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Tecnologia

Testamos o novo Motorola One Vision e câmera com “visão noturna” é destaque

Publicado

em

IstoÉ

Em outubro do ano passado, a Motorola lançou no Brasil o Motorola One, primeiro smartphone do programa Android One a chegar ao País. Segundo a empresa, as vendas do One foram boas e contribuíram para o lançamento de um irmão maior e mais caro, o Motorola One Vision. Testamos o novo lançamento e mostramos os detalhes do aparelho no teste.

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Design

Tela em 2%3A19 traz vantagem em jogos
IstoÉ/André Cardozo
Tela em 2:19 traz vantagem em jogos

A primeira coisa que chama atenção no Motorola One Vision é como o aparelho é comprido. A tela CinemaVision tem proporção de 21:9 (o mesmo formato do cinema, daí o nome), o formato mais alongado atualmente no mercado. A tela ocupa praticamente toda a frente do aparelho, com a exceção do “buraco” da câmera de selfie. Seguindo o padrão da Motorola, há botões apenas no lado direito (liga/desliga e volume).

A tela alongada é certamente uma vantagem em jogos, como mostrado acima. No caso de vídeos nem sempre, pois muitos são na tradicional proporção 16:9 e acabam sendo exibidos com as conhecidas tarjas pretas dos lados da tela.

Uma pequena desvantagem é que, com a tela alongada, fica mais difícil alcançar os apps do alto da tela usando uma só mão (isso, claro, dependendo do tamanho da sua mão!). Diferentemente da OneUI da Samsung, que torna mais fácil o acesso a conteúdo com uma só mão, a interface da Motorola não tem nenhuma otimização nesse sentido.

A parte traseira do One Vision é protegida por vidro. É um acabamento bonito e elegante, mas é um “ímã de digitais”. Felizmente, o One Vision já vem com uma capinha transparente na embalagem. Pode não parecer muito, mas é legal tirar o celular da caixa já com a capa em vez de ter que comprar uma à parte.

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Configuração e desempenho

Motorola One Vision
IstoÉ/André Cardozo
One Vision tem 128 GB de memória para armazenamento

O One Vision tem processador Samsung (uma novidade, já que a Motorola costuma usar Qualcomm) Exynos 9609 de 2,2 GHz, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. É uma configuração parruda, esperada para um smartphone na casa de R$ 2.000. Nos testes, o aparelho rodou bem e sem engasgos todos os apps usados. Testamos também alguns jogos mais pesados, como o Asphalt 9, de corrida, e todos rodaram muito bem. A tela alongada certamente é um grande benefício para quem gosta de jogar no smartphone.

No app de benchmarks AnTutu, o One Vision obteve a marca de 147.656 pontos. O valor fica longe de smartphones mais caros, como o S10, mas supera facilmente smartphones na casa dos R$ 1.000, que costumam ficar entre 70 mil e 90 mil pontos.

O One Vision tem uma bateria de 3.500 mAh, É um valor bem na média e o desempenho ficou dentro do previsto. Em nosso teste padrão, com vídeo do YouTube em tela cheia, brilho no máximo e Wi-Fi e Bluetooth ligados, durou 7h40min, um valor bem na média. No teste do dia a dia, de modo geral, deu para um dia de uso. Nada de excepcional, nem de ruim. Uma vantagem, pelo menos, é que o aparelho tem carregamento TurboPower. Dá para carregar metade da bateria em 30 minutos.

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Câmeras

Motorola One Vision
IstoÉ/André Cardozo
A câmera traseira do Motorola One Vision tem sensor de 48 MP

Um dos argumentos de venda mais promovidos pela Motorola é o conjunto de câmeras do One Vision. A traseira tem sensor de 48 MP e a tecnologia batizada de Night Vision, voltada para fotos em situações de pouca luz. Nos testes, deu para perceber que o recurso realmente funciona. Fotos tiradas à noite ficaram com melhor nível de brilho e cores mais naturais.
Para efeito de comparação, veja as duas fotos abaixo. A primeira tirada com o Motorola One, e a segunda com o One Vision.

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Foto tirada com um Motorola One
IstoÉ/André Cardozo
Foto tirada com o Motorola One


Foto tirada com o Motorola One Vision
IstoÉ/André Cardozo
Foto tirada com o Motorola One Vision

A traseira do aparelho tem ainda uma segunda câmera telefoto, de 5 MP, para fotografar objetos à distância. Nos testes, esse recurso também funcionou muito bem. Com 25 MP, a câmera de selfie também teve bom desempenho nos testes.

Software

Aqui temos um diferencial do One Vision. Por ser um produto lançado em parceria com o Google e parte do programa Android One, ele vem com uma versão do Android “pura” e atualizada, e tem atualizações de segurança garantidas por três anos e atualizações do Android garantidas por dois anos. O aparelho sai de fábrica com o Android 9 Pie e será atualizado para o Android Q quando essa versão for lançada.

Outra característica do Android One é que o aparelho vem apenas com os apps básicos do Google. Há apenas algumas leves personalizações da Motorola, como a possibilidade de usar gestos para acionar alguns recursos do aparelho, como lanterna e câmera, além de otimizações no software da câmera.

Concorrência

Outras opções para quem procura um smartphone mid-premium na casa de R$ 2.000 são os modelos da linha A da Samsung, como o A50 e o A70, e os aparelhos da linha Q da LG. Na própria Motorola, a opção com preço mais próximo é o Moto Z3 Play, e há ainda o Zenfone 5, da Asus.

