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Saúde

Rio tem 5.686 mortes e 56.732 casos de covid-19

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O estado do Rio de Janeiro registrou 5.686 mortes e 56.732 casos confirmados de covid-19. Os números foram divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta terça-feira (2). São mais 224 óbitos e 2.202 casos nas últimas 24 horas. Há mais 1.204 mortes em investigação e 41.838 pacientes se recuperaram da doença.

A capital lidera o número de mortos, com 3.828 casos, ou 67,3% do total no estado. Os demais municípios com maior número de óbitos são Duque de Caxias (254), Nova Iguaçu (191), São Gonçalo (166), Niterói (113), Belford Roxo (107), São João de Meriti (94), Magé (89), Itaboraí (81), Mesquita (64), Itaguaí (49), Petrópolis (44), Nilópolis (40), Angra dos Reis (38), Maricá (36), Volta Redonda (36), Campos dos Goytacazes (32), Macaé (32) e Teresópolis (30).

Entre o número de infectados, a liderança também é da capital, com 31.204 casos confirmados, ou 55% do total no estado. Entre os demais municípios com maior número de casos estão Niterói (3.252), Nova Iguaçu (1.827), São Gonçalo (1.734), Duque de Caxias (1.584), Itaboraí (1.253), Queimados (1.056), Angra dos Reis (1.054), Macaé (902), Belford Roxo (784), Campos dos Goytacazes (779), Volta Redonda (778), São João de Meriti (769), Magé (652), Teresópolis (548), Mesquita (512), Maricá (507), Petrópolis (433), Itaguaí (424) e Cabo Frio (382).

O estado do Rio aparece na segunda posição em número de casos e de óbitos de covid-19 no país, atrás de São Paulo. Por conta disso, o governador Wilson Witzel prorrogou as medidas de isolamento até o próximo dia 5 de junho. Já o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, iniciou nesta terça-feira o processo de retomada das atividades, que serão escalonadas até o mês de agosto.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Surto de covid-19 nas Américas está longe de acabar, dizem cientistas

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Enquanto em vários países europeus os gráficos que acompanham a evolução da pandemia de covid-19 demonstram um controle da doença, ao menos temporário, na América Latina, um estudo do Observatório Fluminense Covid-19 (https://www.covid19rj.org) aponta que o momento é de aumento do número de casos e mortes ou uma estabilização em patamares muito elevados no continente.

Dos 15 países da América Latina analisados pelo projeto (não entram no monitoramento do grupo El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras e Nicarágua), o gráfico chamado de semáforo indica que apenas Cuba e Uruguai estão no indicador verde, que significa que o país está “vencendo” a epidemia quanto ao número de casos registrados por semana. Na métrica por número de mortes por semana, o Paraguai também entra no verde.

Estão na cor amarela, que indica “quase lá” no enfrentamento à pandemia, Chile, Equador e Paraguai para novos casos por semana e apenas o Equador para o número de mortes. Todos os outros estão no vermelho para as duas medidas, ou seja, “precisam agir” para controlar a disseminação do novo coronavírus.

Gráfico de novos casos de covid-19 na América Latina Gráfico de novos casos de covid-19 na América Latina

Gráfico de novos casos de covid-19 na América Latina – Covid Observatório Fluminense

Curva epidemiológica

O Observatório Fluminense Covid-19 é formado por cientistas e estudantes de sete instituições de ensino e pesquisa, entre elas a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Federal Fluminense (UFF).

Integrante do projeto, o professor Americo Cunha, do Instituto de Matemática e Estatística da Uerj, destaca que o gráfico indica uma tendência da pandemia e a cor muda de acordo com o desenho formado pela curva epidemiológica.

“A gente classifica a situação em vermelho, amarelo ou verde de acordo com a forma do gráfico. Quando a epidemia passa, a curva segue um esquema: ela sobe, passa por um platô e depois desce. Não é igual para todos os países, pode ser mais inclinado para esquerda ou para direita, a subida mais lenta ou mais rápida. Se você olhar a curva de Cuba, por exemplo, ela já tem esse formato fechado. Equador está em amarelo porque subiu, desceu, subiu e está estacionado num patamar ainda relativamente alto”.

