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Saae suspende racionamento de água

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O nível do Rio São José, o Rio Pequeno, subiu e o racionamento foi suspenso; adutora da Lagoa Nova será acionada em casos emergenciais.
LINHARES – O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) traz uma boa notícia para os linharenses. O nível do rio São José, popularmente conhecido como Rio Pequeno subiu e, com isso, o racionamento de água na sede do município foi suspenso. A informação é confirmada pelo diretor da autarquia, Celso Pedroni. “O racionamento de água em Linhares está oficialmente suspenso devido a incidência das chuvas nos dois últimos meses do ano passado o que permitiu entrarmos num ciclo de recuperação do rio. Voltamos a fornecer água de boa qualidade aos linharenses”, explicou. A suspensão no racionamento já havia sido antecipada pelo prefeito Guerino Zanon durante a sua campanha eleitoral.
Mesmo com a regularização no abastecimento, o diretor do Saae destaca que economizar água deve ser a maior prioridade do cidadão.”A nossa orientação à população é que continue fazendo o seu papel, continue economizando, usando a água de forma racional porque é bom para a sociedade, para a natureza e para a qualidade de vida dos consumidores”, ressalta Pedroni. O racionamento na sede de Linhares começou no dia 17 de julho, quando o Saae interrompeu o fornecimento de água à 0h de domingos e quartas-feiras por 24 horas. Na época, a prefeitura informou que ação foi necessária por conta da baixa do Rio Pequeno.
Adutora em casos emergenciais
A nova adutora do município, instalada na Lagoa Nova, será acionada somente em casos emergenciais. Ela tem capacidade para atender cerca de 50% do consumo do município, contribuindo para reduzir a dependência de abastecimento do Rio Pequeno. A adutora tem extensão de 9 quilômetros e capacidade para captação de 200 litros por segundo. Quando acionada, a água captada na Lagoa Nova é levada para a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Linhares, de onde é distribuída para o município.
A obra da autora foi custeada pela Fundação Renova que empregou aproximadamente R$ 7 milhões. A Fundação Renova é uma instituição autônoma e independente constituída para reparar os danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, de propriedade da Samarco Mineração, localizada em Mariana (MG).

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