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Sobreviventes de massacre nos EUA lançam proposta para restringir armas de fogo

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Columbine, um dos piores massacres da história americana


WASHINGTON — Sobreviventes do Massacre de Parkland, que deixou 17 mortos em uma escola na cidade da Flórida, em 2018, apresentaram nesta quarta-feira um plano para proibir a venda de rifles de assalto — o tipo de arma mais utilizado em massacres no país — e medidas para reduzir pela metade o número de vítimas de armas de fogo em uma década.

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 A proposta, que será enviada a todos os pré-candidatos à presidência, inclui um programa para a venda e descarte de armas usadas, além de um sistema federal para a emissão de licenças de porte. A iniciativa ainda prevê mais dinheiro para pesquisas sobre a violência, derrubando uma lei de 1996, que impede o uso de verbas federais para promover o controle de armas.

Além de ações específicas sobre a violência, o grupo quer que todos os cidadãos acima de 18 anos sejam automaticamente registrados como eleitores. Esse registro, hoje, é facultativo, assim como o voto.

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Desde o ataque na escola Stoneman Douglas , quando um ex-aluno matou 19 pessoas e feriu 17, um grupo de sobreviventes iniciou uma campanha nacional para alertar sobre a urgência de medidas para lidar com a violência das armas de fogo. O “ Marcha Por Nossas Vidas ” já mobilizou milhares de pessoas ao redor do país.

Um dos co-fundadores do grupo e sobrevivente do massacre, David Hogg, afirmou que a “hora de pensamentos e orações veio e se foi. Agora é hora de mudança real e ação real”.

Outra sobrevivente, Tyah Amoy-Roberts, diz que o tema tem que ser prioritário nos EUA.

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— Não podemos permitir que massacres em mercados, igrejas, shoppings e escolas se tornem o novo normal. 

A apresentação do plano vem semanas depois de uma série de ataques no país, como em El Paso , no Texas, e em Dayton , Ohio, que deixaram 31 mortos em questão de horas.

Lobby e resistência em Washington

Apesar da comoção pública, especialmente depois dos massacres, pouco vem sendo feito em Washington para exercer algum tipo de controle sobre armas que, em tese, deveriam ser usadas apenas por forças armadas. E não é por falta de apoio popular. Segundo uma pesquisa Reuters/Ipsos, publicada este mês, 69% dos americanos apoiam restrições “ fortes ” ou “ moderadas ” a armas de fogo, chegando a 84% entre os eleitores que se definem democratas e 56% entre os republicanos.

Para analistas, o maior empecilho a regras mais estritas para armas de fogo não está na Segunda Emenda da Constituição, que trata do direito do cidadão possuir armas de fogo, mas sim no lobby da poderosa e ricaAssociação Nacional do Rifle (NRA, sigla em inglês).

Segundo estimativas, mais de 370 congressistas receberam apoio financeiro da associação, com valores que vão de alguns milhares de dólares a até US$ 1 milhão. Neste cálculo não entram as doações da associação para a campanha presidencial de Donald Trump , que chegaram a US$ 30 milhões.

A NRA também ataca publicamente todos os que defendem maiores controles na venda de armas, como o “Marcha Por Nossas Vidas”. Em março de 2018, um mês depois do massacre em Parkland, quando o grupo organizou uma grande marcha em Washington, a associação fez várias postagens ironizando o ato.

“Bilionários que odeiam as armas e as elites de Hollywood estão manipulando e explorando nossas crianças como um plano para DESTRUIR a Segunda Emenda e nos retirar o direito de nos defender e defender nossas pessoas amadas”, dizia uma das postagens no Facebook.

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Em meio à pressão pública, o presidente Trump, um defensor das armas, sinalizou que poderia adotar medidas adicionais de controle de armas. Mas, nesta terça-feira, ele se encontrou justamente com o presidente da NRA, Wayne LaPierre , e disse que não iria avançar muito na questão da checagem de antecedentes dos compradores.

Nesta quarta-feira, porém, ele mudou o tom, dizendo que a violência de armas de fogo é uma “ emergência de saúde pública ”, afirmando acreditar que pessoas com problemas mentais não devem ter o direito de comprar armas.

Fonte: IG Política
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Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, sai da prisão após três anos

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Reprodução/Lava Jato
Léo Pinheiro

Dois dias após homologação do seu acordo de delação premiada, o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, saiu da prisão na carceragem da Polícia Federal em Curitiba na noite dessa terça-feira (17).

Agora, o executivo da OAS que estava preso desde 2016 será monitorado por uma tornozeleira eletrônica dentro de casa, em São Paulo. Um familiar foi responsável por buscá-lo na capital paranaense. 

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“Léo Pinheiro colaborou com a justiça , prestou todos os esclarecimentos devidos, apresentou provas, portanto, fez jus ao direito de cumprir a sua pena na sua residência”, afirmou representante da defesa de Léo, Maria Francisca Accioly, em declaração à colunista Bela Megale.

Fonte: IG Mundo
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