conecte-se conosco



Política

Sem Judiciário independente não há democracia, diz Celso de Mello

Publicado

em


source
Celso de Mello
Nelson Jr./SCO/STF

Ministro voltou a participar das sessões após ficar afastado por questões de saúde.

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que, “sem um poder judiciário independente, não haverá liberdade ou democracia”. Declaração foi feita após o ministro ter sido alvo de críticas de Bolsonaro e de outros ministros do governo por conta de suas decisões.

Leia também: Doria diz que relação entre Brasil e EUA será afetada; entenda motivo

Segundo Celso de Mello, “sem um Poder Judiciário independente , que repele injunções marginais e ofensivas ao postulado da separação de Poderes e que buscam muitas vezes ilegitimamente controlar a atuação dos juízes e dos tribunais, jamais haverá cidadãos livres nem regime político fiel aos princípios e valores que consagram o primado da democracia .”.

O ministro retornou às sessões da segunda turma do STF após ficar afastado por problemas de saúde. Durante a sessão, a ministra Cármen Lúcia também afirmou que os ataques não enfraquecem o judiciário. “Agressões eventuais a juízes não enfraquecem o feito. A Justiça é o compromisso e a responsabilidade deste Supremo Tribunal Federal e de todos os seus juízes”.

Críticas

Após liberar o vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, Celso de Mello virou alvo de críticas de Bolsonaro e seus ministros. O presidente afirmou que a liberação do vídeo poderia configurar o crime de abuso de autoridade. 

Leia também: “Está sujando o nome das Forças Armadas”, diz Ciro Gomes sobre general Heleno

Já o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, criticou a decisão de apreender o os celulares de Bolsonaro e de seu filho Carlos. 

Comentários do Facebook

Política

Bolsonaristas provocam MBL após prisão de empresário: “Projeto tosco de poder”

Publicado

em


source
Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL
Reprodução/Facebook

Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pessoas ligadas a ele no governo federal fizeram uma provocação ao Movimento Brasil Livre (MBL) nas redes sociais lançando neste sábado (11) a hashtag #DerreteMBL. As publicação ocorre um dia depois da  prisão de um empresário ligado ao grupo.

Entre os que aderiram às provocações está ministro Marcelo Álvaro Antônio , que chefia a pasta do Turismo no Planalto. Ele usou o Twitter para acusar o grupo de ser “quadrilha”, citando o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), que é um dos nomes ligados ao MBL mais conhecidos.

“Essa turminha é muito boa em criticar, mas, na verdade, não passam de uma quadrilha com um projeto tosco de poder, capitaneada pelo ‘Dep. faKIM News'”, escreveu Álvaro Antônio.

Um dos ataques também veio do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, que disse que o MBL e outros deputados fazem parte de uma “milícia digital”.

O motivo das provovações foi o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão nesta sexta da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público contra nomes ligados ao MBL.

A operação, batizada de “Júnior Moneta”, investiga fraudes e desvios de até R$ 400 milhões. Apesar da ligação entre os presos e o MBL, o MP afirmou que os desvios até o momento não são da alçada política, e sim em empresas ligadas aos presos.

Um dos alvos foi Carlos Augusto de Moraes Alfonso, que usava o pseudônimo de Luciano Ayan nas redes sociais, e já foi considerado uma espécie de “guru” do MBL.

Comentários do Facebook
Continue lendo

São Mateus

Regional

Estadual

Nacional

Policial

ENTRETENIMENTO

POLÍTICA

Esportes

Mais Lidas da Semana

error: O conteúdo está protegido !!