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Respiradores roubados são apreendidos pela Polícia Civil de Minas Gerais

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Respirador é o principal equipamento usado em pacientes com a Covid-19
Agência Brasil

Respirador é o principal equipamento usado em pacientes com a Covid-19

Uma carga de cinco respiradores avaliada em R$ 250 mil foi apreendida na tarde desta segunda-feira (13) pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Os equipamentos foram roubados na madrugada da última sexta em Ribeirão das Neves, cidade que fica na região metropolitana de Belo Horizonte . O estado é um dos que  mais sofre com a falta de equipamentos e testes.

De acordo com informações da corporação, a carga partiu de Serra, no Espírito Santo, e tinha como destino Cuiabá, no Mato Grosso.

Na ação do roubo, que foi por volta das 2h, o veículo que estava transportando os aparelhos foi cercado por outros três carros. Quando o veículo parou, oito homens fizeram a abordagem do motorista e o mantiveram como refém até que o crime fosse concluído.

Com base no depoimento da vítima, a equipe da Delegacia Especializada em Investigação e Repressão ao Furto, Roubo e Desvio de Carga, do Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), iniciou as investigações.

Na apuração, as autoridades chegaram à conclusão que os suspeitos deixaram a carga em uma estrada vicinal entre Belo Horizonte e Santa Luzia, na mesma região, onde o material foi apreendido. O objetivo seria despistar a polícia.

De acordo com o delegado César Matoso, a PCMG já tem pistas dos carros usados pelos bandidos e trabalha em suas identificações. “Estamos, neste momento, no encalço dos criminosos, que ainda estão em posse do veículo da vítima”, disse.

A suspeita é que os envolvidos sabiam do conteúdo da carga, já que o veículo que a transportava era de pequeno porte e não chamava atenção. “Por se tratar de respiradores, equipamentos que atualmente têm uma grande procura, o valor econômico desse tipo de material no mercado é muito alto. Isso poderia ter despertado o interesse deles”, afirmou Matoso.

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Homem acusado de estuprar as próprias filhas é preso

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Crime de abuso sexual foi cometido quando as crianças tinham 5 e 9 anos

Um homem acusado de abusar sexualmente de duas filhas durante cinco anos foi preso nesta terça-feira em Cabo Frio, na Região dos Lagos. O crime aconteceu entre os anos de 2008 e 2013 quando as meninas tinham 5 e 9 anos, respectivamente. Os abusos só foram denunciados à polícia quando uma terceira filha adotiva do homem o denunciou. A jovem, hoje com 12 anos, também foi vítima do próprio pai quando ainda tinha 5 anos.

Segundo as investigações da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), que começaram em abril deste ano, o homem de 39 anos passou a ameaçar as crianças de morte caso elas contassem sobre os abusos para a mãe. Entretanto, em 2013 uma das meninas contou que tinha relações com o pai.

Só agora, depois de sete anos, a filha adotiva do acusado teve coragem para denúncia-lo. O criminoso foi capturado em casa, no bairro Caiçaras.

— Nesse caso, a família foi ameaçada e ele sempre disse que iria matar a mãe e as meninas. Só agora ela teve coragem de denunciar o próprio pai. Com isso, houve um encorajamento da mãe das outras crianças para denunciá-lo. É importante a denúncia. Não tenham medo. Existem formas de garantirmos a segurança delas — afirmou a delegada.

O acusado foi preso por estupro de vulnerável após a decisão da 1ª Vara Criminal de Cabo Frio. Ele vai responder pelo crime preso.

“É normal abusos sexuais na Região dos Lagos”, diz delegada

De acordo com a delegada Ana Lúcia da Costa Barros, após assumir a especializada da Região dos Lagos — que investiga crimes contra mulheres que acontecem em São Pedro da Aldeia, Arraial do Cabo, Búzios e Cabo Frio — notou muitos crimes contra menores.

— Identificamos que é muito comum o abuso sexual de crianças na Região dos Lagos, seja por pai, padrasto, avô ou pessoas muitos próximas dessas crianças. Muitos deles são contra crianças entre 5 e 9 anos. Meninas dessa idade que já não são mais virgens. Então, percebemos que é uma cultura de normalidade. A família, muita das vezes sabe, e não denúncia — conta Ana Lúcia.

Segundo a delegada, a prisão do abusador é “importante porque ela não pode ser naturalizada”:

— Que essas mães e pessoas próximas que desconfiem, denunciem para que essa criança seja acompanhada. Crimes dessa natureza compromete o desenvolvimento dessa criança e desse adolescente na vida adulta.


(*IG)

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