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Educação

Veja o que fazer para ir bem na reta final de estudos para o Enem

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EduQC dá dicas de preparação e apresenta soluções para quem quer se destacar

SÃO PAULO (SP) – O candidato ao Enem, em sua maioria, está na transição para a vida adulta. A educação da criança e do jovem usa um modelo expositivo-passivo, em que o professor “transmite” o conhecimento ao aluno, mas neurologicamente não é assim que o ser humano aprende. Porém, de acordo com a EduQC, metodologia de estudo autodidata com base em inteligência artificial, a melhor forma de aprender é lendo sozinho.

É comum que se trate os conceitos de aluno e estudante como se fossem os mesmos, mas não são. “Aluno é quem assiste aula, estudante é quem estuda. Então, no fundo, todo estudante é autodidata. Quando estuda só, a velocidade de aprendizagem é, em média, mais que o dobro da do aluno em sala de aula”, explica Victor Maia, CEO da EduQC.

O especialista aponta que, para ter um aprendizado efetivo, o primeiro e principal ponto é assumir o protagonismo da preparação. Nenhum candidato se beneficia de aulas presenciais, se não tiver disciplina. Aulas expositivas são populares porque trazem ao aluno a sensação de aprendizagem, uma ilusão de competência. O aluno acompanha o raciocínio do professor, no entanto, ao tentar sozinho, não consegue repetir os passos e se frustra com o estudo. Porém, na verdade, o aprendizado só se dá nesse segundo momento.

O segundo é usar o tempo de forma racional. O candidato precisa dividir seu tempo entre as disciplinas, considerando a relevância na prova, a dificuldade de aprendizagem e suas proficiências. Ele deve estudar mais o que cai mais, o que ele sabe menos e o que é mais fácil de aprender. É raro que o estudante tenha esse tipo de autocrítica. Via de regra, seguem o fluxo dos cursos, o que é péssimo. Cada indivíduo tem um plano ideal e é impossível determinar isso isoladamente. Nós utilizamos inteligência artificial para, por meio de avaliações frequentes, alocar o tempo de estudo entre as disciplinas e também entre teoria, prática e revisão, de forma que o aluno siga a trilha dos ex-usuários mais bem sucedidos.

O CEO da EduQC aponta que, mesmo que a plataforma seja focada em quem busca estudar para concursos, o sistema também ajuda quem quer estudar para o Enem. Com um curso de português 100% gratuito (www.portuguesconcursos.com.br), incluindo toda a teoria e as questões, o candidato melhora sua proficiência com a disciplina e aprende a estudar de forma eficiente. Além de se preparar para quase um quarto das questões da prova do Enem, um português afiado é a chave para aprender as demais disciplinas e para fazer uma boa redação.

Leia mais:  Temer sanciona lei que estabelece a reforma do ensino médio

E agora, como estudar?

Muita gente cria planos de estudos que só funcionam no papel (que aceita qualquer coisa). A preparação ideal precisa ser persistente e exequível. Victor Maia aponta três condições para que isso aconteça:

1) Você precisa saber onde está e aonde vai;

2) Saber se está no caminho certo a todo momento;

3) Ter metas de estudo adaptadas ao seu conhecimento e à sua disponibilidade.

Segundo o especialista, agora, na reta final, o candidato já deve ter resumos próprios de todos os assuntos. Assim, a resolução massiva de exercícios passa a ditar quais conteúdos devem ser revisados. Ele deve, ao errar (ou não lembrar) uma questão, buscar a explicação nos seus resumos e só recorrer ao material didático formal caso não encontre. Com isso, o próprio material de revisão fica constantemente atualizado nos pontos mais importantes e que especificamente tem mais necessidade de revisar.

Como se preparar na véspera da prova?

Segundo Victor Maia, o ideal para o dia anterior à prova é descansar, praticar algum exercício físico, ir ao cinema… “Tudo o que precisava ser estudado, já foi. O corpo precisa de um descanso para conseguir processar tudo aquilo que já foi visto e ter disposição durante a prova, que é bastante extensa e cansativa. Então, o ideal é ingerir alimentos mais leves, ver um filme e praticar algum esporte”.

Além do curso de português, a EduQC atende as áreas administrativa, bancária, contabilidade, controle, diplomacia, engenharia civil, exame da OAB, fiscal, jurídica, legislativa, policial, tributária e T.I. Para cadastrar-se para esses planos basta acessar o site maquinadeaprovacao.com.br.

