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Quando o 5G chega ao Brasil? Anatel adia abertura de edital mais uma vez

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5G é adiado mais uma vez pela Anatel


A Agência Nacional de Telecomunicações ( Anatel ) adiou novamente a abertura de consulta pública do edital para concessão do 5G . O leilão do espectro para fornecimento de conexão móvel de quinta geração está previsto para ocorrer em 2020.

O leilão vai disponibilizar faixas nas frequências de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz. O conselheiro Emmanoel Campelo solicitou que a proposta – apresentada pelo conselheiro relator do edital, Vicente Aquino, em 17 de outubro – passasse por um processo de vista, em que o projeto é analisado melhor antes de ser votado, esse período foi renovado na última quinta-feira (07) por mais 60 dias .

Leia também: 5G atrasado no Brasil: leilão deve acontecer só no segundo semestre de 2020

O formato do leilão proposto por Aquino gerou controvérsia no setor privado. De acordo com a proposta do relator, o país será dividido em 14 áreas de cobertura, tendo uma reserva de faixas destinada para os Prestadores de Pequeno Porte.

O leilão , que será realizado em três fases, prevê que o primeiro espectro a entrar em disputa seja a faixa de 700 MHz, com lotes que seguem a lógica das 14 regiões. Em seguida, o leilão passa para lotes regionais de 3,5 GHz, reservado para os pequenos prestadores.

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Por fim, entrarão em disputa lotes com faixas de 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz, o sistema para escolha seria baseado em um sistema de rodadas múltiplas. Os lotes de 700 Mhz e 3,5 GHZ que não forem arrematados nas duas primeiras fases do leilão, poderão entrar na última etapa.

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A proposta é que o 5G  chegue para substituir a velocidade 4G atual, fornecida pelas principais operadoras no país. A previsão é de que conexão esteja disponível ao público das principais capitais do país em 2021. As informações são de O Estado de São Paulo.

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Reprodução/DJI

Novo drone da DJI cabe na palma da mão


DJI  anunciou nesta quarta-feira (13) o lançamento do drone compacto Mavic Mini no Brasil. Descrito como “quase tão leve quanto um smartphone”, o aparelho pesa apenas 249 gramas e vai custar R$ 4.049. Ele pode realizar filmagens estáveis em até 2,7K de resolução, tirar fotos em 12 megapixels e voar por até 30 minutos sem precisar recarregar. Além disso, não precisa de registro em inúmeros países.

O drone tem um design compacto , que permite ser dobrado para facilitar o transporte. Além disso, ele pode atingir velocidade máxima de até 47 km/h e conta com recursos de sensores visuais e planagem precisa com GPS , permitindo aterrisagens em locais fechados. As vendas começam na última semana de novembro e o produto tem um ano de garantia.

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Câmera

A câmera do aparelho tem um sensor de 1/2,3 polegadas, lentes com abertura f/2,8 e estabilização triaxial para tirar fotos de 12 megapixels. No caso da filmagem, ela pode ser gravada em 2,7K a 30 quadros por segundo ou Full HD a 60fps em alturas máximas de 3.000 metros.

Também é possível realizar uma gravação em vídeo em HD de até 4 km de maneira estável, proporcionada pelo estabilizador triaxial.

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Controle

controle drone mavic mini arrow-options
Reprodução/DJI

Controle do Mavic Mini se conecta via Wi-Fi


O controle tem o design simples, realizando a conexão com o drone via wi-fi e com um espaço para você deixar seu telefone e monitorar o voo pelo aplicativo da DJI Fly , disponível em Android e iOS .

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Ainda, o aplicativo DJI Fly dá aos usuários o acesso à rede social SkyPixel, onde membros podem compartilhar suas fotos e vídeos aéreos, criando uma “galeria” de locações na hora de se inspirar para gravar.

Peso e polêmica

drone mavic mini DJI arrow-options
Reprodução/DJI

Mavic Mini pode ser transportado facilmente


Uma das vantagens do Mavic Mini é a possibilidade de não ser registrado em algumas nações. Estados Unidos, Canadá, Austrália e alguns países da Europa normalmente exigem o registro de drones, mas consideram que aparelhos abaixo de 250 gramas são seguros e, portanto, não exigem o cadastro de dispositivos que se enquadram na categoria.

Contudo, no Brasil , a regulamentação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) determina que regras mais leves sejam aplicadas apenas em drones com peso máximo de decolagem de até 250 gramas. No caso do Mavic Mini , qualquer protetor de hélice ou acessório pode aumentar o peso do dispositivo durante o vôo e implicar na necessidade de cadastro, que pode ser realizado no site da agência.

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