Conclusão

Com o preço de R$ 2.000, o One Vision está na categoria que os fabricantes chamam de mid premium, aparelhos melhores que os intermediários, porém ainda inferiores aos mais sofisticados. No caso do One Vision, os principais destaques são a câmera, realmente superior às encontradas em smartphones intermediários, e a tela “alongada”. O preço do aparelho está acima da média de R$ 1.300 que o brasileiro costuma gastar com um novo smartphone, mas as qualidades do One Vision, principalmente a câmera, tornam o aparelho uma boa opção para quem está disposto a gastar um pouco mais.

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Ficha técnica – Motorola One Vision

  • Processador: Samsung Exynos 9609 Octa-Core 2.2 GHz
  • Memória RAM: 4 GB
  • Armazenamento: 128 GB (116 GB livres)
  • Tela: 6.3″ Full HD+ (1080×2520), proporção 21:9
  • Câmera traseira: dupla com sensores de 48 MP (principal) e 5 MP (telefoto), zoom digital de 8x
  • Câmera frontal: 25 MP, abertura de f/2.0, zoom digital 8X
  • Chip de operadora: pode operar com dois chips ou somente um + cartão de memória
  • Sistema: Android 9 Pie
  • Bateria: 3.500 mAh
  • Preço sugerido: R$ 1.999

Leia também: Boatos sobre o novo iPhone: aparelho pode ter dupla conexão Bluetooth para áudio

André Cardozo é jornalista e cobre tecnologia há mais de 15 anos. É editor de ISTOÉ Online e também edita o Norte, newsletter diária sobre tecnologia.

Fonte: IG Tecnologia
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5 dicas para usar menos dados móveis do seu pacote de internet

Publicado

em

Não importa se o seu plano é pré ou pós-pago, todos já recebemos uma mensagem da operadora de celular avisando que 100% de dados móveis foram utilizados. Isso significa, basicamente, que você gastou toda a sua internet e ficará dependente do Wi-Fi para acessar redes sociais e outros aplicativos que exigem uma conexão online. 

celular
shutterstock
É preciso ter um controle e saber economizar para que os dados móveis não acabem antes do fim do mês

Mas será que é possível economizar e fazer os  dados móveis  durarem até o fim do mês? Sim, tanto que vários aplicativos e os próprios smartphones já oferecem a alternativa de diminuir o uso do pacote de dados. Veja algumas dicas que podem te ajudar: 

1. Aposte na função “economia de dados”

Redes sociais que carregam fotos e vídeos, apps de música e séries, além de jogos para celular que precisam de conexão com a internet são alguns exemplos que exigem muitos dados do seu pacote mensal. Porém, é possível selecionar a opção “economia de dados” nas configurações de alguns apps, como é o caso do Instagram e Spotify, por exemplo.

Apesar de carregar o conteúdo mais devagar e não permitir que você acesse vídeos — já que estes gastam mais internet —, você pode usar seu 3G ou 4G sem se preocupar se a franquia vai acabar antes da hora. Além disso, assim que você se conecta ao Wi-Fi, a funcionalidade dos apps voltam ao normal e o carregamento não depende mais dos dados celulares. 

Aplicativos com versão “lite”, como Facebook e Facebook Messenger, também são alternativas para gastar menos internet. 

2. Desligue os dados móveis

Os próprios smartphones também dão uma opção para economizar dados: desligando-os. É possível desativar o uso de apenas alguns aplicativos que você não usa enquanto está fora de casa ou os dados celulares gerais e ficar totalmente sem conexão 3G ou 4G. 

Leia mais:  3 vantagens de ter um celular Xiaomi agora que a empresa está no Brasil

No iPhone, vá em “Ajustes”, “Celular” e desative o botão “Dados celular”; já no Android, é só ir em “Configurações”, “Uso de dados” e desativar a opção “Dados Móveis”. Nos dois sistemas também dá para escolher quais aplicativos podem usar o seu pacote de internet

3. Só faça downloads pelo Wi-Fi

Além de tentar usar o Wi-Fi para acessar a internet e redes sociais na maior parte do tempo, procure fazer download só se estiver conectado à rede. Não gaste seu 3G ou 4G para baixar nenhum aplicativo novo ou conteúdo, já que isso gasta muito mais os seus dados. 

A Netflix é um dos aplicativos que já permite que os usuários  baixem filmes e episódios de séries  no aplicativo como uma forma de economizar dados. Porém, existe uma função nas configurações, que é o botão “Somente Wi-Fi”m para garantir que nenhum download comece sem que o aparelho esteja conectado à uma rede. 

Atualizações de aplicativos em segundo plano são outras formas de ter certeza que as novas versões dos seus apps só serão baixados caso você acesse a internet pelo Wi-Fi. 

4. Baixe o conteúdo e use apps no modo offline

Além das séries da Netflix, também é fácil baixar músicas através do Spotify, Deezer e outros apps de música que consomem muita internet. Já quando falamos de funcionalidades, temos o Google Maps e o Maps.Me, que permitem baixar mapas personalizados e acessá-los sem 3G. 

A alternativa de acessar apps pelo “modo offline” é ótima para economizar dados, já que você pode baixar todo o conteúdo que quer consumir pelo Wi-Fi e não vai gastar a franquia do seu celular para isso. Só não esqueça de fazer download antes de se desconectar! 

Leia mais:  Os acessos aumentaram e o site está com problemas? Servidor VPS é a solução

5. Tenha um controle de dados móveis

Uma boa ideia para saber quanto de dados de internet você já gastou e ter um controle de quanto ainda pode usar até o fim do mês é usar aplicativos

Algumas alternativas são o My Data Manager (disponível para Android e iOS), 3G Watchdog (apenas para Android) ou o DataFlow (só para iOS) Eles conseguem acompanhar todo o seu gasto de internet, além de notificar quando os dados móveis estão perto de acabar ou quando sua franquia da operadora foi renovada. 

Fonte: IG Tecnologia
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