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Saúde

Quando é preciso fazer um enxerto ósseo no implante dentário?

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Quando perdemos um dente , o osso que fica ao redor dele começa a se reabsorver, diminuir. Isso acontece também quando temos um dente já condenado em nossa boca e optamos por não extraí-lo. Aí que mora o problema, pois pode começar um processo infeccioso no qual irá destruir o osso que envolve o dente e a sustentação de um futuro implante. 

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O enxerto ósseo pode ser necessário no momento de se fazer um implante dentário. Veja quando isso acontece e os tipos de enxertos

Leia também: Sim, é possível perder um implante dental da mesma forma que se perdem os dentes

Tempos atrás, o dentista bom era aquele que não extraia dentes , mas hoje os tempos mudaram e às vezes a opção pode parecer mais radical, mas ao planejar a extração de um dente que irá se perder pode preservar a estrutura óssea ao redor dele para a colocação do implante dental.

Quando é necessária a cirurgia do enxerto ósseo?

O enxerto ósseo é um procedimento necessário nos casos em que você não tem volume ósseo suficiente para receber um implante dentário . Se você perdeu um dente há muito tempo ou preservou um dente contaminado por medo de extrair, você pode ser um candidato a colocação de enxerto ósseo – usados ​​para restabelecer osso suficiente para apoiar os implantes.

Esses defeitos ósseos podem ser encontrados em 25% das pessoas com falta de dentes. Ter osso suficiente e um implante estável é fundamental para o sucesso a longo prazo.

Quais os tipos enxertos ósseos?

Autógenos: esses são removidos do próprio paciente. A cirurgia pode ser feita no consultório dentário quando retirado da própria boca, ou em hospital com ajuda de um ortopedista quando é removido do osso ilíaco.

Leia mais:  Quais os sintomas do infarto? Conseguir reconhecê-los pode ajudar a salvar vidas

Alógenos: são enxertos doados por uma outra pessoa. Esses enxertos são doados de cadáveres humanos .Para isso existem os bancos de ossos. É como uma doação de órgãos. Ele é necessário quando a quantidade de ossos que precisam ser enxertados é superior ao que pode ser retirado do próprio paciente.

Xenógenos: são enxertos vindos de outra espécie.Um dos mais populares é o de origem bovina

Sintéticos : Enxertos ósseos sintéticos normalmente são produzidos em laboratórios com base em muita pesquisa para assegurar a biocompatibilidade dos materiais no organismo humano e evitar rejeição ou infecção. Os principais materiais que compõe os enxertos sintéticos são cerâmica, polímeros, hidroxiapatita sintética ou outros minerais. A principal função desses enxertos é ajudar na regeneração de tecido ósseo e preservação do volume local.

Cada tipo de enxerto ósseo tem sua especificação, e o profissional especialista irá te explicar o mais indicado para cada caso, a quantidade, os cuidados e exames necessários para um bom resultado.

Se lhe disseram que você precisa de um enxerto ósseo , não se preocupe. Existem muitos procedimentos e técnicas de alta tecnologia para o sucesso dele , do implante e o que o paciente mais quer : o dente

Volte a sorrir, volte a mastigar. Procure seu dentista e vá em frente.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Como a família pode ajudar quem tem Alzheimer? Entender a doença é fundamental

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O dia 21 de setembro foi a data escolhida para a conscientização sobre a doença de Alzheimer em todo o mundo. Caracterizada pela perda gradual da memória, a doença atinge 47 milhões de pessoas e, até 2050, a estimativa é que esse número atinja os 75 milhões. Os dados são da Organização Mundial de Saúde – OMS. 

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Thinkstock/Getty Images
Alzheimer muitas vezes é confundido com uma perda de memória, mas é vai muito além disso

Leia mais: Adesivo que auxilia tratamento para Alzheimer é distribuído gratuitamente no SUS

A babá Kátia Candeia acompanha a doença de Alzheimer de perto. Sua mãe, Emília Candeia, de 76 anos, foi diagnosticada com a doença há cinco anos e, desde então, requer cuidados constantes. Para Kátia, a maior das dificuldades foi descobrir que conviveria com uma doença sobre a qual pouco conhecia. 

