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Nacional

TSE conclui apuração e diz que 117 milhões de eleitores foram às urnas

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Número de abstenções no primeiro turno das eleições 2018 é o maior desde 1998
Nelson Jr./ ASICS/ TSE

Número de abstenções no primeiro turno das eleições 2018 é o maior desde 1998

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta terça-feira a conclusão da apuração dos votos do primeiro turno das Eleições 2018 . Do total de 147.306.295 eleitores, 117.364.560 compareceram às urnas, número equivalente a 79,67% do eleitorado.

Os votos válidos totalizaram 107.050.673, equivalentes a 91,21%. O total de votos nulos foi de 7.206.205, equivalentes a 6,14%, e os votos brancos somaram 3.106.936 (2,65%). Já a abstenção alcançou 29.941.265 e representou 20,33%. Foram apuradas 454.490 urnas no primeiro turno das eleições 2018, a última delas na cidade de Houston, nos EUA.

Comparado com os números das últimas eleições gerais, a abstenção, votos nulos e em branco (29,12%) apresentam uma tendência de crescimento. As taxas de abstenção e voto nulo neste ano são as mais altas desde 1998.

Pelos resultados, será realizado um segundo turno de votação para o próximo presidente da República, assim como os governadores de 13 estados (Amazonas, Amapá, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Sul, Rondônia, Rio Grande do Norte, Sergipe, Roraima, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo ) e do Distrito Federal. A próxima votação acontece no dia 28 de outubro.

No primeiro turno das eleições presidenciais, o candidato que recebeu o maior número de votos foi Jair Bolsonaro, com 49.276.990 (46,03%). Ele disputará o segundo turno com Fernando Haddad, que obteve 31.342.005 (29,28%). 

Primeiro turno das eleições evidenciou polarização


Primeiro turno das eleições levou Bolsonaro e Haddad para disputa no segundo turno
Agência Brasil/Tânia Regô e Marcelo Camargo

Primeiro turno das eleições levou Bolsonaro e Haddad para disputa no segundo turno

O resultado no âmbito nacional salienta a polarização entre forças anti-PT e anti-Bolsonaro, que deram o tom de toda a campanha eleitoral. Os dois candidatos que avançam ao segundo turno da eleição são também aqueles que detêm os maiores índices de rejeição.

Leia mais:  Campanha de Dilma em 2014 escondeu quase R$ 450 milhões do TSE, diz Palocci

De acordo com as últimas pesquisas de intenções de voto, Bolsonaro é favorito a vencer a disputa contra Haddad, mas os dois empatam dentro da margem de erro.

O resultado também marca o derretimento de figuras tradicionais e até então populares da política brasileira, a começar por Marina Silva (Rede Sustentabilidade). Dona de mais de 22 milhões de votos nas eleições de 2014, a ex-ministra do Meio Ambiente surgia na pré-campanha como principal candidata a desafiar Bolsonaro em um cenário sem Lula, mas não conseguiu cativar o eleitorado com sua proposta de terceira via.

Após a confirmação de Haddad na disputa, o que se viu foi uma ininterrupta desidratação de Marina, que perdeu para candidatos como Daciolo e Amoêdo e corre o risco de ficar sem relevância no cenário nacional.

Alckmin também sai menor do que entrou em sua segunda corrida presidencial. O preferido do “centrão” fica abixo dos 5% dos votos, apesar de ter dominado metade do tempo destinado aos candidatos na propaganda eleitoral em rádio e TV.

Parte de seus aliados abandonou a campanha antes mesmo do fim, aderindo ao ascendente Bolsonaro. O posicionamento do PSDB no segundo turno permanece uma incógnita, e analistas cogitam até um “racha” entre caciques do partido, como Fernando Henrique Cardoso e Tasso Jereissati, e as alas mais jovens.

Amoêdo, por sua vez, colocou o partido Novo, surgido na esteira dos protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, à frente de nomes mais tradicionais, como Marina, ou com campanhas mais caras, como a de Henrique Meirelles, no primeiro turno das eleições . A legenda ainda pode ter uma oportunidade de mostrar rapidamente como seria no poder, caso vença o segundo turno em Minas Gerais com Romeu Zema .

