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Economia

Preço médio do aluguel de imóveis no país supera inflação em maio e sobe 0,56%

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Pessoa fazendo contas com uma casinha e moedas em frente
Reprodução
Belo Horizonte foi a única capital brasileira que teve queda no preço do aluguel no período

O preço do aluguel residencial subiu 0,56% no Brasil em maio, a sexta alta consecutiva, segundo o Índice FipeZap de Locação Residencial. O aumento superou a inflação do período, que ficou em 0,13%. Já nos últimos 12 meses, o Índice acumula alta nominal de 3,50%, inferior à dos preços na economia brasileira nos últimos 12 meses: 4,66%, segundo o IPCA (IBGE), e 7,64%, segundo o IGP-M (FGV).

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Entre as 11 capitais monitoradas pelo Índice FipeZap, Fortaleza foi a que apresentou a maior elevação de preço  em maio, 2,75%, enquanto Belo Horizonte foi a única cidade monitorada a apresentar queda no preço médio do aluguel residencial no período -0,21%.

Nos últimos 12 meses, Curitiba lidera com o maior aumento nominal de preço no período (11,37%), seguida por Florianópolis (9,88%) e Brasília (7,84%). Já o Rio de Janeiro foi a única capital monitorada a apresentar recuo do preço médio da locação residencial no intervalo dos últimos 12 meses, com queda de -1,89%.

Em relação ao preço do metro quadrado, o valor médio foi de R$ 28,79/m² entre as 25 cidades monitoradas. Considerando as 11 capitais pesquisadas, São Paulo se manteve como a capital com o preço do m² mais elevado (R$ 38,17/m²), seguido por Rio de Janeiro (R$ 30,67/m²) e Brasília (R$ 28,93/m²). Já entre as capitais monitoradas com menor valor médio de locação residencial no último mês analisado, destacaram-se: Goiânia (R$ 16,43/m²), Fortaleza (R$ 16,49/m²) e Curitiba (R$ 18,88/m²).

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E com o aumento de preços , colocar um imóvel para aluguel ficou mais interessante financeiramente. O retorno teve alta de 4,43% em maio de 2019, o retorno médio ficou em 4,59% ao ano.

Fonte: IG Economia
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Economia

Ministro da Infraestrutura recebe caminhoneiros na semana que vem

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Ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas arrow-options
Agência Brasil/Wilson Dias
Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas se encontrará com caminhoneiros na próxima semana para falar sobre o frete rodoviário

Diante da possibilidade de uma  nova paralisação dos caminhoneiros, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, vai receber na próxima semana, em Brasília, lideranças da classe dos caminhoneiros. O objetivo é discutir, entre outros pontos, a nova tabela de preços mínimos do frete rodoviário, que causou insatisfação entre os motoristas.

A movimentação entre os caminhoneiros começou depois que, na última quinta-feira (18), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou uma resolução com uma nova tabela para o frete. A nova versão foi feita a partir de um estudo da área de logística da Escola de Agronomia da Universidade de São Paulo (USP).

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O objetivo foi adequar os preços aos diferentes tipos de carga, rotas e veículos. Pela regra, ela entra em vigor a partir deste sábado, dia 20. Na visão da categoria, os novos preços são inviáveis financeiramente para os caminhoneiros – e o governo precisa se posicionar.

O ministro da infraestrutura está nesta sexta-feira (19) em Ipatinga, Minas Gerais, por ocasião da abertura de parte da BR 381, mas já afirmou por meio de sua assessoria que receberá a classe  para um “diálogo aberto” já na próxima semana. 

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Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que, embora seja um direito de todos, espera que os caminheiros não entrem em greve “porque atrapalha o Brasil”, disse. Segundo ele, o governo já fez “alguma coisa” em prol das demandas da categoria.

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Bolsonaro ressaltou que o Parlamento precisa fazer sua parte, referindo-se à aprovação do projeto de lei que aumenta o número de pontos para perda da carteira e altera outros dispositivos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 

“Acredito que caminhoneiros não façam paralisação porque isso atrapalha muito a economia. Reconhecemos a dificuldade na carreira e estamos prontos para continuar conversando, mas estamos em um país livre e democrático onde impera o livre mercado. Lei da oferta e da procura. Greve atrapalha o Brasil como um todo”, disse o presidente.

Fonte: IG Economia
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