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Quais foram os critérios adotados pela União Europeia para barrar voos?

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Bandeira Espanha
Reprodução/Twitter

Países da UE não são obrigados a adotar medidas, mas fronteiras podem ser fechadas dentro do próprio bloco

A União Europeia aprovou hoje (30) a reabertura das fronteiras a partir do dia 1° de julho para turistas de 15 países, com o objetivo de conter o alastramento do novo coronavírus (Sars-CoV-2) enquanto algumas atividades são retomadas. Com surtos descontrolados, viajantes oriundos de Brasil, Estados Unidos e Rússia estão proibidos de entrar nos países que compõem a união.

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A medida não tem caráter imigratório, mas sim sanitário. Portanto, brasileiros, russos e americanos não serão proibidos de entrar na União Europeia se estiverem vindo de um dos 15 países autorizados. Da mesma forma, um turista japonês que estiver no Brasil não poderá entrar na União Europeia; ainda que o tráfego com o Japão esteja autorizado. 

A lista de países com fronteiras abertas para a União Europeia* será atualizada a cada duas semanas, levando três critérios em consideração. São eles:

Índice de novos casos de Covid-19

O índice de novos casos de Covid-19 por número de habitantes deverá estar perto do europeu. Brasil e Estados Unidos registram cerca de 30 mil casos novos de Covid-19 por dia, enquanto a média da maioria dos países que compõem a União Europeia permanece na faixa de 300 nos últimos dias.

Tendência dos dias anteriores

A União Europeia irá avaliar se o número de novos casos de Covid-19 é crescente ou decrescente para categorizar a autorização. A conclusão será tirada com base nos dados epidemiológicos divulgados nos 14 dias anteriores.

Resposta à pandemia

O enfrentamento à pandemia também será categorizado pela União Europeia como um dos critérios para abertura de fronteiras. Quantidade de informações disponíveis, efetividade da testagem, vigilância, contenção e transparência serão avaliados.

Apesar das restrições, cidadãos da União Europeia e seus parentes têm passagem livre, mesmo que não estejam nos países listados. Estrangeiros que sejam residentes oficiais dos países que compõem o bloco e seus parentes também poderão viajar à União Europeia. Viajantes com funções essenciais serão autorizados.

*Argélia, Austrália, Canadá, Geórgia, Japão, Montenegro, Marrocos, Nova Zelândia, Ruanda, Sérvia, Coreia do Sul, Tailândia, Tunísia, Uruguai e China

Fonte: IG Mundo

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Mídia internacional critica abordagem de Bolsonaro contra a Covid-19

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Bolsonaro - CNN
CNN

Bolsonaro foi destaque na CNN, New York Times, Deustche Welle, Le Monde e La Nación; todos repercutiram o descontrole da pandemia no Brasil

O presidente Jair Bolsonaro testou positivo para o novo coronavírus (Sars-CoV-2) na noite de ontem (6), após os primeiros sintomas aparecerem no domingo. Ele teve febre e sentiu dores musculares, sintomas associados à Covid-19. A primeira-dama Michelle Bolsonaro também foi testada e deverá cumprir o protocolo de afastamento até o resultado sair.

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A mídia internacional repercutiu o diagnóstico do novo coronavírus no presidente brasileiro com diversas ressalvas sobre seu comportamento no enfrentamento à pandemia. A reportagem do Último Segundo separou os principais tópicos abordados.

CNN (Estados Unidos)

A conformação do novo coronavírus em Bolsonaro ocupou o destaque do site da CNN durante a manhã. Na primeira linha da reportagem, a emissora americana ressalta que Bolsonaro subestimou o vírus:

“Na manhã desta terça, Bolsonaro contou à filial da CNN no Brasil que foi tratado com hidroxicloroquina e azitromicina enquanto aguardava pelo resultado de seu quarto teste para Covid-19. A hidroxicloroquina, divulgada com entusiasmo por Bolsonaro e Trump, não se provou eficaz no tratamento contra a doença”, escreveu a CNN.

A CNN relembrou que Bolsonaro já tratou a Covid-19 como uma “gripezinha” em um pronunciamento oficial. A reportagem também destaca que Bolsonaro achava que já havia contraído a Covid-19 pela relação próxima com seus apoiadores, e que estava curado.

New York Times (Estados Unidos)

O site do jornal New York Times também destacou a infecção e criticou as medidas de Bolsonaro contra a pandemia. “Após meses negando a seriedade da pandemia e deixando medidas protetivas de lado, o Sr. Bolsonaro teve sintomas de Covid-19. Mais de 65 mil brasileiros morreram da doença”, diz a reportagem.

“Críticas no Brasil e no exterior apontam que a abordagem de Bolsonaro contra a pandemia é imprudente, permitindo que o vírus se perpetue no maior país da América Latina. Ele já tratou a Covid-19 como um “resfriado comum”, e chegou a dizer “e daí?” quando foi questionado sobre as mortes causadas pela doença”, escreve o NYT.

O jornal também destaca que, enquanto os casos de Covid-19 estão subindo no Brasil, Bolsonaro não utilizou máscaras e continuou fazendo aparições públicas. O presidente afirmou que o vírus não traz perigo para pessoas saudáveis, propôs o uso de remédios não eficazes e demitiu um ministro da Saúde por desavenças.

Deutsche Welle (Alemanha)

O site alemão DW repercutiu que Bolsonaro violou medidas sanitárias que poderiam evitar a contaminação pelo novo coronavírus. O presidente brasileiro se recusou a usar máscaras em público e criticou governadores e prefeitos que decretassem “lockdown” para conter o alastramento da doença.

“Na realidade, a agenda e vida pública de Bolsonaro o colocam mais em risco do que a maioria dos brasileiros”, escreve a DW. 

A reportagem também afirma que Bolsonaro cancelou compromissos na Bahia e em Minas Gerais para cumprir o período de afastamento. Ele continuará trabalhando de seu gabinete, em Brasília. 

Le Monde (França)

O site do jornal francês Le Monde, um dos mais tradicionais do país, afirma que Bolsonaro minimizou a pandemia desde que ela começou, destacando que o presidente encontrava seus apoiadores sem máscara.

“No sábado, ele também postou fotos no Facebook, nas quais aparece com o rosto descoberto, na companhia de vários ministros e do embaixador americano em Brasília. Na segunda-feira, ele vetou dois artigos da lei sobre o uso de máscaras em locais públicos”, escreve o Le Monde.

La Nación (Argentina)

O jornal argentino La Nación repercutiu que Bolsonaro tirou a máscara na frente dos repórteres.

“No fim da aparição que levou cerca de 20 minutos, Bolsonaro tirou a máscara para falar com os jornalistas: “Olhem para a minha cara, estou bem”, disse o presidente aos veículos de mídia presentes no Palácio da Alvorada”, escreve o La Nación.

Fonte: IG Mundo

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