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Saiba o que você faz que pode comprometer a saúde da bateria do seu celular

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Desde o ano passado, alguns modelos de iPhone com a  versão iOS 11.3 ou posterior conseguem acessar o recurso chamado “saúde da bateria”. Nele, é possível conferir qual é a atual capacidade máxima de energia e se o aparelho já teve o desempenho limitado para evitar que ele desligue de modo automático. Mas o que compromete essa “saúde”?


bateria de celular
shutterstock

bateria de celular

Ao iG Tecnologia , Maurício Vilar, técnico master da rede Suporte Smart, explica que a saúde da bateria é, basicamente, a vida útil dela. “Quanto mais utilizamos e carregamos, ela se desgasta. Isso diminui a capacidade de armazenamento de energia, logo faz com que nosso aparelho fique longe de uma tomada por menos tempo”, afirma.

Apesar de variar de aparelho para aparelho, existem duas práticas que são as maiores “vilãs” quando o assunto é ter uma bateria saudável; são elas: 

1. Carregar o celular durante a noite

Se você chega em casa, coloca seu smartphone para carregar e só o tira quando acorda pela manhã do dia seguinte, é melhor rever esse hábito. Segundo o profissional, essa prática é uma das piores quando o assunto é cuidar da vida útil dessa bateria. 

Isso porque quando você coloca o celular na tomada e vai dormir, ele continua funcionando e sempre vai perder um pouco dessa carga. Automaticamente, o  carregador tenta compensar a energia perdida até chegar em 100% e o aparelho continua sendo carregado a noite toda, o que faz com que ele esquente e reduz a capacidade da bateria com o tempo. 

2. Usar acessórios falsos

O uso de acessórios de baixa qualidade também tem faz com que você precise substituir sua bateria mais rápido. “Acessórios ruins tendem a enviar uma carga descontrolada de energia para a bateria, causando um ‘stress’ muito alto e danos a curto prazo”, explica Maurício. 

Leia mais:  Celular que vira um carregador sem fio? Sim! Saiba como compartilhar a bateria

Os acessórios falsos não possuem as tecnologias embarcadas como a dos originais ou aqueles que são homologados pelas fábricas, o que diminui a autonomia da bateria. 

Então, as dicas para manter uma bateria saudável são bem simples: carregue seu aparelho com os acessórios originais e, de preferência, quando a porcentagem estiver próxima aos 20%. Além disso, não esqueça de tirá-lo da tomara quando atingir 100%! “Essas prática podem aumentar em até 30% a vida útil da bateria”, afirma. 

Leia também: 10 táticas simples que podem te ajudar a economizar a bateria do seu celular

Como saber a saúde da bateria do meu celular?


bateria de celular
Reprodução

Você pode saber se a saúde da bateria do seu celular está em 100% observando quão rápido ela acaba ou através de apps


O técnico diz que a melhor forma de monitorar se a saúde da sua bateria está desgastada é no dia a dia. “Caso note que sua bateria tem durado cada vez menos e que você precisa carregá-la cada vez mais,  já é um sinal que ela deve ser substituída”, diz.

No caso do iPhone é possível ver a capacidade da bateria nas configurações, já se você tem um celular Android, existem aplicativos, como o AccuBattery, que fazem essa medição através do software do aparelho. Em ambos os casos, quanto mais perto do 100%, menor é o desgaste. 

Se a porcentagem estiver muito baixa, seu celular estiver desligando sozinho ou você precise ficar o dia inteiro com o carregador, procure uma assistência técnica . A dica é pesquisa por uma empresa que te ofereça garantia e ler depoimento de outros clientes. 

Maurício também explica que é possível fazer a troca sem afetar a vida útil do aparelho e a  saúde da bateria volte ao 100%. “No geral, aparelhos com cerca de um ano ou um ano e meio de uso tendem a dar mais problemas, uma vez que é durante esse período que a bateria perde sua capacidade e há a necessidade de trocá-la”, finaliza. 

