conecte-se conosco


Entretenimento

Presidente da Ancine suspende repasse de verbas para o audiovisual

Publicado

em

 O diretor-presidente da Ancine, Christian de Castro, mandou suspender o repasse de verbas para a produção de filmes em série. A ordem consta num despacho publicado por Castro na última quinta-feira (18).

Leia também: Ancine contesta TCU e tenta evitar suspensão de contratos no audiovisual


Diretor-presidente da Ancine
Divulgação
Diretor-presidente da Ancine resolve suspender repasses

Com isso, estão paralisadas as atividades da Ancine
, o que inclui estímuloas para o audiovisual 
nacional.

Leia também: Kleber Mendonça Filho terá que devolver R$ 2,2 milhões ao Governo por filme

O despacho pegou o setor de surpresa, especialmente, porque veio horas depois de a Ancine
anunciar que iria recorrer do acórdão do Tribunal de Contas da União ( TCU
), que está na origem de todo o imbróglio.

  • Entenda o caso

No dia 29 de março, o Trinbunal de Contas da União elaborou o acórdão, pelo qual deixou a agência de audiovisual impedida de celebrar novos contratos que destinem dinheiro público para o setor, através do fundo do setor e repasses diretos, por conta de suspeitas de irregularidades nas prestações de contas.

Leia também: Ancine cobra devolução de verba de “O Som ao Redor”; diretor vê punição injusta

Na última quinta (18) a Ancine
nacional encaminhou um embargo para suspender os efeitos da ação do TCU por entender que as matérias contidas no acórdão devem ser analisadas em processo separado, no entanto, ao que parece, a agência resolveu dar para trás na decisão nesta sexta (19).

Fonte: IG Gente
Comentários do Facebook
Leia mais:  Record começa 2019 com série de terror focada em lendas urbanas
publicidade

Entretenimento

Inocentado em primeira instância, funkeiro passa aniversário na cadeia

Publicado

em

Em abril deste ano o carioca DJ Rennan da Penha, um dos maiores personagens do funk atual, foi preso de acordo com a decisão do desembargador Antônio Carlos Nascimento Amado. O mandado de prisão foi emitido em março e o funkeiro negociou com seus advogados sua apresentação na justiça que ocorreu um mês depois.

Leia também: “Sou trabalhador com mandado de prisão”, diz DJ Rennan da Penha antes de prisão

DJ Rennan da Penha arrow-options
Divulgação
DJ Rennan da Penha

O funkeiro  teve sua detenção decretada pela primeira vez em 2015, porém foi absolvido em primeira instância por falta de provas. Já em 2019, foi emitido um mandado de prisão em segunda instância. Segundo um dos seus advogados Fabrício Gaspar, a segunda instância é absurda. “A decisão em 2ª instância se aproveita de provas imprestáveis para condenar Rennan, e além de condenar, ainda prevê uma pena acima do mínimo legal, que no caso dele, que é réu primário, seria a menor possível”.

Leia também: Rennan da Penha se entrega em delegacia do Rio de Janeiro

Um pedido de habeas corpus foi realizado no começo de abril, porém, negado. O Supremo Tribunal Federal alegou que a detenção do DJ era constitucional. Para a defesa, a acusação está carregada de preconceito. “Batemos nessa tecla do preconceito por causa da origem dele e ao tipo de arte que ele dissemina na sociedade: a arte musical da favela, o grito dos pobres e da periferia”, explicou o advogado.

Porém, meses se passaram e o DJ ainda continua na cadeia. Hoje, dia 15 de Julho, o artista completa 25 anos de idade. Seu produtor nos disse que o DJ está muito triste que gostaria de ganhar sua liberdade. “O maior presente de aniversário seria minha ganhar minha liberdade”, disse Rennan ao seu produtor Leleco.

Leia mais:  Sapão morre e deixa dívidas para seus empresários

Ainda segundo seu produtor, a defesa vai continuar insistindo no habeas corpus para a soltura do artista. Eles afirmam que a detenção do mesmo se dá pelo preconceito dele ser negro, funkeiro e morador do Complexo do Alemão. Para eles, a detenção foi errada e eles não possuem provas para manter Rennan encarcerado. A defesa do DJ continua tentando conseguir uma alteração de pena para a soltura de seu cliente, sem sucesso.

O caso e a criminalização do funk

A juíza da primeira instância inocentou Rennan bom base na falta de provas, porém, o promotor insatisfeito com o resultado recorreu em segundo instância. Nela, os desembargadores não escutaram nenhuma testemunha e não levaram em conta a falta de provas que o inocentou a primeira vez.

Leia também: Do baile às baladas, o funk atravessa gerações e conquistas novos seguidores

A OAB do Rio de Janeiro, emitiu em abril uma nota de repúdio ao caso do funkeiro , alegando que projetos de criminalização contra manifestações artísticas no Estado ocorrem por conta da cor da pele e da classe social de seus autores.

Fonte: IG Gente
Comentários do Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

São Mateus

Regional

Estadual

Nacional

Policial

Mais Lidas da Semana