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Vaticano cria equipe de atletismo e sonha com participação nas Olimpíadas

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A primeira equipe de atletismo do Vaticano
Reprodução / Athletica Vaticana / Facebook

A primeira equipe de atletismo do Vaticano

O Vaticano apresentou nesta quinta-feira (10) sua equipe oficial de atletismo com o intuito de competir em eventos internacionais, como os Jogos Olímpicos. O anúncio foi realizado em parceria com o Comitê Olímpico Italiano (CONI).

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A primeira equipe de atletismo do Vaticano será formada por cerca de 60 corredores, sendo guardas suíços, padres, freiras, jornalistas, professores, farmacêuticos, jardineiros, funcionários do Museu do Vaticano, entre outros.

O grupo é liderado pelo monsenhor Melchor José Sánchez de Toca e ainda tem um professor de 62 anos como atleta. A meta é alcançar o nível olímpico.

“O sonho que sempre tivemos é ver a bandeira do Vaticano entre as delegações na cerimônia de abertura de uma Olimpíada”, explicou o religioso. Além disso, o principal objetivo é de que a formação da “Athletica Vaticana” possa representar não só a paixão pela corrida, mas acima de tudo a convicção de que o esporte pode ser um instrumento de solidariedade e uma experiência espiritual.

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A equipe já faz parte da Federação Italiana de Atletismo e agora tentará afiliar-se à Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês). Com isso, poderá participar de competições como os Jogos dos Estados Pequenos da Europa e os Jogos do Mediterrâneo, que serão disputados na Argélia, em 2021.

A associação esportiva foi apresentada ao Vaticano pelo presidente do Pontifício Conselho da Cultura, cardeal Gianfranco Ravasi, que, segundo ele, recebeu o apoio do papa Francisco .

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“Sempre vou abençoar as coisas positivas”, teria dito o Pontífice. Os atletas do Vaticano iniciaram os treinamentos há pouco mais de um ano e já se preparam para a primeira competição da equipe, a Corrida de Miguel, que será realizada no próximo dia 20 de janeiro, na região do Estádio Olímpico, em Roma.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
reprodução / Twitter

O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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