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Pesquisa aponta que 38% das mulheres já foi infiel ao menos uma vez durante o relacionamento

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Para atender a esse nicho, portal de relacionamentos extraconjugais chega ao Brasil com foco no público feminino. Conheça como funciona o Gleeden

São Paulo – Um estudo realizado pelo Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop) mostrou que nem só os homens são infiéis nos relacionamentos. Os resultados indicam que 38% das entrevistadas declararam ter sido infiel ao menos uma vez, e 61% delas confessaram ter tido algum tipo de infidelidade psíquica.

Os casos também ocorrem de forma virtual por meio das redes sociais. Após se relacionarem, 46% das entrevistadas dizem ter se sentido atraída por outra pessoa em algum momento, e 22% ter flertado com alguém.

No entanto, o estudo reflete que o assunto continua sendo visto como um tabu, mesmo em meio a movimentos de empoderamento feminino e em prol da igualdade de gênero. A estigmatização da infidelidade por parte das mulheres é tão internalizada que as próprias mulheres infiéis declaram que é difícil para elas falar sobre isso com alguém, não importa quão próximas sejam.

Os resultados do estudo também indicam que apenas 31% das mulheres contariam à sua melhor amiga sobre um caso extraconjugal no momento em que ocorreu. Além disso, 28% das mulheres só contaria depois de um certo tempo e 41% nunca contariam, nem mesmo para a pessoa mais confiável. No entanto, esse resultado varia de acordo com a idade: 79% das mulheres com menos de 30 anos seriam capazes de contar à melhor amiga, por exemplo.

Para atender a este nicho, o Gleeden, portal para encontros extraconjugais, decidiu focar no público brasileiro. Com reconhecimento na Europa e em alguns países da América Latina, a plataforma já tem atuação no Brasil desde 2016, mas foi só em 2020 que percebeu a necessidade de explorar o público feminino do país e empoderar as mulheres.

A plataforma foi desenvolvida de forma dinâmica, amigável e moderna, além de garantir 100% de segurança, privacidade e discrição. O site, que já conta com mais de 7 milhões de assinantes, oferece assessoria especializada e a possibilidade de conseguir um romance perto de casa ou uma aventura durante uma viagem.

O Gleeden é totalmente gratuito para mulheres. O cadastro é simples e permite que a pessoa pesquise por idade, localização geográfica e estado civil. Além disso, preocupado com a segurança de seus usuários, o Gleeden recomenda não compartilhar dados pessoais como telefone e e-mail.

Motivações para a infidelidade feminina: um mito que desmorona

Historicamente, existem certos mitos sobre as razões pelas quais as mulheres são infiéis mas, de acordo com o estudo, 52% o fazem por causa da atração física ou sexual por outra pessoa, 38% para redescobrir a magia dos primeiros momentos e o restante para alimentar o ego.

Quando se é mais infiel?

Conforme a pesquisa, 32% afirma ter sido infiel entre o primeiro e o terceiro ano do relacionamento. Apenas 8% afirmou ter sido entre o sétimo e o décimo ano. A porcentagem volta a aumentar a partir dos 10 anos de relacionamento, chegando a 28%.

Onde?

O escritório e durante o trabalho são os locais ou horários mais comuns. 28% das entrevistadas afirmam ser este o local onde surgiu a infidelidade, seja no próprio escritório (19%) ou em uma atividade relacionada (viagens de negócios e conferências: 9%). Os locais de festa (bares e baladas) são outra fonte de infidelidade (18%). E, em 6% dos casos, por meio de site ou app de namoro.

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Homem sente cócegas na orelha e descobre aranha gigante em fone de ouvido; vídeo

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Trabalhando em construção, o australiano usa o objeto como proteção, mas levou um grande susto no início deste mês

Quem foi criado no interior já deve ter ouvido dos pais que a melhor coisa a se fazer antes de calçar um sapato é sacudi-lo. Porém, ninguém deu dicas para fazer o mesmo com um fone de ouvido — afinal, quem imaginaria que um inseto poderia entrar num objeto como esse?

A má sorte aconteceu com o australiano Olly Hurst, morador de Perh, capital do país. Em vídeo publicado nas redes sociais, o homem alertou os seguidores sobre os riscos de não verificar o fone de ouvido e, por acaso, se deparar com uma aranha.


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Os fones de Olly são usados como proteção, já que ele trabalha em obras. No início deste mês, antes de arregaçar as mangas, o australiano colocou o objeto sobre as orelhas, mas sentiu cócegas. Ao retirá-lo, achou o inseto alojado em uma das partes.

O bicho gigante trata-se de uma aranha-caçadora, que só ataca quando é ameaçada. No vídeo compartilhado com os amigos, Olly exibiu o aracnídeo “morando” no fone de ouvido.


(*Uol)

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