O número de casos por milhão de habitantes varia muito na região, indo de 212 em Cuba e na faixa de 280 no Uruguai e na Venezuela, até 15.800 no Chile. Panamá e Peru estão na faixa de 9.500 por milhão e o Brasil em 8 mil por milhão.

Em número de mortes, Venezuela e Paraguai registram três óbitos por milhão, a Costa Rica tem cinco e Cuba e Uruguai estão com oito mortes por milhão de habitantes. Na ponta oposta, estão acima de 300 mortes por milhão o Chile, o Peru e o Brasil. Os dados foram consolidados na quarta-feira (8).

Gráfico de mortes por covid-19 na América Latina Gráfico de mortes por covid-19 na América Latina

Gráfico de mortes por covid-19 na América Latina – Covid Observatório Fluminense

Epidemias internas

Cunha explica que a América Latina tem países de tamanhos muito diferenciados, portanto é limitado fazer uma análise abrangente do ponto de vista epidemiológico. De acordo com ele, a métrica global de cada país deve ser levada em conta como uma média das epidemias internas.

“Cada país tem mais de uma única epidemia em curso. O Brasil mesmo tem centenas de epidemias, cada uma com seu curso próprio, algumas onde já está esgotando, outras ainda acelerando. O mesmo panorama acontece na América Latina nos diferentes países. Mas em países muito pequenos, na América Central, no Uruguai, o número global do país é um bom termômetro da situação local”.

Fiocruz

O último boletim do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cris-Fiocruz) sobre o Panorama da Resposta Global à Covid-19 (), divulgado na terça-feira (7), destaca que as Américas são o atual epicentro da pandemia e concentram mais de metade dos mortos e dos casos no mundo, liderados, de longe, por Estados Unidos e Brasil, únicos países que alcançaram a casa do milhão de infectados.

O planeta passa dos 12 milhões de casos confirmados de covid-19 e dos 556 mil óbitos, com Estados Unidos passando de 3 milhões de casos e de 133 mil mortes. O Brasil tem 1,8 milhões de casos e ultrapassou 70 mil mortes, o que corresponde a um estádio do Maracanã lotado.

Sobre América Latina, o boletim alerta que a disseminação da doença continua intensa na América Central, com uma situação um pouco melhor nas ilhas do Caribe e destaca que as medidas precoces adotadas no início da pandemia no continente ajudaram a evitar uma tragédia maior, embora no momento a pressão pela reabertura esteja grande.

“Manter essas medidas não tem sido fácil, principalmente devido ao seu impacto econômico e social. Os governos estão agora sob pressão para diminuir as restrições por razões econômicas e políticas, mesmo com o aumento da transmissão. Nesse sentido, a situação na Colômbia é impressionante”, informa o documento.

Os dados do Observatório Fluminense indicam que a Colômbia está com uma curva crescente no número de casos e de mortes por covid-19. No México, terceiro país com mais mortes no continente americano, o relatório do Cris-Fiocruz destaca a taxa de mortalidade por covid-19 entre crianças está três vezes maior do que nos Estados Unidos, enquanto a capital, Cidade do México, planeja a reabertura.

No Peru, o bloqueio nacional foi suspenso e a quarentena passa a ser nas regiões mais afetadas enquanto o Uruguai reabriu as escolas. 

A análise do Cris-Fiocruz aponta que o surto nas Américas pode permanecer com picos pelos próximos dois anos.

“Na ausência de tratamentos eficazes ou de uma vacina amplamente disponível, espera-se que a região das Américas experimente surtos recorrentes da covid-19 nos próximos dois anos, que podem ser intercalados por períodos de transmissão limitada. Nesse sentido, todos têm que se adaptar ao novo modo de vida e redefinir nosso senso de normalidade”.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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