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Rompimento do hímen ainda é causa de dúvidas: Delas responde

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Iniciar a vida sexual é sempre um momento de ansiedade – preferencialmente positiva -, e as primeiras vezes nem sempre são as melhores, podendo até doer e provocar leves sangramentos, resultado do rompimento do hímen. Isto, no entanto, não é uma regra para todas as mulheres, já que a membrana pode ser mais ou menos flexível para cada uma, e vale ficar de olho no caso de sentir muita dor, principalmente se isso ocorrer com frequência, durante a penetração.


O rompimento do hímen costuma ocorrer após as primeiras relações sexuais envolvendo penetração, e pode doer
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O rompimento do hímen costuma ocorrer após as primeiras relações sexuais envolvendo penetração, e pode doer

O hímen é uma fina membrana localizada no interior do canal vaginal, normalmente com um orifício no centro para deixar passar secreções e a menstruação, e que se rompe nas primeiras relações sexuais, sendo comum que as mulhere sintam dor. Isso, porém, não é regra e sentir dor durante a penetração, principalmente no momento de iniciação da vida sexual, não está necessariamente relacionado ao rompimento do hímen .

É sobre isso que se pergunta um leitor do Delas (cuja identidade será preservada), que nos escreveu por e-mail: “Eu e a minha esposa estamos com dificuldade na hora da penetração. Ela foi ao ginecologista e deve realizar alguns exames, mas está com receio porque acha que ainda permanece virgem [com o hímen íntegro]. Como podemos saber onde está o problema?”

O rompimento do hímen


Durante o rompimento do hímen, sentir dores e sangrar é normal, mas não acontece para todas as mulheres
shutterstock

Durante o rompimento do hímen, sentir dores e sangrar é normal, mas não acontece para todas as mulheres

O rompimento do hímen costuma ocorrer após as primeiras relações sexuais envolvendo penetração, como explica a ginecologista, obstetra e terapeuta sexual Ana Paula Junqueira. Nesse momento, a membrana se desloca e vai se rompendo, “sobrando apenas um pequeno resquício, como se fosse uma cicatriz do rompimento, que é a parte que fica presa ao canal  vaginal e chamamos de carúnculas”.

Falando sobre a dor que algumas mulheres sentem devido ao rompimento do hímen, ela esclarece que, muitas vezes, a dor está mais relacionada ao preparo e nervosismo da mulher para a relação do que ao hímen em si. “Ela estar bem lubrificada, com vontade e confortável no momento, com alguém que elas confiam, interferem se ela vai sentir dor ou não, e pode não ter nada a ver com o rompimento da membrana”, ressalta.

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Com relação à dúvida do leitor, Ana Paula diz que é possível, sim, que não tenha ocorrido totalmente o rompimento do hímen, isso não é incomum. Entretanto, para saber se este é o caso, apenas por meio de um exame ginecológico que, segundo ela, é bastante simples.

“Aí, quando não ocorre totalmente o rompimento do hímen, a mulher vai continuar sentindo dor ou desconforto, mesmo depois de ter as primeiras relações sexuais. Porém, às vezes, não é isso que acontece. Pode ser o  caso de uma dispareunia [dor que a mulher sente quando o pênis atinge o fundo do canal vaginal] ou mesmo um vaginismo [quando a vagina rejeita qualquer toque e se contrai, impedindo a penetração], e isso tem que ser considerado para encaminhar a paciente para o tratamento correto”, afirma.

Tipos de hímen


O tipo de membrana pode interferir no rompimento do hímen; em alguns casos, uma interferência cirúrgica é necessária
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O tipo de membrana pode interferir no rompimento do hímen; em alguns casos, uma interferência cirúrgica é necessária

É importante considerar que existem “tipos” diferentes de membrana, ou seja, ela pode adquirir diferentes formas e resistências, e isso “afeta” o rompimento do hímen, podendo ser até necessária uma intervenção cirúrgia, em alguns casos.

O tipo mais comum, presente na maioria das mulheres, é o hímen anular. “Ele vai se acomodando e se rompendo conforme acontece a penetração, podendo sangrar um pouco e provocar certa dor em algumas mulheres ”, explica a ginecologista, obstetra e terapeuta sexual.

Outro tipo bastante comum é o hímen complacente . “Ele permite que aconteça a penetração, sem dor, mas aquela membrana fica ali. Demora mais para se romper, ou não se rompe, mas é bastante flexível e se adapta durante a relação sexual.”

Existem mais três tipos, menos comuns, e que dão um pouco mais de trabalho para se romper. O primeiro deles é o hímen septado: no orifício da membrana, há uma pele que divide esse orifício em dois. “Essa pele no meio da abertura é mais resistente que o resto da membrana. Aí o médico pode sugerir o uso de lubrificantes, de alguma pomada específica ou ele mesmo pode cortar a pelinha para aliviar o incômodo que a paciente vai sentir”, explica Ana Paula.