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Premiê britânica defende Brexit no Parlamento e vê onda de renúncias em gabinete

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Thereza May durante leitura do novo texto do Brexit no Parlamento do Reino Unido
Reprodução/UK Prime Minister

Thereza May durante leitura do novo texto do Brexit no Parlamento do Reino Unido

A primeira-ministra britânica, Theresa May, apresenta nesta quinta-feira (15) o texto do acordo preliminar para o Brexit  ao Parlamento. A premiê chega para o dia-chave na defesa do acordo alcançado após um longo debate enfraquecida pela renúncia de quatro integrantes de seu gabinete que são contrários ao acordo com a União Europeia (UE).

O pedido de demissão mais relevante é o do próprio ministro para o Brexit , Dominic Raab. “Não posso apoiar o acordo com a UE”, disse Raab. Também deixaram seus cargos a subsecretária para o Brexit, Suella Braverman; o subsecretário para a Irlanda do Norte, Shailesh Vara; e a ministra do Trabalho, Esther McVey.

Segundo eles, os termos do acordo não honram as promessas feitas para os britânicos sobre a relação futura entre a UE e Londres, além da garantia de direitos civis e das fronteiras. Os ministros acusam May de “não entregar o Brexit que os britânicos pediram” nas urnas. May anunciou na terça-feira (13) que havia chegado a um acordo preliminar com a União Europeia para a saída do país do bloco, que deve se concretizar até 29 de março.

Durante a leitura do acordo no Parlamento, Theresa May foi questionada por um dos deputados se planeja renunciar ao seu cargo de premiê em nome de permitir que o Reino Unido siga adiante com “unidade”. May foi concisa em sua resposta: “Não”.

O projeto, que tem 585 páginas, ainda precisa ser aprovado pelo Parlamento britânico por pelo menos 320 de 650 votos – mas não há data definida para a votação. O Conselho Europeu também fará reunião extraordinária no dia 25 de novembro para validar o texto.

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Debates pelo Brexit


Manifestantes anti-Brexit durante protesto realizado em Londres
Reprodução/Twitter/Lisa O’Carroll

Manifestantes anti-Brexit durante protesto realizado em Londres

Nesta quinta-feira (15), May fez um discurso no Parlamento para defender o acordo preliminar. Segundo ela, “votar contra o acordo nos levaria de volta à estaca zero”. “A escolha é clara: nós podemos escolher deixar sem nenhum acordo, arriscar não ter nenhum Brexit, ou escolher nos unir e apoiar o melhor acordo que poderia ser negociado”, disse.

“Este é um momento muito importante. O acordo é justo e equilibrado, assegura as fronteiras da Irlanda e gera bases para uma ambiciosa relação futura. Mas teremos uma longa estrada pela frente”, afirmou a primeira-ministra, que também garantiu que haverá Brexit e que nenhum outro plebiscito será convocado.

A saída do Reino Unido da União Europeia foi aprovada em plebiscito realizado em junho de 2016 . Há meses, May tenta negociar um acordo de como será o “divórcio”, encontrando resistência tanto de Bruxelas quanto de integrantes de seu próprio governo.

Um de principais pontos de entrave era um princípio chamado “backstop”, que garante que, se não houvesse acordo, a fronteira entre as Irlandas permaneceria inexistente. Neste caso, a Irlanda do Norte continuaria no mercado comum e na união alfandegária e ficaria submetida as regras diferentes do restante do Reino Unido.

No entanto, tanto a Irlanda quanto a Irlanda do Norte querem a manutenção de fronteiras abertas, mas isso pode acabar criando uma região com status especial dentro do Reino Unido e até uma espécie de diferenciação entre o território e o restante do país. Sem um acordo com a UE, o Reino Unido corre o risco de ter de sair do bloco de maneira “traumática”, sem garantia de interesses nem de relações comerciais após o Brexit .

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*Com informações e reportagem da Ansa

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