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Pais esquecem recém-nascido no táxi ao deixarem a maternidade

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Taxista demorou a perceber que a criança estava no banco traseiro. Ele fez uma pausa para o almoço e só notou quando foi avisado pelo passageiro da corrida seguinte

O nascimento de um filho muda a vida da família de uma hora para outra. Você percebe que não está mais sozinho e que tem alguém que vai depender de você para tudo nos primeiros meses de vida. Ou seja, que não vai poder sair de perto daquele recém-nascido por muitos minutos. Mas, quando será que esta ficha cai?

Para um casal de Hamburg, na Alemanha,  os dias na maternidade não foram suficientes para que essa ficha caísse.  Eles esqueceram o filho recém-nascida no carro do táxi, após deixar a maternidade e levar o bebê a primeira vez para casa.

O fato foi compartilhado nas redes sociais da polícia de Hamburg, na Alemanha. No post feito pelo órgão eles disseram que: “Depois de alguns dias no hospital, a hora mais emociante deve ser ir a primeira vez para casa. Juntos, a família que estava no hospital pegou um táxi e dirigia-se para casa. Chegando lá, desceram do carro, despediram-se do taxista e entraram em casa. Minutos depois, eles levaram um susto ao perceberam que o bebê havia ficado no táxi.”

Segundo a polícia, a tentativa dos pais de correr atrás do táxi não foi bem sucedida. E, como o bebê estava em profundo sono, o taxista não notou que a criança permanecia no automóvel, e continuou dirigindo. Ele, inclusive parou para almoçar e deixou o pequeno sozinho no veículo, em um estacionamento subterrâneo. Por sorte, o motorista parou em um local coberto, de modo que o carro não ficou aquecido, o que poderia ter causado a morte da criança.

Bebê no táxi (Foto: Reprodução Instagram)

Depois do almoço, que foi rápido, o taxista retornou para o veículo e foi somente quando parou para pegar mais um passageiro que percebeu a presença do bebê. Na verdade, foi o passageiro quem o alertou. “O passageiro ficou confuso ao ver um recém-nascido no banco de trás e avisou o taxista. Foi então que o pequeno acordou e começou a chorar. O taxista ligou para a polícia imediatamente”, relatou um representante da polícia de Hamburgo, em nota para a imprensa, publicada nas redes sociais.

Apesar do susto, o recém-nascido está bem e foi devolvido aos seus pais pouco após o taxista ter chamado a polícia.

No Brasil, desde 2006, 59 crianças foram esquecidas

Vira e mexe os noticiários mostram casos de esquecimento de crianças em carros. No Brasil, a pesquisadora Driely Costa, da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), realizou um levantamento desses casos, em parceria com o especialista Andrew Grundstein, da Universidade da Georgia (EUA). Em entrevista à CRESCER, ela contou que o mapeamento dos casos foi um trabalho longo, pois, infelizmente, não há dados de órgãos oficias. Em paralelo, a vida corrida tem levado mais e mais pais a passarem por esse pesadelo. “De 2006 a 2018, identificamos 59 casos de crianças abandonadas em veículos e 25 mortes por insolação”, afima. “No Brasil, descobrimos que a maioria dos casos envolveu uma criança sendo esquecida. Os pais são mais frequentemente associados a estes incidentes (47%), mas os prestadores de cuidados infantis (42%) e os familiares (10%) também deixaram as crianças sem vigilância nos veículos”, diz o relatório feito por ela. “Muitas vezes, as crianças são encontradas nos estacionamentos das empresas, que é quando uma pessoa que normalmente não costuma levar e buscar a criança na escola, acaba encarregada dessa atividade”, explica a pesquisadora.

Como prevenir?

“Essas mortes são muito evitáveis”, afirma o relatório, que também orienta como prevenir que elas aconteçam:

– Nunca deixe uma criança sozinha em um veículo;

– Se você tem crianças pequenas, verifique sempre o banco de trás antes de sair do veículo;

– Sempre bloqueie as portas para impedir que as crianças acessem o veículo;

– Se você vir uma criança desacompanhada em um veículo, ligue para os serviços de emergência;

– Desenvolva uma confirmação de chegada/ausência com provedores de creche.


(*Revista Crescer)

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Queimadas na Amazônia estão ligadas a crime organizado e milícias, diz relatório

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Amazônia arrow-options
Fernando Frazão/ABr
Queimadas na Amazônia subiram 82% neste ano

Um relatório da ONG Human Rights Watch (HRW), divulgado nesta terça-feira (17), revela que o desmatamento e as queimadas na Amazônia estariam ligados a uma rede de crime organizado, chamada de “Máfia do Ipê”, e milícias que ameaçam quem tenta denunciar os crimes. 

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De acordo com a HRW, a destruição da Amazônia está ligada a grilagem. Os criminosos tomam as terras, desmatam, queimam e as vendem com documentos falsos. A “Máfia do Ipê” também paga por mão de obra e máquinas e retira as árvores mais valiosas do local, como o Ipê, que pode ser vendido por um valor de R$ 2 mil a R$ 6 mil. 

Alguns casos também tinham participação do poder público. O documento cita um grupo organizado no Acre, que teria desmatado 180km² da floresta e tinha o diretor do Ibama no estado, cinco funcionários e quatro policiais em sua folha de pagamento. O esquema movimentou R$ 1,9 milhões. 

O relatório mostra ainda que indígenas, agricultores, moradores do local, agentes públicos e policiais são ameaçados e, às vezes, até assassinados caso denunciem os crimes praticados pela máfia. De acordo com a HRW, foram 28 assassinatos, 4 tentativas e 40 ameaças. Além disso, policiais ouvidos pela ONG relatam que a perícia raramente é feita pois as cenas do crime ficam em locais de difícil acesso. 

Apesar do desmatamento ter crescido a partir de 2012, foi em 2019 que ele atingiu índices mais elevados. Para a Human Rights Watch, o aumento tem relação com o discurso do presidente Jair Bolsonaro e medidas do governo, tais como a tentativa de transferir a Fundação Nacional do Índio (Funai) para a pasta da Agricultura e cortes de recursos do Ibama e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). 

Leia mais:  Número de apreensões de droga cresce nos aeroportos do Brasil

Leia também: Chefe do Ibama no Pará é exonerado após pedir para suspender queimadas

A organização ouviu mais de 170 pessoas entre 2017 e 2019, entre policiais, membros do Ibama e ICMbio, Funai, indígenas, moradores locais e agricultores do Maranhão, Pará e Amazonas. 

Fonte: IG Mundo
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