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Economia

Reforma de Previdência: Carlos da Costa quer rediscutir capitalização em 5 anos

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Retrato Carlos da Costa arrow-options
Tânia Rêgo/Agência Brasil -3.1.2018
Secretário do Ministério da Economia Carlos da Costa repercute fala do vice-presidente Hamilton Mourão

O secretário de Produtividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, defendeu que, mesmo após a aprovação da reforma da Previdência  , o país terá que retomar a discussão sobre o  regime de capitalização  em cinco anos. Ele mencionou a fala do vice-presidente Hamilton Mourão, durante a abertura do evento II Rio Money Forum, na FGV-IBRE, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira.

Leia mais: Mourão diz que Previdência terá que ser discutida novamente em seis anos

“Conforme o general Mourão falou, nosso vice-presidente, daqui a alguns anos, talvez menos que cinco, o Brasil vai ter de voltar para essa discussão (sobre a capitalização da Previdência ). É isso que vai garantir o equilíbrio permanente da nossa Previdência”, disse Costa.   



O secretário ressaltou que o governo adotou uma agenda liberal para a redução de barreiras à concorrência ao longo do ano que envolverá setores como energia, saneamento, gás e cabotagem, além de financiamento privado à infraestrutura. Segundo ele, a agenda de privatizações, discutida no governo, também irá aumentar a competitividade de setores essenciais para economia brasileira.

Reforma deve ser aprovada em dois meses no Senado, avalia presidente da CCJ

“Estudos e desregulamentação ao longo dos próximos meses para retirar as barreiras regulatórias e encargos administrativos a novos entrantes, barreiras a comércio e investimento. O que está mais avançado hoje é o setor de gás. As indústrias que dependiam do gás estavam sendo destruídas pela falta de mercado. Não havia nenhuma lógica a não ser monopolista. Estamos liberalizando esse mercado e esperamos que o preço do gás caia 40% para consumidor livre final, o grande consumidor. Agora o pequeno consumidor também será afetado, não necessariamente na mesma magnitude, mas também será afetada com redução de preços”, destacou.

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Costa afirmou que a universalização do acesso ao saneamento básico e tratamento de esgoto não será resolvida pelo governo, mas depende da abertura desse mercado via Lei do Saneamento , que passou no Senado e deverá voltar à Câmara para modificações. A estimativa do governo é que sejam gerados 700 mil empregos nos próximos anos e R$ 500 bilhões em investimentos.  

“A nova Lei do Saneamento que está no Congresso contempla determinados princípios que vão levar as empresas, que não estiverem cumprindo metas de universalização e que não fazem investimento com os quais se comprometeram, a abrir espaço para aquelas que vão fazer isso. Estamos bem próximos de um texto final muito positivo”, ressaltou Costa.   

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Economia

Inadimplência do consumidor tem primeira queda após dois anos

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Os sinais de uma recuperação econômica começam a refletir nos índices de inadimplência do consumidor, ainda que de forma moderada. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que o número de brasileiros com contas em atraso e registrados em cadastros de inadimplentes recuou -0,27% no último mês de novembro na comparação com o mesmo período de 2018.

Embora a inadimplência do consumidor venha em trajetória de desaceleração, ou seja, crescendo a patamares menores desde o final de 2018, é a primeira vez em mais de dois anos que o indicador apresenta um recuo.

A última queda havia sido observada em setembro de 2017, quando o número de consumidores inadimplentes diminuiu em -0,88%.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a recuperação econômica do país, mesmo que tímida, tem contribuído para a queda da inadimplência. “Com a retomada do ambiente econômico acontecendo de forma lenta, houve uma demora considerável para observarmos a primeira queda no número de inadimplentes. Além do fator conjuntural, o dado coincide com acontecimentos extraordinários, como a liberação dos recursos do FGTS e a realização de diversos feirões de renegociação de dívidas, que impulsionaram a recuperação de crédito no mercado”, afirma o Pellizzaro.

Inadimplência recua em três faixas etárias, mas cresce entre mais velhos; dívidas caem 4%

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Foto: Reprodução/Internet

Nas demais faixas houve alta, como o avanço de 1,6% entre 50 e 64 anos e o crescimento de 3,8% considerando os idosos de 65 anos ou mais

A abertura por idade mostra que, em novembro, a inadimplência recuou em três faixas etárias: queda de -21,6% entre os jovens de 18 a 24 anos; queda de -11,0% entre que têm de 25 a 29 anos e retração de -3,2% considerando as pessoas de 30 a 39 anos. Já entre a faixa de 40 a 49 anos houve uma estabilidade (0,7%). Nas demais faixas houve alta, como o avanço de 1,6% entre 50 e 64 anos e o crescimento de 3,8% considerando os idosos de 65 anos ou mais.

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Outro dado que também apresentou queda foi o número de dívidas contraídas em nome de pessoas físicas. Neste caso, houve uma queda de -4,0%, a sexta seguida neste ano. Em novembro do ano passado, havia sido constatado uma alta de 4,8% na quantidade de dívidas, o que reforça um cenário melhor neste fim de ano.

Dívidas com bancos e setor de comunicação caem; 53% devem até R$ 1 mil

Dados detalhados do indicador de inadimplência mostram que as dívidas contraídas no setor de comunicação, que engloba contas de telefonia, internet e TV por assinatura, recuaram -25,3% na comparação anual. Já as dívidas bancárias, que levam em consideração cartão de crédito, cheque especial e empréstimos, caíram 1,8%. As dívidas com o comércio, muitas vezes feitas no crediário, avançaram 1,5% em novembro, enquanto as pendências com água e luz cresceram 10,3%.

As dívidas bancárias, que cobram os juros mais altos do mercado, respondem sozinhas por 52% do total das dívidas em aberto existentes no Brasil, patamar que tem se mantido estável ao longo deste ano. Já o comércio representa 18% das dívidas, o setor de comunicação por 12% e ao agrupamento das contas de água e luz por outros 10%.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, para evitar que uma pequena pendência tome proporções maiores, o consumidor deve priorizar o pagamento de dívidas com juros mais elevados, que geralmente, são as dívidas bancárias. “A substituição da dívida por uma outra que cobra juros mais baixos é uma opção a ser levada em conta, como é o caso do consignado, que tem juros mais baratos que o do cartão de crédito. Já as dívidas com serviços básicos, como água e luz, embora cobrem juros menores, trazem transtornos na família por causa do corte no fornecimento”, afirma a economista.

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Em cada dez consumidores que terminaram o mês de novembro com o CPF inscrito na lista de inadimplentes, quatro (37%) devem até R$ 500. Além disso, a maioria (53%) das pessoas que devem no país possuem pendências que não ultrapassam R$ 1.000. Outros 20% devem algo entre R$ 1.000 e R$ 2.400, 16% devem entre R$ 2.500 e R$7.500 e 10% possuem dívidas que superam R$ 7.500.

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