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Suspeito de aplicar golpe ‘chupa-cabra’ em caixa eletrônico de Montanha

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A equipe da Delegacia de Polícia (DP) de Montanha, em uma operação integrada com a DP de Ecoporanga, o Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) e a Polícia Militar (PMES), prendeu um homem de 25 anos suspeito de integrar uma associação criminosa que aplicava o golpe conhecido como “chupa-cabra”, em Montanha. O mandado de prisão preventiva foi cumprido no último sábado (22), no Centro de Ecoporanga.

Durante a ação foram apreendidos equipamentos utilizados para a prática do golpe. De acordo com o responsável pelo caso, delegado Leonardo Ávila, o crime aconteceu no último dia 16 de agosto. “Assim que tomamos ciência, passamos a investigá-los e identificamos os três envolvidos, que são moradores da cidade de Ecoporanga”, disse.

Segundo o delegado, as investigações da delegacia mostraram que os suspeitos podem ter aplicado esse golpe em outros locais. “Conseguimos informações de que esses indivíduos teriam atuado na cidade de Ipatinga, no Estado de Minas Gerais”, afirmou.

O responsável pela prisão contou como os integrantes da associação criminosa agiam.  “Eles implantavam o equipamento conhecido como ‘chupa-cabra’ nos terminais eletrônicos das agências bancárias e, consequentemente, clonavam os cartões dos clientes e se apropriavam dos depósitos efetuados nos caixas eletrônicos. Com essa prisão, conseguimos desarticular essa associação criminosa. Agora, vamos em busca dos outros dois suspeitos para prendê-los”, destacou Leonardo Ávila

O detido foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Domingos do Norte, onde permanece à disposição da Justiça.

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Produtores rurais de quatro municípios do ES vão receber assistência técnica coletiva

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Resplendor (MG) - Imagem aéra mostra a a lama no Rio Doce, na cidade Resplendor ( Fred Loureiro/ Secom ES)

Atendimento será realizado pelo Incaper/Fundagres Inovar Linhares, Baixo Guandu, Colatina e Marilândia por três anos

Produtores rurais de quatro municípios capixabas impactados pelo rompimento da barragem de Fundão (MG) receberão serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) coletiva que vão auxiliar no processo de fortalecimento e retomada das atividades agropecuárias. São eles: Linhares, Baixo Guandu, Colatina e Marilândia.

O atendimento será realizado pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e a Fundação de Desenvolvimento e Inovação Agro Socioambiental do Espírito Santo (Fundagres Inovar), por meio do acordo de Cooperação Técnica e Financeira firmado com a Fundação Renova. A parceria tem duração de três anos e pode ser prorrogada.

Dentre as ações de Ater coletivo, estão contratação de especialistas, elaboração de documentos que orientarão a organização das cadeias produtivas da agropecuária, elaboração do modelo do Plano de Trabalho Integrado à Propriedade (documento que apresenta os requisitos mínimos das ações a serem executadas em cada propriedade),  cursos, dias de campo e palestras para atenderem a mais de 240 famílias em comunidades rurais atingidas.

“A parceria vai possibilitar maior suporte aos produtores rurais no processo de retomada das atividades agropecuárias e à readequação ambiental”, diz Rildo de Paula, coordenador de Uso Sustentável da Terra (UST) da Fundação Renova.

A iniciativa do Programa de Retomada das Atividades Agropecuárias da Fundação Renova atende à cláusula 125c do Termo de Transação e de Ajuste de Conduta (TTAC). Elas seguem as diretrizes e os princípios estabelecidos pela lei federal 12.188/2010, que institui a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER).

Sobre a Fundação Renova

A Fundação Renova é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, constituída com o exclusivo propósito de gerir e executar os programas e ações de reparação e compensação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão.

A Fundação foi estabelecida por meio de um Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC), assinado entre Samarco, suas acionistas Vale e BHP, os governos federal e dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, além de uma série de autarquias, fundações e institutos (como Ibama, Instituto Chico Mendes, Agência Nacional de Águas, Instituto Estadual de Florestas, Funai, Secretarias de Meio Ambiente, dentre outros), em março de 2016.

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