Sobre EduQC

Fundado em 2013 por Victor Maia e Jonas Fagundes, a EduQC é uma plataforma que utiliza inteligência artificial e metodologia exclusiva para aumentar as chances de aprovação em concursos públicos, identificando a proficiência dos candidatos em cada matéria e criando planos de estudo sob medida. A tecnologia está disponível para provas relacionadas a 10 áreas, incluindo Fiscal, Jurídica e Policial, e também para o Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A empresa ainda oferece um serviço B2B destinado a universidades.

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Educação

Decreto de Bolsonaro corta 13,7 mil cargos em universidades públicas

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Funções eliminadas eram concedidas a professores e coordenadores; entidades criticam corte

BERNARDO CARAM – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro para extinguir cargos, funções e gratificações na administração pública atingiu em cheio a área de Educação, principalmente as universidades públicas federais.

Das 21.000 vagas eliminadas pelo governo, ao menos 13.710 estavam sob a guarda de instituições de ensino, o que corresponde a 65% do total do corte.

Foram extintos cargos de direção, funções comissionadas de coordenação de cursos e outras gratificações concedidas a professores. Entidades representativas do setor criticam a medida.

O detalhamento sobre as áreas mais afetadas pela eliminação dos postos na administração federal foi omitido pelo governo quando divulgou à imprensa as informações sobre a medida na quarta-feira (13).

O material apresentado pelo Ministério da Economia não especificava as pastas atingidas e não explicava o significado das siglas e legislações às quais o decreto faz referência.

Após a publicação da medida, em entrevista com o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel, o jornal Folha de S.Paulo perguntou duas vezes quais as áreas mais afetadas pelo corte.

Na primeira tentativa, o secretário afirmou que, proporcionalmente, o Ministério da Economia abriu mão do maior número de cargos. Na segunda, a resposta foi que muitas funções são transversais e podem ser usadas por diferentes ministérios, o que dificulta o mapeamento preciso.

As vagas cortadas são uma espécie de adicional pago a servidores públicos que ganham uma função extra, como um posto de coordenação, chefia de departamento ou direção.

Sob o argumento de que iniciaria uma ampla reforma de Estado, com enxugamento da máquina pública, o governo colocou o corte de 21 mil cargos entre as principais metas a serem batidas nos primeiros 100 dias de gestão de Bolsonaro.

O decreto determina a extinção imediata de 2.449 postos em instituições de ensino que hoje estão vagos, mas poderiam ser ocupados a qualquer momento.

Outras 11.261 funções gratificadas atualmente em uso deixarão de existir em 31 de julho. Seus ocupantes serão exonerados ou dispensados.

Análise do Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) aponta, por exemplo, que foram eliminadas todas as funções gratificadas das recém-criadas universidades federais de Catalão (GO), Jataí (GO), Rondonópolis (MT), Delta do Parnaíba (PI) e Agreste de Pernambuco (PE).

Embora defenda salários mais altos sem os chamados “penduricalhos” para professores, o presidente do Andes, Antonio Gonçalves, diz que a retirada dos cargos vai desestimular os profissionais da área.

Gonçalves afirma que o impacto será grande porque a carreira já é desestruturada e tem defasagem salarial. Para ele, o governo usa o argumento de combate a privilégios para promover um desmonte do Estado.

“Isso explicita a política educacional do governo, que é de ataque às instituições de ensino superior. Estão colocando esse plano em curso”, disse.

A vice-presidente do Proifes (Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico), Luciene Fernandes, afirma que a medida gera um alvoroço nas universidades.

“Em qualquer país que preza pelo desenvolvimento, a Educação deveria ter prioridade. Começar a gestão com um decreto que enxuga as universidades é bastante temerário”, afirmou.

Procurado, o Ministério da Economia, que mapeou e definiu os cargos extintos, afirmou que o corte não vai comprometer a prestação de serviços públicos.

“A expectativa é que o setor público se torne mais eficiente. Isso porque, em paralelo a essa medida, estão em curso outras ações de simplificação administrativa, desburocratização e readequação da força de trabalho”, informou a pasta.

O Ministério da Educação informou que o decreto foi elaborado pelo Ministério da Economia, que tem competência para consolidar as informações publicadas.

De acordo com a pasta, 25% das funções gratificadas das universidades federais criadas em 2018 foram extintas. O ministério ressalta que, nesse caso, trata-se de instituições que ainda não entraram em funcionamento.

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