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Agricultura

Resultados do grupo de trabalho de agrometeorologia devem ficar prontos até 7 de maio

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No próximo dia 29, o Grupo de Trabalho de Agrometeorologia vai se reunir na Embrapa em Campinas para validar relatório prévio de diagnóstico, que será utilizado para fundamentar propostas e planos de ação para a melhoria dos serviços de meteorologia e monitoramento climático da agricultura. Os resultados devem ser apresentados até 7 de maio.

Informações meteorológicas e climatológicas são fundamentais para o funcionamento das políticas agrícolas como o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), Garantia Safra (GS) e Zoneamento Agrícola de Risco Climáticos (Zarc).

“São programas que oferecem ao produtor a possibilidade de mitigar riscos das perdas decorrentes de intempéries climáticas adversas, explica Pedro Loyola, diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa. A secretaria coordena o grupo juntamente com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

“Melhores serviços de meteorologia agrícola e de monitoramento podem prover os agentes privados e públicos com informações mais adequadas das situações climáticas que afetam as atividades do setor produtivo. Contribuem assim com o melhor planejamento dos empreendimentos, mitigando as perdas por adversidades climáticas e representam redução de custos de produção como o valor das apólices de seguro rural e a otimização do uso de insumos agropecuários”, observa Loyola.

Instituído pela Portaria 74, de 21 de fevereiro, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o grupo esteve reunido no último dia 11, no Inmet, em Brasília, para fazer um diagnóstico dos serviços de meteorologia agrícola do Governo Federal.

Participaram representantes da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Inmet, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) e Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber).

Leia mais:  LEITE/CEPEA: Preço segue em queda pelo segundo mês consecutivo

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA
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Agricultura

MERCADO DE TRABALHO/CEPEA: População ocupada no agronegócio se mantém estável em 2018

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Cepea, 19/03/2019 – A População Ocupada (PO) no agronegócio brasileiro manteve-se estável entre 2017 e 2018, somando 18,20 milhões de pessoas, de acordo com pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, com base em dados da PNAD Contínua, do IBGE. No acumulado do ano, a participação do setor agro no total de ocupados no Brasil foi de 19,82%, ligeiramente inferior aos 20,11% observados em 2017.

 

Considerando-se os segmentos que compõem o agronegócio, de 2017 para 2018, foram observadas reduções no número de ocupados para os elos de insumos (de 1,43%), primário (de 0,77%) e indústria (de 0,56%). Por outro lado, o número de pessoas atuando em agrosserviços cresceu 1,12%. Pesquisadores do Cepea destacam que, ao ponderar os resultados pela importância que cada atividade detém no setor, nota-se que as culturas que mais impactaram na redução do contingente de ocupados na agropecuária foram os cereais e as atividades de pesca e aquicultura. No caso das agroindústrias, a queda observada esteve atrelada às indústrias de açúcar, moagem, bebidas, têxteis de base natural e papel e celulose.

 

Ao avaliar a mão de obra do agronegócio em termos de posição na ocupação, verifica-se continuidade na tendência de elevação no número de empregados sem carteira assinada observada nos últimos anos. De fato, o montante de ocupados nesta situação passou de 3 milhões em 2017 para 3,12 milhões em 2018. Contudo, cabe destacar que este movimento é também realidade para o mercado de trabalho do País como um todo. Os dados apontam que, entre 2017 e 2018, o total de empregos informais no Brasil aumentou 4,24%, ao passo que, no agronegócio, este percentual foi de 3,9.

Leia mais:  Valor da produção agropecuária é de R$ 565,6 bilhões

 

Os rendimentos médios obtidos por ocupados no agronegócio, por sua vez, apresentaram crescimento real entre 2012 (início da série histórica) e 2018. No ano passado, os valores segmentados com base em posições na ocupação foram: de R$ 1.759,14 para empregados e outros (com alta de 10,92% em relação ao início da série), de R$ 5.567,49 para empregadores (alta de 1,43%) e de R$ 1.263,44 para trabalhadores atuando por conta própria (elevação de 7,54%).

 

Clique aqui e acesse o boletim completo!

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o Mercado de trabalho do agronegócio aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e os pesquisadores Leandro Gilio e Nicole Rennó: (19) 3429-8836 / 8837 e cepea@usp.br

Fonte: CEPEA
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