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Agricultura

Tereza Cristina debate com ministros indianos oportunidades no processamento de alimentos e produção de leite

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No primeiro dia de agenda na Índia, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) reuniu-se nesta quarta-feira (22) com a ministra de Indústria e Processamento de Alimentos da Índia, Harsimrat Kaur Badal, e o ministro da Pesca, Pecuária e Lácteos, Giriraj Singh.

Com a ministra indiana, Tereza Cristina discutiu oportunidade de investimento de empresas brasileiras no setor de processamento de alimentos do país asiático. Os indianos buscam recursos externos para cadeias de frios e redes de varejo, máquinas e equipamentos para indústria de alimentos e cooperação tecnológica. Já o Brasil tem interesse em ampliar a participação nos setores de carne de frango e sucos concentrados.

As duas ministras também conversaram sobre experiências de cooperativismo para aumentar a renda do pequeno produtor rural, bem como o uso exitoso do Plantio Direto, modelo brasileiro que pode ajudar os indianos na agricultura sustentável.

Produção de leite

O ministro da Pesca, Pecuária e Lácteos, Giriraj Singh, destacou a histórica relação entre Brasil e Índia no desenvolvimento da raça de gado Zebu. Ele ressaltou que o país procura parceiros para fomentar a produção de leite. O Brasil pode ajudar por meio do intercâmbio de técnicas de reprodução animal desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Em 2016, o governo indiano e a Embrapa firmaram um convênio para a troca de experiências na área de reprodução animal.

A ministra Tereza Cristina, por sua vez, reforçou o interesse do governo brasileiro em apoiar a implantação e operação de um Centro de Excelência de Produção Leiteira, que ajudará no melhoramento das raças e da produção, além de ajudar no incremento da rentabilidade dos produtores indianos.

Segundo a ministra, outro tema para parceria é a troca mútua de germoplasma (soma total dos materiais hereditários de uma espécie). Hoje, a Índia importa aproximadamente US$ 30 milhões por ano de material genético bovino, sendo 80% dos Estados Unidos. O Brasil busca ampliar a participação nesse mercado indiano, com a venda de material genético das raças zebuínas.

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Agricultura

Estados Unidos reabrem mercado para carne in natura do Brasil

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram nesta sexta-feira (21) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos a partir de hoje.

“Hoje recebemos com muita satisfação uma notícia esperada há muito tempo: a reabertura do mercado de carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos. Uma notícia que esperávamos com ansiedade há algum tempo e que hoje eu tive a felicidade de receber. É uma ótima notícia, porque isso traz o reconhecimento da qualidade da carne brasileira por um mercado tão importante como o americano”, disse a ministra Tereza Cristina. 

O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in natura derivados de animais abatidos a partir de hoje. No comunicado encaminhado ao Mapa, o FSIS disse que o Brasil corrigiu os problemas sistêmicos que levaram à suspensão e está restabelecendo a elegibilidade das exportações de carne bovina in natura para os Estados Unidos a partir de hoje. Além disso, o FSIS encerrará os casos pendentes de violação de pontos de entrada associado à suspensão de 2017.

Antes da primeira remessa, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Mapa (Dipoa) deve enviar uma lista atualizada de estabelecimentos elegíveis certificados. 

As compras de cortes bovinos do Brasil foram suspensas pelos Estados Unidos em 2017, devido às reações (abcessos) provocadas no rebanho, pela vacina contra a febre aftosa.

Desde o início do ano passado, a ministra tem feito diversas reuniões com o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, para tratar do assunto. Em junho de 2019, uma missão veterinária dos Estados Unidos esteve no Brasil para inspecionar frigoríficos de bovinos e suínos. A missão retornou em janeiro deste ano. 

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