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A segunda variante é o hímen cribiforme. Neste caso, a membrana se assemelha a uma rede, com vários furinhos, que permitem a passagem normal de secreções e da menstruação normalmente, mas é bem mais resistente. Em mulheres com hímen cribiforme, a ruptura acaba sendo dificultada e a dor é bem mais comum, “pode até exigir uma intervenção cirúrgica para realizar o rompimento do hímen”.

Por fim, ainda existem mulheres que nascem com o hímen do tipo imperfurável. Mas as que nascem com essa condição costumam detectá-la antes mesmo de ter a primeira relação sexual, pois a membrana, sem nenhum tipo de orifício, impossibilita até mesmo a passagem de secreções e do sangue menstrual.

“Quando a menina menstruar pela primeira vez, o sangue vai ficar retido no canal vaginal, ele não vai ser eliminado pelo corpo, e isso vai provocar muita dor nela, além de aquele sangue parado poder provocar complicações. Aí a paciente tem de ser levada direto para o centro cirúrgico para ser realizada uma perfuração e ainda drenar o sangue que ficou preso no canal vaginal”, explica a médica.

O hímen imperfurável, porém, é extremamente raro. Por outro lado, existem ainda mulheres que nascem sem o hímen, que se forma ainda na fase fetal – e não há nenhum problema nisso, até porque, ter ou não a membrana não é indicativo de virgindade, muito menos de pureza.

Leia também: Você conhece sua pepeca? Saiba tudo sobre vagina, vulva e região íntima

Tem mais dúvidas sobre o rompimento do hímen , sexo e posições sexuais Entre em contato conosco pelo  sexo@igcorp.com.br e nós traremos um especialista para respondê-la com sigilo total!

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Mulher

Corrimento vaginal muda com uma IST? Como isso afeta o sexo? Delas responde

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Quando uma pessoa contrai uma IST (Infecção Sexualmente transmissível), sua vida pode mudar de diferentes formas. Uma leitora do Delas , por exemplo, relatou que notou seu corrimento vaginal com um odor diferente do que costumava ser antes dela contrair clamídia. Mas isso é normal?


IST (Infecção Sexualmente Transmissível) pode mudar o odor do corrimento vaginal, mas tratamento pode resolver isso
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IST (Infecção Sexualmente Transmissível) pode mudar o odor do corrimento vaginal, mas tratamento pode resolver isso

De acordo com a ginecologista e sexóloga Nelly Kim Kobayashi, a infeção por Chlamydia trachomatis pode ser assintomática, ou seja, não apresentar nenhum sintoma. “Por outro lado, em alguns casos pode se manifestar com alteração da secreção vaginal , semelhante a pus, espesso, amarelado e com odor malcheiroso”, explica sobre o corrimento vaginal .

“A mulher que está infectada com clamídia pode também apresentar dor pélvica, dor na relação sexual  (na profundidade), sangramento com a relação sexual, sangramento fora do período menstrual ou dor ao urinar.” 

Com o tratamento sendo feito da forma correta, porém, a secreção vaginal deve voltar ao normal. Caso isso não aconteça, o indicado é voltar ao ginecologista, já que pode ser necessária a realização de exames complementares, “pensando em outro diagnóstico ou resistência bacteriana”, como explica Nelly.

Meu corrimento vaginal está estranho, o que eu faço?


Caso a mulher note diferença no cheiro do corrimento, é indicado que procure um ginecologista para fazer uma avaliação
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Caso a mulher note diferença no cheiro do corrimento, é indicado que procure um ginecologista para fazer uma avaliação

Caso uma mulher sinta que seu corrimento não está como costumava ser, se sente que está malcheiroso, o profissional mais adequado para uma avaliação é o ginecologista. “A auto medicação sempre deve ser evitada, pois pode mascarar sintomas e dificultar a avaliação médica”, completa Nelly. 

As secreções vaginais costumam aparecer na vida da mulher quando ela inicia a fase reprodutiva, junto da menstruação. O líquido que sai da vagina vai variar de acordo com fatores que interfiram nos hormônios da mulher, como o próprio ciclo menstrual.

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Sendo assim, dependendo do período em que a mulher está, ela pode ter mais ou menos corrimento, com textura, tonalidade e quantidade de muco diferentes. A secreção normal não coça e não tem cheiro ruim, mas pode ficar amarelada após um dia todo usando a mesma calcinha – e até por isso às vezes é interessente trocar a roupa íntima.

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Por isso é importante conhecer nossos próprios cheiros e nossas secreções. Não precisa ficar com nojo ou receio de olhar a calcinha e “fazer uma análise” no que tem ali, já que isso é importante para a gente perceber quando há algo de errado com o nosso corpo.

Um sinal de alerta é quando, junto com a calcinha molhada, começam a surgir dores, cheiro forte, incômodo, irritação local, coceira, vontade alterada de fazer xixi ou até dor ao urinar. Além da própria mulher tomar os cuidados necessários para conhecer o próprio corpo, a visita anual a um ginecologista também é sempre indicada para evitar esses problemas. 

Tem dúvidas sobre sexo, sexualidade ou corrimento vaginal ? Entre em contato conosco pelo email sexo@igcorp.com.br . Nós traremos uma especialista para respondê-la com sigilo total.

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