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Polícia dos EUA pede DNA de Cristiano Ronaldo para investigar caso de estupro

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Cristiano Ronaldo é intimado a entregar amostra de DNA em caso de abuso sexual
Divulgação/Ansa

Cristiano Ronaldo é intimado a entregar amostra de DNA em caso de abuso sexual

Um dia depois de uma  ex-namorada de Cristiano Ronaldo dizer que tem mensagens e áudios que podem ajudar no caso de abuso sexual contra o jogador, a polícia dos EUA pediu para uma amostra do DNA do atleta da Juventus.

Relembrando o caso : no meio de 2018 a modelo americana Kathryn Mayorga confessou para a revista alemã Der Spiegel que foi paga por Cristiano Ronaldo para abafar um estupro ocorrido em Las Vegas no ano de 2009.

Quando a notícia veio à tona, o jogador português afirmou que a modelo mentiu sobre o caso. Ele negou todas as acusações que foram feitas, assim como sua equipe jurídica.

Links para entender a acusação de estupro contra Cristiano Ronaldo :

Com o passar dos meses, mais três mulheres se juntaram à acusação, sendo uma delas uma britânica que acusou Cristiano Ronaldo de um abuso sofrido quando ele ainda jogava pelo Manchester United. Na época o jogador chegou a ser interrogado pela polícia, mas nenhuma prova foi encontrada.

De acordo com o jornal Wall Street Journal , a polícia de Las Vegas teria ordenado a coleta de uma amostra de DNA do jogador para dar continuidade na investigação sobre o estupro contra Mayorga. No mês de outubro foi divulgado que as autoridades policiais teriam perdido as provas que a modelo tinha entregado do caso.

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Segundo o site TMZ, o atleta prometeu colaborar com as investigações e afirmou que realizará o exame. A publicação informa que a defesa de Cristiano está disposta a ajudar com “100%” para o caso ser resolvido. O mandado judicial foi enviado para a Itália, onde o jogador vive.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
reprodução / Twitter

O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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