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Saúde

Pedra de 1,3 kg e 18 cm é retirada de dentro da bexiga de paciente na Bahia

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Uma equipe médica da cidade de Jacobina, região norte da Bahia, retirou uma pedra de mais de 1,3 quilo e com 18 centímetros de comprimento de dentro da bexiga de um homem de 51 anos. O procedimento aconteceu na última segunda-feira (20), no Hospital Antônio Teixeira Sobrinho.

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Segundo os médicos que realizaram a operação, essa é uma das maiores pedras em bexiga já registradas no mundo – se não for a maior. Um caso parecido aconteceu nos Estados Unidos, em 2017, ocasião em que a pedra
chegou a ter 12 centímetros de comprimento e 770 gramas.


pedra
Reprodução/Twitter

Cirurgia de retirada da pedra durou uma hora

O lavrador relatava que sentia ardência ao urinar e um peso no pé da barriga há 10 anos, porém o diagnóstico só veio no início deste ano, quando exames identificaram um cálculo
com tamanho estimado em 10 centímetros. Durante a cirurgia
, porém, a pedra encontrada era, na verdade, bem maior e os médicos precisaram abrir o abdômen do paciente para remover o cálculo.

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A cirurgia de remoção da pedra
contou com uma equipe de seis pessoas e durou cerca de uma hora. O paciente passa bem.


pedra
Reprodução/Twitter/Renan Oliveira Barreto

Médicos suspeitam que pedra pode ser uma das maiores já registradas no mundo






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Saúde

Vacina de Oxford pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

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A vacina contra o covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano. A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca. O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período.

“Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos.

Segundo ela, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem se mostrado disposta a colaborar. A vacina está atualmente na fase três de testes. Isso significa, de acordo a Unifesp, que a vacina se encontra entre os estágios mais avançados de desenvolvimento. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

“O Brasil é um grande foco de crescimento, de mortalidade, o que nos coloca como ambiente propício para demonstrar o potencial efeito de uma vacina. Para isso precisamos ter o vírus circulante na população e esse é o cenário que estamos vivendo”, disse Bernardini. Ela participou, hoje (29), de uma conversa, transmitida ao vivo pela internet, com o embaixador do Reino Unido no Brasil, Vijay Rangarajan.

A diretora-médica da Astrazeneca também destacou que a atuação de pesquisadores brasileiros em Oxford e sua reputação foi outro fator influenciador para trazer a pesquisa para o Brasil. “Isso fortaleceu a imagem a reputação científica do Brasil, além de facilitar, trazer com agilidade o estudo em termos de execução”.

Vantagens da vacina de Oxford

Segundo ela, a vacina de Oxford tem vantagem sobre outras em desenvolvimento no mundo pois, além de usar uma plataforma já conhecida e testada em vírus como Mers e Ebola, funcionaria com uma dose única. “Estamos desenvolvendo uma vacina em dose única. É um diferencial. […] Outro diferencial que temos é que sabemos que potencial da geração de anticorpos é muito forte, muito positivo”.

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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