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Economia

Secretário especial brasileiro é eleito presidente do Banco do Brics

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Agência Brasil

Marcos Troyjo
Fernando Frazão/Agência Brasil

Marcos Troyjo, novo presidente do Brics, é secretário especial de comércio exterior

O Conselho de Governadores do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês) elegeu, por unanimidade, em reunião realizada hoje (27), o brasileiro Marcos Troyjo, atual secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, para a presidência da instituição pelos próximos cinco anos.

Troyjo sucederá o indiano Kundapur Vaman Kamath, primeiro a comandar o NDB, criado na reunião de cúpula do Brics de Fortaleza, em 2014. O mandato do brasileiro começa em julho deste ano.

Economista, cientista político e diplomata, Troyjo tem experiência em estratégias de desenvolvimento no campo das políticas públicas, setor empresarial e mundo acadêmico. Foi cofundador e diretor do BRICLab, centro de estudos sobre o Brics na Universidade Columbia (Estados Unidos), onde lecionou economia e relações internacionais. Troyjo representa o Brasil em diversos conselhos de organizações econômicas multilaterais, entre elas o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Comitê de Desenvolvimento do Banco Mundial.

Informalmente conhecido como Banco do Brics, por ter como países-membros originais Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o banco conta com capital inicial de US$ 50 bilhões e capital autorizado de US$ 100 bilhões. O principal objetivo do NDB é apoiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável, públicos ou privados, nos países do bloco e em outras economias emergentes.

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Economia

Espírito Santo registra aumento de 30% em renegociação de dívidas

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Ofertas de flexibilização para o pagamento, além de facilidades para entrada e prestação a prazo, são alguns dos motivos pelo aumento da demanda

A pandemia do COVID-19 desencadeou uma crise econômica que tem assustado o mundo inteiro. Com a possível recessão global batendo à porta, milhares de pessoas veem a renegociação de dívidas como uma forma de amenizar os impactos na vida financeira. A QuiteJá , plataforma 100% digital de recuperação de crédito, registrou no estado do Espírito Santo um aumento de 30% em números de acordos realizados nos últimos meses.

De acordo com dados da Confederação Nacional de Comércio (CNC), a taxa de endividamento entre brasileiros chegou a 66,5%. Dentre as principais dívidas, estão as de cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal, consignado e financiamento de carros e imóveis.

De acordo com o CEO da plataforma, Luiz Henrique Garcia, mesmo vivendo um momento de crise e com o quadro econômico frágil, a época é boa para renegociar dívidas e manter o nome limpo na praça. “Posso afirmar que o momento é sim o ideal para negociar, talvez seja o melhor dos últimos tempos. Com este quadro de forma geral, praticamente, todos os bancos ou redes varejistas estão com excelentes opções e ofertas de desconto, prazos para pagamento e taxas de juros favoráveis. Portanto, se o cliente possui hoje condição de negociação, o ideal é não perder tempo e correr para aproveitar, pois, é uma ótima oportunidade de negociar dívidas”, declarou.

A procura pela startup tem um principal motivo, as ofertas de flexibilização para o pagamento, além de facilidades para entrada e prestação a prazo. A startup já alcançou a faixa de de 2 milhões de boletos pagos.

Criada em 2016 por Luiz Henrique Mensch Garcia e Rafael Abreu, a QuiteJá oferece suporte durante todo o processo de pagamento, apresentando oportunidades e planos de negociação, e sugerindo descontos que beneficiem todos os envolvidos. Com atuação nacional, a empresa já ajudou mais de 600 mil brasileiros a regularizarem os seus débitos. Em um cenário com 63,8 milhões de inadimplentes no país, a empresa estima dobrar o crescimento ao longo de 2020.

Alguns resultados da QuiteJá em 2020:

Acordos pagos pela QuiteJá: 600 mil

Valor aproximado recebido e repassado aos credores: R﹩ 220.000.000,00 (duzentos e vinte milhões de reais), sendo mais de R﹩ 55.000.000,00 (cinquenta e cinco milhões), só nos 4 primeiros meses de 2020.

Média de boletos pagos por mês: 110 mil boletos.

Desconto concedido: R﹩ 1,2 bilhões de reais em desconto já concedidos aos usuários.

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