“Eu já tinha ouvido falar, já sabia que afetava a memória , mas até saber que minha mãe estava com a doença não sabia o quanto era sério ou que precisava ser feito. Quando fiquei sabendo, entrei em pânico”, recorda Kátia. 

De acordo com o médico geriatra Natan Chehter, o caso da família Candeia é uma realidade em muitos outros lares do país, que ainda convivem com a desinformação sobre a doença e têm sua dor agravada. “No Brasil, o diagnóstico do Alzheimer costuma ser tardio porque existe uma crença de que a perda de memória, principalmente na velhice, é normal. Entender a existência da doença é fundamental para saber o que deve ser feito e entender seus limites”

Leia mais: No Alzheimer, depressão pode vir antes da perda de memória

Como a família pode ajudar quem tem Alzheimer?

Hoje, Kátia e Emília vivem uma dinâmica organizada que visa a melhor qualidade de vida possível para a mais velha. “Ela não pode ficar sozinha em casa e precisa da nossa ajuda para a maioria das tarefas. Também não posso deixar por perto facas, fósforo ou nada com o que ela possa se machucar”, diz a filha. “Apesar disso, estamos sempre conversando e passeando juntas”.

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O acompanhamento atento está entre os cuidados recomendados pelo geriatra, que também aconselha uma atenção especial ao ambiente de quem convive com a doença. “Com a progressão do Alzheimer , é fundamental estar atento ao lugar em que a pessoa vive. Observar fios desencapados, objetos cortantes, lugares muito altos ou qualquer instalação que possa causar acidentes”.

E como acontece a progressão do Alzheimer?

Um das características da doença de Alzheimer é a piora progressiva dos sintomas. A evolução pode ser dividida em três fases: leve, moderada e grave. A associação Brasileira de Alzheimer, porém, alerta para o fato de que em muitos casos sintomas caracterizados em diferentes fases se mesclam no mesmo período. 

As principais características da fase leve são a perda da memória recente; dificuldade de se expressar (problemas de linguagem); facilidade para se perder, mesmo em locais familiares; dificuldades em saber os dias e horários, entre outros sintomas. 

Já na fase moderada, os sintomas ficam mais graves, afetando atividades cotidianas. Dificuldades para cozinhar, fazer compras, lembrar nomes e eventos importantes estão entre os problemas mais comuns. Além disso, problemas de ordem de comportamento como depressão e agressividade podem acontecer, uma vez que o paciente começa a enxergar-se dependente de terceiros. 

A fase mais grave, estágio final da doença, envolve dificuldades para comer, caminhar, falar, incontinência fecal e urinária. Essa fase pode demorar até 12 anos para chegar após o diagnóstico inicial e, de acordo com o profissional, exige maturidade e paciência dos familiares. 

Existem maneiras de evitar o avanço da doença? 

Sim. Embora seja uma doença neurodegenerativa e sem cura, existem tratamentos que podem minimizar os distúrbios, retardar a evolução do Alzheimer e prolongar a qualidade de vida dos pacientes. 

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Leia mais: Estudo lista 5 ‘regras de ouro’ para prevenir demência 

No Brasil, o tratamento multidisciplinar para a doença, assim como os medicamentos que barram o avanço dos sintomas, é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

Quais são os fatores de risco para o Alzheimer? 

De acordo com o Ministério da Saúde, existem alguns fatores de risco para a doença. Identificá-los pode permitir um diagnóstico precoce desses grupos. Saiba quais são: 

– A idade e a história familiar: a demência é mais provável se a pessoa tem algum familiar que já sofreu de Alzheimer ;

– Baixo nível de escolaridade: pessoas com maior nível de escolaridade geralmente executam atividades intelectuais mais complexas, que oferecem uma maior quantidade de estímulos cerebrais.

Fonte: IG Saúde
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