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“Todos os ministérios farão articulação política”, diz novo ministro

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Agência Brasil

Jorge Oliveira
Carolina Antunes/PR
Bolsonaro chamou Jorge Oliveira de “garoto de ouro” durante cerimônia de posse

O novo titular da Secretaria-Geral da Presidência da República, Jorge Oliveira, que tomou posse nesta segunda-feira (24), afirmou que “a articulação política todo mundo faz, todos os ministérios fazem, no sentido de receber demandas, de conversar, de dar seguimento a elas, na medida em que isso seja possível”.

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Para Oliveira, “o braço operacional da articulação política está concentrado na Secretaria de Governo. Porém, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx [Lorenzoni], que é o coordenador das entregas do governo, também receberá parlamentares e dará o encaminhamento necessário às demandas”.

Jorge Oliveira  assume uma pasta mais fortalecida. Uma medida provisória editada por Bolsonaro na semana passada transferiu para a pasta a Subchefia de Assuntos Jurídicos, que analisa a legalidade de atos assinados pelo presidente, como decretos e medidas provisórias, e a Imprensa Nacional, órgão responsável pela publicação do Diário Oficial da União. Até então, os dois setores estavam subordinados à Casa Civil, comandada por Onyx Lorenzoni.

“Não há nenhuma diminuição de forças entre ministérios. Há o fortalecimento de pautas próprias, que seja de articulação, coordenação ou administração”, disse Oliveira em entrevista à imprensa após a cerimônia de posse, ao comentar a redistribuição de atribuições entre as pastas. Ele também destacou que a articulação política do Palácio do Planalto, cuja atribuição foi transferida para a Secretaria de Governo, será um responsabilidade de todos os ministérios.

Oliveira disse que seu maior desafio na pasta será avançar em medidas para desburocratizar o governo. “A burocracia é natural do serviço público, ela se faz necessária em alguma medida, mas às vezes ela acaba por inviabilizar ou tornar muito lenta as decisões de Estado, da morosidade dos serviços que o governo tem que entregar”. No discurso de posse do novo auxiliar, Bolsonaro exaltou a capacidade de Oliveira lidar com a burocracia estatal. “Eu fiquei muito feliz dele ter aceitado essa missão. É um homem que entende muito de burocracia.temos certeza absoluta que ele exercerá um trabalho excepcional aqui na presidência”, disse.

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O presidente Jair Bolsonaro deu posse na tarde desta segunda-feira (24) a Jorge Antonio de Oliveira como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, cargo de destaque na  articulação política do governo. Oliveira é major da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal e substituirá Floriano Peixoto no cargo. Este, por sua vez,  também tomou posse nesta segunda como presidente dos Correios.

Responsabilidade

O novo ministro tem uma longa relação de amizade pessoal com o presidente da República. Ele já foi assessor jurídico de Bolsonaro durante parte de seus mandatos como deputado federal, além de ter chefiado o gabinete do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente. Antes do convite para ser ministro, Jorge Oliveira era subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil – departamento que agora está na Secretaria-Geral da Presidência . Terceiro a comandar a pasta em seis meses de governo, Jorge Oliveira disse não ter apego ao cargo, e que sua responsabilidade é “dobrada” pelo fato de ser amigo do presidente.

Jorge Oliveira assina livro de posse
Carolina Antunes/PR
Jorge Oliveira tomou posse nesta segunda-feira (24)

“Para mim, é uma honra o desafio que o presidente me coloca agora, mas, se amanhã ele precisar do cargo, estou à disposição. Eu tenho uma responsabilidade dobrada, por trabalhar no governo e ser amigo do presidente”.

Aumento no DF

Jorge Oliveira disse ainda que o governo federal apoia o reajuste salarial de policiais militares, civis e integrantes do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. No início do ano, o governador do DF, Ibaneis Rocha, anunciou o pagamento de um reajuste de 37% para a Polícia Civil, que seria divido em seis parcelas até 2021. O governo local ainda estudo aumento para a PM e o Corpo de Bombeiros. Os reajustes dependem de aval federal porque os recursos da área de segurança pública no DF são mantidos pelo Fundo Constitucional.

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“No momento oportuno, mais adiante, após a aprovação da Nova Previdência, nós vamos avaliar os impactos financeiros e orçamentários, o impacto que isso vai ter no Fundo Constitucional, que é o que organiza e mantém as forças de segurança do DF, mas obviamente que a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil do DF, juntas, contam com total apoio do governo federal, o presidente sempre foi muito vinculado à área de segurança pública, e aqui eu me coloco como um soldado, como um interlocutor na Presidência para colaborar com isso”.

