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Esportes

Thiago Paulino é bicampeão no arremesso de peso no Mundial de Dubai

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O paulista Thiago Paulino garantiu na tarde de hoje (8) a segunda medalha de ouro do Brasil no Mundial de Atletismo Paralímpico de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Paulino conquistou a melhor marca no arremesso de peso masculino na classe F57 – destinada a atletas com sequelas de poliomielite, lesões medulares ou amputações – com um lançamento que alcançou 14 metros e 68 centímetros de distância.  O título é o segundo consecutivo na carreira do paulista; o primeiro foi no Mundial realizado em Londres, na Inglaterra, em 2017.  A prata no arremesso de peso F57 ficou com sírio Mohamad Mohamad (14m29) e o bronze ficou com o chinês Guoshan Wu (14m21). 

No início da tarde o paulista Júlio César Agripino já tinha arrematado o ouro na prova masculina dos 1.500m T11 (para atletas com deficiência visual) e o rondoniense Mateus Evangelista Cardoso faturou a  prata no salto em distância classe T37 (para atletas com paralisa cerebral). A quarta medalha do Brasil nesta sexta-feira veio no salto à distância feminino classe T2, com a atleta Gabriela Ferreira Mendonça, que foi bronze, com a marca de 5 metros e 54 centímetros.  A vencedora da prova foi a ucraniana Oksana Zubkovska (5m73) e a prata ficou a atleta argelina Lynda Hamri (5m71).

Com as quatro medalhas desta sexta-feira (8), o Brasil  subiu para a segunda posição na classificação geral com um total de seis medalhas (três ouros, uma prata, dois bronzes).  A China segue na liderança com sete medalhas (três ouros, três pratas e um bronze) e a Finlândia caiu para a terceira posição, com três ouros.

 Mais de 1.400 atletas de 122 países participam desta edição do Mundial de Atletismo Paralímpico, em Dubai.  O  Brasil conta com 43 atletas (29 homens e 14 mulheres).  A competição prossegue até 15 de novembro.

Edição: Luiz Henrique Guimarães

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Esportes

Coluna – Paradesporto militar: um resgate histórico

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Durante uma semana 19 militares, alguns reformados, mas outros ainda na ativa apesar de terem algum tipo de deficiência, participaram da terceira edição do acampamento militar paralímpico, em São Paulo. Em apenas uma semana, eles foram apresentados a 11 modalidades, descobrindo o potencial para a prática do esporte adaptado.

A atividade não se limita aos membros das Forças Armadas. Policiais militares e também guardas civis – incluídos pela primeira vez, tiveram a oportunidade de praticar diferentes esportes, além de trocarem experiências e receberem mais informações sobre o paradesporto.

A ligação entre o esporte paralímpico e os militares é histórica. Um dos pioneiros do paradesporto é o médico judeu Ludwing Guttmanm, que usou as atividades esportivas para recuperar pacientes que haviam sofrido mutilações durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1948, Guttmann realizou a primeira competição, com os pacientes dele, em um hospital na Inglaterra. Quatro anos depois, o embrião dos Jogos Paralímpicos já tinha ares internacionais, com mais de cem inscritos. Dali até a primeira edição dos Jogos Paralímpicos, em 1960, foi uma questão de tempo.

Dentre os vários pontos a se destacar do acampamento está a presença de técnicos e até mesmo de atletas paralímpicos que integram as seleções nacionais, nas oficinas das quais os militares fazem parte. E, vale lembrar, que o acampamento não fica apenas nas vivências práticas: há ainda momentos de diálogo e de apresentações teóricas, importantes para que a compreensão do paradesporto como fenômeno seja completa.

Um Centro de Treinamento de ponta, como é o caso da estrutura que o CPB mantém em São Paulo, tem como objetivo final a busca de medalhas em eventos internacionais e a evolução do esporte de alto rendimento. Mas iniciativas como o acampamento militar mostram que é possível ir além. É óbvio que dentre os participantes do acampamento pode surgir algum talento excepcional. Mas isso seria apenas uma consequência. O objetivo principal, ali, é mostrar aos militares que a prática esportiva, mesmo após adquirir uma deficiência física, é possível. 

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#deolhonabase

A partir desta terça-feira (19) o Centro de Treinamento Paralímpico recebe as Paralimpíadas Escolares. Jovens de todos os estados do país estarão em ação, observados de perto por integrantes da elite do esporte nacional. Vale a pena acompanhar.

Edição: Verônica Dalcanal

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