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Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Quer ter uma casa inteligente? Saiba como deixá-la cada vez mais conectada

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Já pensou em ter uma casa inteligente que possibilita, com o emprego de tecnologias, tornar automáticas determinadas tarefas do dia a dia? Cada vez mais, esse conceito de automação residencial se aproxima do consumidor . Para quem deseja entrar nesse universo, saiba que é possível automatizar – e integrar – cada um dos ambientes.


mulher segura celular com a mão
shutterstock

Ter uma casa inteligente permite que o usuário use a tecnologia em diversas tarefas do dia a dia – e de forma fácil

Roberto Vichinsky, professor do curso de Engenharia Elétrica e Mecânica da Universidade Cruzeiro do Sul, ações cotidianas, como, por exemplo, acender uma lâmpada, controlar o nível de temperatura de um ambiente ou ligar uma cafeteira elétrica podem ser programadas em uma casa conectada

De acordo com o especialista, essas ações podem ser realizadas automaticamente por meio de um sistema programado ou comandos enviados remotamente pelo morador através de dispositivos como smartphones, tablets ou computadores. Tudo isso desde que tecnologias adequadas sejam empregadas para tais finalidades.

“Atualmente, em virtude das novas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), o conceito de automação residencial vai mais além do que simplesmente ligar e desligar aparelhos. Podemos, hoje, interconectar aparelhos domésticos e dispositivos diversos em uma rede de informações baseada na internet”, destaca Vichinsky.

Como exemplo, a implementação de um simples sistema para acender e apagar uma lâmpada por meio de um celular já caracteriza esse processo. No entanto, ele vai mais além. Para entender, a aplicação da automação em alto nível traz eletrodomésticos, sensores e atuadores que são, geralmente, interconectados em rede.

Vichinsky ressalta que todo esse processo é gerenciado por um sistema computacional, o qual oferece ferramentas para que o próprio usuário possa monitorar e controlar remotamente, e em tempo real, os equipamentos da sua residência. Uma vantagem é a possibilidade de se manter um histórico com as informações relevantes sobre cada um dos equipamentos conectados.

O que é possível automatizar?

Segundo Arthur Igreja, professor da FGV e especialista em tecnologia e inovação, é possível automatizar uma infinidade de processos hoje em dia. “Temos TV inteligente, portão, aspirador, robôs que fazem a limpeza, sensores de passagem, de som, de temperatura e umidade. É um ecossistema muito amplo”, aponta. 

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De fato, as possibilidades são amplas. “Qualquer aparelho ou dispositivo existente em uma residência é passível de automação, desde que exista viabilidade técnica para a implementação de uma interface que possibilite a integração desse equipamento com o ambiente de rede do sistema de automação”, completa Vichinsky. 

Para entender melhor, a interface é um circuito eletrônico que atua sobre o equipamento. “Ele executa comandos enviados pelo usuário por meio de um dispositivo (celular, tablet ou computador) conectado à rede, ou transmitindo dados desse equipamento para o ambiente de rede”, aponta o professor da Cruzeiro do Sul. 

Com um sistema adequado, quaisquer dispositivos podem ser controlados. Alguns exemplos são: controlar os níveis de intensidade luminosa de uma lâmpada; acionar motores para a abertura ou fechamento de portões, cortinas ou posicionamentos de câmeras de vigilância; e ligar ou desligar eletrodomésticos.

Em um evento realizado pelo Google em São Paulo, a empresa demonstrou como é ter uma casa conectada. Na sala, por exemplo, a instrutora ensinou como ligar e desligar um aspirador de pó apenas com o acionamento através da voz. Confira no vídeo abaixo essa e outras funções: 

Por onde começar?

Para aqueles que desejam entender, ou até mesmo implementar sistemas simples de automação residencial, o primeiro passo, segundo Vichinsky, é conhecer tecnologias que podem ser aplicadas para o nível de automação desejada, assim como possuir algumas noções básicas sobre eletrônica e programação.

O professor explica que, em um sistema básico de automação, existem duas pontas. “O aparelho que se deseja automatizar (incluindo o circuito eletrônico de interfaceamento) e o dispositivo utilizado pelo usuário para interagir com o aparelho (smartphone, tablet ou computador)”, destaca.

Em ambas as pontas, um aplicativo deve existir com a função de promover a comunicação entre os elementos envolvidos e a atuação sobre o aparelho a ser controlado. No dispositivo do usuário, um app deve receber os comandos e enviá-los para o circuito eletrônico de interfaceamento do aparelho, que deve executá-los.

De acordo com Maia Malu, Head de Marketing de Parcerias do Google Assistente, a tecnologia pode ser usada em diversos em ambientes – e há uma gama de diferentes parceiros justamente para isso. “A gente dá liberdade para o usuário começar da forma que ele quiser e do jeito que achar mais confortável”, ressalta. 

