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Direto de Brasília

Trump impõe sanções contra o Banco Central do Irã após ataque na Arábia Saudita

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Donald Trump discursando arrow-options
Divulgação/Official White House/Shealah Craighead

Trump disse que Irã ‘parece ser’ responsável por ataques na Arábia Saudita, mas que ‘não quer guerra’

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse, nesta sexta-feira (20), que os Estados Unidos impuseram sanções contra o Bando Central do Irã, quase uma semana após os ataques a instalações petrolíferas na Arábia Saudita, que autoridades americanas e sauditas atribuíram a Teerã. A declaração foi dada a repórteres na Casa Branca.

Trump não deu outros detalhes sobre as sanções, mas disse, mesmo assim, que elas são “as maiores já impostas contra um país” e que “isso nunca foi feito neste nível”. O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse que as novas sanções cortam a última fonte de recursos ainda restante para o Irã.

Leia também: “Irã é responsável por ataques na Arábia Saudita”, diz Mike Pompeo

Apesar das declarações, ainda não está claro como as medidas aumentam as punições a Teerã, que já é alvo de uma política de “pressão máxima” do governo americano, com o objetivo de reduzir a zero as exportações de petróleo da República Islâmica.

Questionado sobre a possibilidade de uma resposta militar ao Irã, Trump sugeriu querer evitar uma guerra, mas disse que os Estados Unidos estavam sempre preparados e que um ataque militar poderia ser uma resposta adequada.  No começo desta semana, ele disse considerar “a resposta final”, em possível alusão a um ataque.

O Irã negou qualquer envolvimento no ataque de 14 de setembro, que abalou os mercados globais de petróleo e aumentou as tensões entre Washington e Teerã. As explosões foram reivindicadas pelos rebeldes houthis do Iêmen, aliados do Irã, que há quatro anos enfrentam uma ofensiva liderada pela Arábia Saudita para desalojá-los do poder.

Nesta sexta-feira, autoridades sauditas levaram a mídia para inspecionar as instalações afetadas. A Arábia Saudita responsabiliza Teerã pelos ataques, versão endossada pelo secretário de Estado americano, Mike Pompeo, que chamou os ataques de “atos de guerra”.

Trump, que falou com repórteres na Casa Branca ao receber o primeiro-ministro australiano Scott Morrison, disse que deseja uma solução pacífica para o conflito.

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Direto de Brasília

Alexandre de Moraes vota a favor de prisão após segunda instância

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Ministro Alexandre de Moares arrow-options
Rosinei Coutinho/SCO/STF

Ministro votou contra o ministro Marco Aurélio

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes votou a favor do cumprimento antecipado de pena após condenação em segunda instância . Com o voto, o placar está em 1 a 1 após o ministro Marco Aurélio Mello votar contra a pauta.

No início da leitura do voto, Moares disse que “toda vez que se altera a jurisprudência se fala em evolução”, mas que, às vezes, também há uma “involução”.

Acompanhe ao vivo: STF retoma julgamento sobre prisão em segunda instância

Em seguida, o ministro fez uma defesa da democracia e ciriticou ameaças à Corte. “Paixões políticas e ideológicas resultaram em ameaças ao STF, muito acima das salutares  manifestações de uma democracia. Relatores foram chamados de levianos e corruptos por ter uma posição contrária”, afirmou.

Na sustentação do voto, Moraes disse que “alterações de posicionamento não produziram nenhum impacto significativo no sistema penitenciário nacional” e que não vê que os princípios de presunção de inocência e de não culpabilidade serão feridos. “A decisão de segundo grau é fundamentada”, completou.

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