conecte-se conosco


Direto de Brasília

Sob risco de forte chuva, prefeitura do Rio de Janeiro muda protocolo de ações

Publicado

em


Chuva no Rio
Marcio Alves / Agencia O Globo

Cerca de 4 mil servidores municipais foram acionados para atuar na prevenção e na atenção à chuva

A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou neste domingo (14) medidas adicionais de prevenção que devem ser tomadas em caso de chuvas fortes a partir de hoje. Entre as ações, estão o uso de 87 escolas como abrigos e o acionamento de sirenes em algumas comunidades antes do índice pluviométrico previsto no protocolo.

As mudanças no plano de ação para chuvas foram anunciadas diante da  previsão de chuva moderada a forte que pode ocorrer hoje, incluindo possíveis pancadas muito fortes em pontos isolados.

As sirenes em comunidades com áreas de risco serão acionadas caso as chuvas atinjam 45 milímetros por hora e, em locais como a Rocinha, Vidigal e Babilônia, o acionamento pode ser antes desse índice.

Vias muito afetadas pelas chuvas neste ano poderão ser fechadas em caso de novos temporais. Estão na lista a Avenida Niemeyer, Estrada Grajaú-Jacarepaguá, Alto da Boa Vista, mergulhão da Barrinha, Estrada da Barra da Tijuca (entre as pontes velha e nova), Rua Jardim Botânico e mergulhão Billy Blanco (perto do Terminal Alvorada, na Barra da Tijuca).

Cerca de 4 mil servidores municipais foram acionados para atuar na prevenção e na atenção à chuva. Um dos alertas que a prefeitura faz à população é não descartar lixo nas ruas antes e durante temporais, pois a coleta de lixo só é retomada após as chuvas de grande intensidade.

Em caso de alagamentos, a prefeitura orienta a não caminhar pela água, não ficar na beira de rios e córregos, não forçar a passagem de carros em vias alagadas, dirigir com os faróis acesos e procurar permanecer em locais seguros, longe dos alagamentos.

Leia mais:  Doleiro Bruno Farina foi entregue ao Brasil, confirma Paraguai

Caso testemunhe um deslizamento, o cidadão deve se afastar e avisar imediatamente à Defesa Civil (199) e aos bombeiros (193). São indícios de futuros deslizamentos o aparecimento de fendas, afundamentos no terreno, rachaduras em paredes, inclinação de troncos de árvores e postes e água minando do chão.

Fonte: IG Política
Comentários do Facebook
publicidade

Direto de Brasília

Casos de extremismo budista no Sri Lanka cresceram nos últimos meses

Publicado

em


Atentado no Sri Lanka
St. Sebastian’s Church

Onda de atentados no Sri Lanka deixou mais de 200 mortos

Alimentado por monges radicais, o extremismo budista vem crescendo no Sri Lanka, onde uma série de atentados coordenados em igrejas católicas e hotéis de luxos deixaram  mais de 200 mortos neste domingo (21).

Os ataques a outras minorias religiosas aumentaram, particularmente contra a comunidade muçulmana, alcançando seu ponto mais violento em março de 2018, quando o governo do Sri Lanka decretou estado de emergência por 10 dias, pela primeira vez desde 2011, depois de uma série de confrontos entre muçulmanos e budistas, que deixaram três mortos.

O budismo Theravada é a maior religião do país, com adesão de cerca de 70,2% da população de quase 21 milhões de habitantes, segundo o censo mais recente. Hindus e muçulmanos compõem 12,6% e 9,7% da população, respectivamente. O país é também o lar de cerca de 1,5 milhões de cristãos que representam 7% da população, segundo o censo de 2012.

No ano passado foram registrados 86 incidentes de discriminação, ameaças e violência contra cristãos , segundo a Aliança Nacional de Cristãos Evangélicos do Sri Lanka, que representa mais de 200 igrejas e organizações cristãs do país. Só neste ano, a organização registrou 26 incidentes, incluindo a tentativa de boicotar uma missa por parte de monges budistas em 25 de março.

Leia também: Bolsonaro comenta terror no Sri Lanka: “Extremismo deixa rastros de morte e dor”

Após os ataques deste domingo, o arcebispo de Colombo fez um discurso duro, pedindo ao governo que “puna sem piedade”os responsáveis pelos atentados, mas pediu que a população “não fizesse justiça com as próprias mãos e mantivesse a paz e a harmonia no país”.

Leia mais:  Ministério Público abre inquérito para apurar incêndio na Favela do Cimento

“Queria pedir ao governo que faça uma investigação sólida e imparcial para determinar quem é responsável por este ato e também que os puna sem piedade, porque apenas animais podem se comportar assim”, declarou o arcebispo Malcom Ranjit.

Papa Francisco também condenou a “violência cruel”. “Quero expressar minha sincera proximidade com a comunidade cristã [do Sri Lanka], ferida enquanto se reunia em oração, e a todas as vítimas de tal violência cruel”, disse Francisco enquanto fazia a benção de Páscoa diante de milhares de

Neste domingo, o governo decretou um bloqueio temporário das redes sociais para evitar a disseminação de “informações incorretas e falsas” sobre a onda de ataques e o primeiro-ministro Ranil Wickremesinghe convocou uma reunião do conselho de segurança nacional em sua casa para o final do dia.

“Eu condeno veementemente os ataques covardes contra nosso povo hoje. Eu chamo todos para permanecerem unidos e fortes”, postou no Twitter.

O presidente do Sri Lanka , Maithripala Sirisena, pediu calma ao país, mas se mostrou em choque. “Por favor, fiquem calmos e não sejam enganados por rumores”, disse Sirisena em mensagem à nação. “As investigações estão em curso para descobrir que tipo de conspiração está por trás destes atos cruéis”, completou.

Fonte: IG Política
Comentários do Facebook
Continue lendo

São Mateus

Regional

Estadual

Nacional

Policial

Mais Lidas da Semana