Fonte: IG Política
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Homem nunca pousou na Lua? Conheça a história por trás da teoria da conspiração

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Nasa
Homem nunca pousou na Lua? Conheça a história por trás da teoria da conspiração

No próximo sábado (20) o mundo comemora os 50 anos da aterrissagem da missão Apollo 11, primeira a pousar na superfície da Lua. Até hoje, os astronautas Buzz Aldrin e Neil Armstrong são vistos como pioneiros pela maioria das pessoas, incluindo a comunidade científica.

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No entanto, vários grupos conspiracionistas acreditam que a alunissagem foi uma farsa, patrocinada pela NASA e pelo governo norte-americano. De acordo com a teoria, a necessidade dos Estados Unidos de vencer a corrida espacial contra a União Soviética e pousar na lua antes dos comunistas teria sido o principal motivo da suposta armação.

O escritor Bill Kaysing é conhecido como o “pai” desta teoria conspiratória. Em 1976, ele publicou o livro We Never Went to the Moon: America’s Tirty Billion Dollar Swindle (Nós nunca fomos à Lua: A Fraude Americana de 30 bilhões de dólares, em tradução livre). Kaysing era veterano da Marinha norte-americana e depois trabalhou como técnico na Rocketdyne, empresa que forneceu motores para o foguete Saturno V, utilizado na missão Apollo 11 .

Apesar de não ser engenheiro ou cientista, Kaysing afirma que os motores não teriam potência para levar o foguete até a Lua. Ainda segundo o autor, um estudo interno da Rocketdyne chegou à conclusão que um pouso de sucesso na superfície lunar era de apenas 0.0017%. Nenhum outro funcionário da empresa corroborou as afirmações dele.

O livro, no entanto, ganhou enorme tração nos Estados Unidos e, posteriormente, em todo o mundo. Grupos conspiracionistas e pessoas com baixo nível de educação foram os mais suscetíveis à teoria de Kaysing, que afirmava que o governo norte-americano, junto com agências como a CIA e o FBI, foi responsável por encenar o pouso na Lua.

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De acordo com Kaysing , o foguete Saturn V realmente decolou, mas ficou orbitando a Terra durante os dias que a missão estaria ocorrendo. Enquanto isso, a NASA teria montado um estúdio no meio de um deserto nos Estados Unidos para encenar a chegada à Lua.

O escritor citou alguns motivos, que ele chamou do provas, do por quê a situação foi encenada:

  • A fato da bandeira norte-americana ter tremulado no espaço
  • A ausência de estrelas
  • A ausência de uma câmera fotográfica nas mãos de Aldrin em uma imagem que ele aparece refletido no capacete de Armstrong
  • O fato do foguete não ter aberto um buraco no solo lunar

Todos os argumentos, no entanto, foram facilmente refutados pela comunidade cientifíca, como o fato dos astronautas terem esbarrado no mastro que levava a flâmula ou o fato da aterrissagem ter sido feita de maneira extremamente suave para não comprometer o foguete.

Apesar da falta de provas, o livro de Kaysing deu origem a um enorme movimento de pessoas que negam a chegada no homem à Lua. Até sua morte, em 2005, aos 82 anos, o autor seguiu como um dos líderes do grupo conspiracionista.

Ao longo dos anos, a teoria ganhou mais detalhes, cada vez mais absurdos. Kaysing defendeu que a NASA foi responsável pela acidente com o foguete Challenger. De acordo com o autor, os astronautas daquela missão teriam descoberto que a missão Apollo foi uma farsa e iriam testemunhas contra a agência.

A suposta participação do renomado cineasta Stanley Kubrick também foi ventilada pelos grupos e, até hoje, é uma das mais seguidas. Após trabalhar em “2001: Uma Odisseia no Espaço”, o diretor teria sido convidado pelo governo norte-americano para ajudar na suposta encenação.

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O teoria da conspiração se transformou em comunidade e gerou uma série de outros livros e documentários como “Astronauts Gone Wild”,  de Bart Sibrel e “Conspiracy Theory: Did We Land on the Moon?”, produzido pela gigante da comunicação Fox.

Apesar da linha de argumentação ter sido refutada, pesquisas mostram que ainda existem muitos negacionistas do pouso do na Lua . De acordo com levantamentos, pelo menos 6% dos norte-americanos acreditam que a missão é uma farsa. Entre os britânicos, o número é de 25% e entre os russos, 28%

Fonte: IG Política
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