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Hoje em dia, já existem à venda no Brasil mais de 30 dispositivos de cerca de dez marcas com integração com o Google Assistente – e que permitem ter uma  casa conectada.  Desde 2017, o assistente virtual já está disponível em celulares Android e iOs e, agora, já fala português em aparelhos com caixas de som inteligentes. 

Em abril de 2019, as novidades foram as produzidas pela fabricante americana JBL . Isso significa que os brasileiros já podem dizer “OK, Google” para simplificar as funções rotineiras, como ligar a TV, acender a luz, ativar um alarme, acionar o aspirador, mandar um e-mail, colocar uma música e abrir ou fechar a cortina.

As caixas da JBL se juntam a Android TVs de marcas como Sony e TCl, e outros dispositivos como a Hue, lâmpada inteligente da Philips, o Roomba 890, aspirador-robô da iRobot, e a DCS-8000LH, câmera da D-Link, capazes de se conectar à internet e que contam com o Google Assistente como elemento de integração.

O que há além?

De acordo com o profissional da FGV, as alternativas são infinitas – e elas vão de acordo com o bolso do usuário. “As possibilidades são as mais variadas, como de reconhecimento de iris para entrar numa casa, uso da voz, de gestos, contagem de pessoas dentro de uma residência para poder melhorar o fluxo de ar e temperatura”, diz.

O especialista recomenda os dispositivos da Amazon e afirma que eles são muito simples e práticos. “Para dar um exemplo, hoje, é possível comprar uma lâmpada nos Estados Unidos que é inteligente. O que isso quer dizer? Na hora que ela é colocada no soquete, já pergunta em qual wi-fi deve conectar. E todos os comandos são feitos por voz”, exemplifica Igreja.

O professor da FGV ainda explica que até mesmo um dispositivo que não tem inteligência, como é o caso de um abajur, pode ser conectado em uma tomada smart e receber comandos por voz. “Ou seja, é possível agregar a capacidade de inteligência a dispositivos que já fazem parte da casa”, expõe.

Segundo ele, essa é uma analogia com o que acontecia com as TVs na década de 1960. “Tínhamos que levantar e ir até elas para aumentar ou diminuir o volume, mudar de canal. Isso então passou a ser feito com controle remoto e, depois, começou a ter aplicativos e, hoje, já é feito por meio de gestos ou voz”, explica.

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Quais as vantagens de ter uma casa inteligente?


casa conectada
shutterstock

Especialistas apontam os benefícios – e as vantagens – de ter uma casa conectada; segurança e comodidade são citadas


1. Segurança

Conforme explica Vichinsky, ter equipamentos conectados à rede doméstica permite proteger o nosso patrimônio, como, por exemplo, detectar pessoas estranhas que possam, eventualmente, entram na residência. “O sistema pode automaticamente acionar um alarme e enviar uma mensagem à polícia”, explica.

Outro ponto importante e que a automação residencial é útil é a capacidade de fazer a detecção de um vazamento de gás, capaz de colocar todos os moradores em perigo. “O sistema pode enviar um alerta para o celular do morador e, simultaneamente, acionar uma válvula para o corte do fornecimento de gás”, ressalta o profissional.

2. Praticidade e conforto

Isso se deve ao fato de tarefas recorrentes que podem ser realizadas automaticamente de maneira programada ou por meio de ação remota, como por exemplo, o acionamento de equipamentos por meio de smartphone, tablet ou computador conectados à internet (ação remota) ou o acionamento de equipamentos em horários programados (ação programada).

De acordo com Dárcio Silvestre Sabbadin, professor do curso de Engenharia da Computação da Universidade Anhembi Morumbi, algumas atividades rotineiras também ficam mais fáceis. “Fazer um café, descongelar uma comida, lavar roupas e etc, tudo isso comandado à distância, permitindo ao usuário mais qualidade de vida para poder dedicar-se à sua saúde”, diz.

3. Controle

Aqui, a vantagem está no fato de que o sistema pode manter uma base de dados com o histórico, por exemplo, do consumo de energia e do tempo de uso de cada equipamento conectado à rede. Esse histórico poderá ser utilizado pelo morador como relatório gerencial para a administração do seu sistema.

Casa inteligente tem a ver com integração, conveniência e inteligência dos dispositivos para que o usuário tenha comodidade, conforto e maior segurança. Ela vai até a interpretação de algortimos do que está acontecendo na imagem de uma câmera para poder prover segurança , mas sem que o morador tenha que atuar. Isso tudo graças à inteligência artificial”, finaliza Igreja.

Fonte: IG Tecnologia
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