em 2007: cerimônia de posse teve mais bandeiras do Brasil

O panorama mudou um pouco na cerimônia seguinte, que marcou a posse de Lula para seu segundo mandato, em 2007. Na ocasião, as bandeiras vermelhas ainda foram maioria, mas havia muito mais bandeiras com as cores verde e a amarelo em meio aos apoiadores do petista.

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Vermelho foi predominante na primeira cerimônia de posse de Dilma Rousseff, em 2011
Agência Brasil

Vermelho foi predominante na primeira cerimônia de posse de Dilma Rousseff, em 2011

Para o início dos mandatos de Dilma Rousseff (PT), a tônica das cerimônias foi a mesma. Em 2011, ao lado do então vice, Michel Temer (MDB), Dilma subiu a rampa do Planalto tendo como fundo um mar de pessoas com camisas e bandeiras vermelhas. Já em 2015, houve equilíbrio maior entre o vermelho e o verde-amarelo no público que viu, mais uma vez, Dilma e Temer lado a lado.


Segunda cerimônia de posse de Dilma Rousseff, em 2015
Instituto Lula

Segunda cerimônia de posse de Dilma Rousseff, em 2015

O próprio Jair Bolsonaro fez questão de enfatizar a mudança na ‘paleta de cores’ do País durante seu discurso no parlatório do Planalto , nessa terça-feira. Agitando uma bandeira do Brasil, o capitão da reserva do Exército repetiu bravata que é amplamente difundida entre seus apoiadores e adeptos do antipetismo: “Esta é a nossa bandeira, que jamais será vermelha”, disse, dirigindo-se ao público presente na posse de Bolsonaro . “Só será vermelha se for preciso o nosso sangue para mantê-la verde e amarela”, emendou.

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Bolsonaro adota tom de urgência com ministros: “O País não pode mais esperar”

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Jair Bolsonaro vai comandar hoje a segunda reunião ministerial da sua gestão; espera é de propostas de rápida aplicação
Marcos Corrêa/PR

Jair Bolsonaro vai comandar hoje a segunda reunião ministerial da sua gestão; espera é de propostas de rápida aplicação

O presidente Jair Bolsonaro comandará, nesta terça-feira (8), a segunda reunião ministerial desde que tomou posse do governo federal, no dia 1º de janeiro. Neste encontro, conforme adiantou pelo Twitter, o presidente pretende ouvir cada ministro sobre os planos, propostas de enxugamento das pastas e medidas de rápida implementação.

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De acordo com o presidente, o “País não pode mais esperar” e, por isso, essa já é a segunda reunião ministerial em cinco dias. A primeiro encontro comandado por Jair Bolsonaro ocorreu no último dia 3, também no Palácio do Planalto, quando o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, defendeu a redução de gastos, corte de pessoal e a busca por diálogo com a oposição e o Congresso Nacional.

“Em menos de duas semanas de governo, mais uma reunião para ouvir cada um dos ministros sobre os planos, propostas de enxugamento das pastas e medidas de rápida implementação. Nosso País não pode mais esperar. Logo, novidades na linha que o brasileiro sempre exigiu”, publicou o presidente, na manhã desta terça-feira.

Leia também: Conta de Bolsonaro no Twitter será administrada pela Secom

A chamada reunião do Conselho de Ministros , que engloba a equipe inteira, foi agendada para as 9h de hoje no Palácio do Planalto. A última durou cerca de quatro horas. 

Um dos temas que devem ser tocados neste encontro é a  reforma da Previdência , cujo texto, elaborado pela equipe econômica de Bolsonaro, deve ser enviado o quanto antes ao Congresso Nacional. De acordo com o ministro-chefe da Casa Civil, a primeira reunião foi de alinhamento e definição de tarefas.

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Ainda no tema econômico, na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, recebeu de Jair Bolsonaro a missão de definir os principais pontos do texto que o governo pretende encaminhar aos parlamentares neste semestre. O presidente defende que a reforma seja aprovada ainda no primeiro semestre deste ano. 

* Com informações da Agência Brasil.

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