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Saúde

Sua gengiva sangra quando escova os dentes ou passa o fio dental?

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A gengivite é uma inflamação na gengiva causada por bactérias. Sua causa mais comum é a má escovação, pois favorece o acúmulo de placas bacterianas e restos de alimentos no espaço que fica entre o dente e a gengiva. Com isso a sua gengiva sangra.


Sua gengiva sangra? Saiba qual o tratamento ideal
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Sua gengiva sangra? Saiba qual o tratamento ideal

Após uma noite mal dormida, nós acordamos cansados e relaxamos na hora de escovar os dentes. Isso pode ser o início da gengivite. Uma vez formada a placa bacteriana, fica cada vez mais difícil de remove-la, sendo necessária a ajuda do dentista para reverter o quadro, onde sua gengiva sangra .

O sangramento acontece durante a escovação e ao usar o fio dental . Além de sangrar, a gengiva nesses casos fica inchada, dolorida , bem vermelha e causando o mal hálito também.

As placas bacterianas tem a característica de aspereza nos dentes, com o tempo elas se calcificam formando o tártaro ou cálculos dentais, causando as retrações na gengiva que começam a se afastar dos dentes e avançar para a periodontite, prejudicando mais ainda a saúde bucal e sistêmica.

Veja o que colabora para o aparecimento da gengivite:

* Genética; existem pessoas que já nasceram com predisposição genética para adquirir problemas na saúde das gengivas.

* A deficiência de vitaminas

* Má higiene bucal

* Medicamentos podem ser a causa também desse sangramento

* Diabetes

* Fumantes

* Gravidez , por ter uma alteração hormonal

* Deficiencias nutricionais

A avaliação profissional nesses casos é o ideal para um diagnóstico e tratamento adequado. Na maioria dos casos, são feitas raspagens locais, limpeza e profilaxia dental. Pode-se ainda, incluir o uso de anti-inflamatórios e antibióticos e até um controle da diabetes.

Doutor Bruno Puglisi ainda indica o uso de pastas, escovas e bochechos específicos para esses casos e diz que se tratada, a gengivite é um quadro reversível. Por isso, a importância de procurar um dentista quando a gengiva sangra é muito grande.

Leia mais:  Saiba como começar a introdução alimentar de maneira correta para o seu bebê

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Chega de moldes !! Agora com scanner 3 shape para escaneamento dos dentes

Uma publicação compartilhada por Bruno Puglisi (@brunopuglisi1) em 4 de Nov, 2016 às 11:04 PDT

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Saúde

Ex-ministro da Saúde é acusado de favorecer empresas na compra de medicamentos

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Ricardo Barros é acusado de improbidade administrativa durante sua gestão no Ministério da Saúde
Wilson Dias/Agência Brasil

Ricardo Barros é acusado de improbidade administrativa durante sua gestão no Ministério da Saúde

A Procuradoria da República no Distrito Federal, órgão do Ministério Público Federal, ajuizou uma ação contra o ex-ministro da Saúde e deputado federal Ricardo Barros (PP) por improbidade administrativa durante sua gestão no ministério. A investigação que resultou na ação teve início com a apuração de problemas na aquisição de medicamentos sem licitação por conta de demandas judiciais.

Leia também: Ministério da Saúde anuncia novas regras para repasse de recursos federais

Segundo o MPF, entre as irregularidades cometidas sob a gestão de Ricardo Barros estariam favorecimento de empresas, desrespeito à legislação sobre exigências no serviço público e de normas sobre licitações, prejuízo a patrimônio público, descumprimento de decisões da Justiça e medidas que teriam contribuído em casos que resultaram nas mortes de 14 pacientes.

O parlamentar ficou à frente da pasta da Saúde de 2016 a 2018, quando foi substituído por Gilberto Occhi. Saiu para disputar as eleições do ano passado, quando se reelegeu deputado federal pelo Paraná. A ação também abrange a empresa Global Gestão em Saúde e outros dirigentes integrantes da equipe de Barros à época, como Davidson Tolentino Almeida, ex-diretor do Departamento de Logística da pasta.

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Conforme a ação, teriam sido constatadas irregularidades em processos de compra de medicamentos para doenças raras, como Aldurazyme, Fabrazyme, Myozyme, Elaprase e Soliris. Nessas aquisições, o ministério teria favorecido empesas Global , Tuttopharma e Oncolabor, entre outras.

De acordo com a ação, essas empresas não tinham histórico de já ter realizado serviços de fornecimento desses medicamentos a governos. Elas teriam atrasado a entrega dos fármacos, além de terem sido selecionadas sem atenderem a todas as exigências, como ter a Declaração de Detentor de Registro. A Global, indica a ação, não teria nem licença de importação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para um dos medicamentos.

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Em um processo de compra emergencial em 2017, a Global teria ganho sem atender aos requisitos. O Ministério da Saúde teria sido avisado que a empresa não dispunha de todas as licenças, não era cadastrada pelo fabricante, nem tinha o medicamento em estoque. O MS, segundo a ação, não somente não cancelou o contrato como adiantou um montante à empresa para que ela adquirisse os fármacos.

“Não há como não classificar de flagrantemente ilegal e temerária tal conduta dos réus que, com a prática, obviamente beneficiaram indevidamente a empresa Global Gestão em Saúde, sem haver o Ministério da Saúde obtido qualquer contrapartida, desconto ou economia em troca do risco suportado”, conclui a ação.

Condenação de Ricardo Barros e ressarcimento


Ricardo Barros é acusado de favorecer empresas na compra de medicamentos
shutterstock

Ricardo Barros é acusado de favorecer empresas na compra de medicamentos

O MPF pede, além da condenação dos acusados por improbidade administrativa, reparação do dano moral coletivo dos pacientes afetados pelos problemas decorrentes das irregularidades na aquisição dos medicamentos , inclusas aí as 14 mortes em decorrência dessa situação. Além de ressarcimento dos pagamentos feitos à empresa, no montante de pouco mais de R$ 19 milhões em caráter liminar.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que inscreveu na Dívida Ativa da União o repasse de R$ 20 milhões feito à empresa Global pelo não atendimento do contrato de entrega dos medicamentos Myozyme, Fabrazyme e Aldurazyme, como o não cumprimento de prazo em relação à quantidade estabelecida.

No tocante à ação, o ministério respondeu que “realizou todos esforços, incluindo uma compra emergencial, para garantir a assistência aos pacientes que utilizam os medicamentos Aldurazyme, Fabrazyme, Elaprase, Myozyme e Soliris mesmo com as ocorrências conhecidas”. O órgão acrescentou que os processos de aquisição respeitaram a legislação.

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Por meio de nota, Ricardo Barros afirmou que o Ministério Público Federal escolheu “o lado errado da luta no Sistema Único de Saúde (SUS). Deveria acusar as empresas que mantém monopólio de representantes para explorar o erário público”. Segundo o parlamentar, a legislação foi cumprida rigorosamente para aquisições por judicialização da Saúde.

*Com Agência Brasil

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