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Economia

“Uma conversa conserta tudo”, diz Guedes sobre ação de Bolsonaro na Petrobras

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em


Paulo Guedes
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Ministro da Economia, Paulo Guedes fez ressalva de que o presidente Jair Bolsonaro já fez muitas coisas certas

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje em Washington que, caso o presidente Jair Bolsonaro faça alguma coisa “que não seja muito razoável” tem certeza de que conseguirá “consertar”. Questionado sobre a decisão do governo de ceder a uma demanda da categoria dos caminhoneiros para que a Petrobras não reajuste o preço do diesel,
Guedes disse que concorda com a preocupação, mas fez a ressalva de que o presidente já fez muitas coisas certas.

“O presidente tem muitas virtudes, fez muita coisa acertada e ele já disse que não conhece muito economia. Se ele eventualmente fizer alguma coisa que não seja muito razoável, eu tenho certeza de que nós conseguimos consertar. Uma conversa conserta tudo”, afirmou Paulo Guedes

Guedes está em Washington desde quarta-feira, onde participa de reuniões do FMI e do Banco Mundial. O anúncio de que o reajuste não seria levado adiante foi feito pela Petrobras na quinta. O ministro disse que o presidente não é especialista em economia e que pode ter levado em conta na sua decisão questões políticas.

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“O presidente já disse para vocês que ele não era um especialista em economia. Então é possível que alguma coisa tenha acontecido lá. Ele, ao mesmo tempo, é preocupado com efeitos políticos, estavam falando em greve dos caminhoneiros, esse tipo de coisa, então é possível que ele esteja lá, tentando manobrar com isso”, disse Guedes.

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A categoria dos caminhoneiros ameaça novos protestos
caso haja um reajuste no preço dos combustíveis, embora ainda não haja um indicativo de greve. Os caminhoneiros afirmam que a tabela do frete não está sendo cumprida pela maioria dos embarcadores e transportadoras e questionam o aumento do preço do diesel.

O ministro afirmou que  ainda não conversou com o presidente
sobre a questão. “Eu vou me informar e conversar com ele.”

Guedes garante que em nenhuma das reuniões em Washington foi questionado sobre a intervenção na Petrobras
. Segundo ele, os investidores estavam interessados em falar sobre as possibilidades de investimento na economia brasileira e disse que está tendo “excelentes reuniões” para “reverter uma imagem muito ruim” do país.

“Aí tem uma notícia lá embaixo, que eu não estava lá, não sei o que houve exatamente. Eu prefiro não comentar. Eu prefiro me informar melhor. Aparentemente já houve um efeito ruim lá embaixo. Então eu estou preferindo trabalhar nos fronts onde eu consigo construir alguma coisa. Assim que eu chegar lá, eu me informar e vou falar sobre isso”, explicou.

Fonte: IG Economia
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Economia

MP que institui contribuição sindical por boleto caduca na sexta-feira

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Manifestação de sindicatos
Roberto Parizotti/CUT
Medida provisória (MP) que institui contribuição sindical por boleto caduca na próxima sexta-feira (28)

A medida provisória (MP) 873/2019, que institui a cobrança de contribuição sindical por boleto, editada pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL), deve caducar na próxima sexta-feira (28). A equipe econômica chefiada pelo ministro Paulo Guedes, porém, diz não ter desistido da pauta e preparar projeto de lei para ‘reviver’ a proposta.

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Editada em 1º de março, a MP completará 120 dias parada na sexta, tempo necessário para que perca a validade (caducar). Nesse período, inclusive, chegou a ser uma instalada uma comissão no Congresso , com deputados e senadores, para tratar o tema, mas um acordo entre lideranças parlamentares escanteou o projeto, que agora corre o risco de perder sua força legal.

Segundo o governo, a medida visava esclarecer que qualquer taxa deve ser paga pelos trabalhadores voluntariamente, de forma expressa e por escrito. Os sindicatos perderam poder com a reforma trabalhista aprovada em 2017, durante o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), quando deixou de ser compulsória a contribuição, o que é tido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como constitucional.

Quando foi editada a MP, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, defendeu a necessidade da proposta alegando “ativismo judicial”, por conta da possibilidade de assembleias autorizarem o desconto de contribuições.

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Deputados do chamado centrão, que contribuíram para a paralisação do projeto, argumentam que o boleto bancário está em desuso e, portanto, a medida do governo não seria apropriada. O texto do governo, porém, prevê “outro meio equivalente” além do próprio boleto bancário. A equipe econômica cita “soberania” do Congresso em suas decisões, mas deve apresentar o projeto de lei para que a contribuição sindical por boleto seja garantida pela lei, evitando possíveis problemas.

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Fonte: IG Economia
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