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Veja as primeiras impressões no Senado ao nome de Kassio Nunes

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O Antagonista

Kassio Nunes
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Juiz Kassio Nunes é católico e é favorito para ocupar a vaga no Supremo

O Antagonista colheu as primeiras impressões de senadores à possível indicação de Kassio Marques para a vaga de Celso de Mello no STF.

Em se confirmando essa escolha de Jair Bolsonaro, o desembargador terá de ser sabatinado no Senado.

A partir do momento em que a indicação chegar ao Senado, a estimativa é de que o processo de sabatina e votação do escolhido pelo presidente dure três semanas, conforme informou ao site a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet.

Leia alguns comentários enviados ao site:

Lasier Martins (Podemos) : “Precisamos saber o histórico do desembargador. Deve ser bem conhecido no TRF-1, mas fora daquela jurisdição não é conhecido. O fato de ser um magistrado de segunda instância já é um primeiro bom sinal. Está afeito a processos, diferente de Dias Toffoli e de Alexandre Moraes, que não tiveram vivências como juízes. Aguardemos informações sobre o indicado”.

Major Olimpio (PSL) : “Tomara que vá para o STF como juiz da Suprema Corte, e não como advogado de interesses do padrinho e seus aliados. E só isso que se espera de um indicado ao Supremo”.

Randolfe Rodrigues (Rede) : “Considerando as apostas e os perfis já cogitados, recebo com surpresa a indicação: trata-se de um magistrado com uma carreira consolidada e respeitável. Espero que tenha uma ótima perfomance na dura sabatina que faremos: o Brasil, por meio da função que compete ao Senado, precisa conhecer melhor a opinião do juiz sobre temas-chave, como o combate à corrupção, a independência das instituições e o respeito às liberdades individuais”.

Jorge Kajuru (Cidadania) : “Para mim, é um nome como um jogador desconhecido convocado para a seleção. Tomara que nosso treinador surpreenda e que o indicado seja do centro ético, e não do Centrão, onde tem piauiense chefão”.

Izalci Lucas (PSDB) : “Não o conheço”.

Otto Alencar (PSD) : “Não conheço o currículo, nem o trabalho do desembargador. Vamos apreciar, estudar. Até porque, até aqui, ele não apareceu no noticiário como alguém do setor jurídico envolvido em questões que foram mais debatidas neste governo. Outros nomes do que eu chamo de ‘circuito judicial nervoso do governo’ eram esperados”.

Alvaro Dias (Podemos) : “Surpreendente a escolha”.

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Política

Governo foi “usado” para tentar anular investigação sobre “rachadinha”

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Reprodução: iG Minas Gerais

Senador Flavio Bolsonaro


A defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos/RJ) “usou” o Gabinete de Segurança Institucional e outros órgãos do governo federal – com autorização do pai, o presidente Jair Bolsonaro  – atrás de evidências que pudessem dar um fim à apuração sobre o esquema das “rachadinhas” .


O uso do GSI foi confirmado pelos próprios advogados de Flávio, que afirmaram se tratar de “suspeitas de irregularidades das informações” nos relatórios redigidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Esse órgão federal – que deu início à investigação sobre o senador – recebe, examina e identifica ocorrências suspeitas de atividade ilícita e comunica às autoridades competentes para instauração de procedimentos

O acionamento dessa estrutura governamental foi revelada pela revista Época nesta sexta-feira (23) e confirmada pelos advogados. Ainda de acordo com a publicação, o presidente também estave envolvido no procedimento, contatando o secretário da Receita, José Barroso Tostes Neto, para auxiliar na apuração em favor do filho.

“A defesa do senador Bolsonaro esclarece que levou ao conhecimento do GSI as suspeitas de irregularidades das informações constantes dos Relatórios de Investigação Fiscal lavradas em seu nome, já que diferiam, em muito, das características, do conteúdo e da forma dos mesmos relatórios elaborados em outros casos, ressaltando-se, ainda, que os relatórios anteriores do mesmo órgão não apontavam qualquer indício de atividade atípica por parte do senador”, escreveu a defesa de Flavio em nota oficial.

Os advogados também afirmaram que “o fato foi levado diretamente ao GSI por ter sido praticado contra membro da família do senhor presidente da República”.

Porém, o levantamento do Coaf foi produzido antes de Jair Bolsonaro ter sido eleito. O documento foi divulgado em janeiro de 2018, citando as transações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

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