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Polícia Federal

Operação Nicotina combate contrabando cigarros em Minas Gerais

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Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (13/8), a Operação Nicotina, para combater esquema de contrabando de cigarros praticado por quadrilha especializada no comércio ilícito de cigarros de origem estrangeira.

Foram cumpridos cinco mandados judiciais de prisão preventiva e cinco mandados judiciais de busca e apreensão, nas cidades mineiras de Belo Horizonte, Conselheiro Lafaiete e Desterro de Entre Rios. Todos os mandados foram expedidos pela 9ª Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte. Houve a apreensão de quatro veículos, uma motocicleta e uma arma de fogo.

As investigações tiveram início há um ano, com base em informações oriundas da Polícia Civil e da Polícia Militar de Minas Gerais. A PF apurou que a organização tinha sede em Conselheiro Lafaiete e contava com fornecedores naquela região e em Belo Horizonte, atuando nesses dois polos e em diversos outros municípios. Os fornecedores e distribuidores se auxiliavam mutuamente, de forma associada, praticando a atividade delituosa há muitos anos. Muitos deles já foram presos em flagrante por tal crime várias vezes.

A Polícia Federal passou a atuar no caso devido ao crime de contrabando ser de atribuição investigativa da União, delito que atinge múltiplos bens jurídicos tutelados: administração pública; saúde pública; economia; e mercado de consumo.

Os investigados serão indiciados pelos crimes de contrabando e associação criminosa, podendo cumprir até 8 anos de prisão, caso sejam condenados.

Haverá coletiva de imprensa, às 10h30, na sede da Polícia Federal em Belo Horizonte (Rua Nascimento Gurgel, 30, Gutierrez).

 

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais

Contato: (31) 3330-5270

 

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

PF investiga lavagem de dinheiro no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal, deflagrou na terça-feira (20/8) a Operação Masqué, com objetivo de investigar crime de lavagem de dinheiro praticado por casal de empresários capixabas, sócios de empresas que atuavam no comércio exterior.

Cerca de 22 policiais federais e membros da Receita Federal cumpriram 4 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais ligados aos investigados, em Vila Velha/ES e São Paulo/SP. A Justiça Federal determinou ainda o sequestro de imóveis, embarcações e valores, além da indisponibilidade de automóveis dos investigados.

A ação de hoje é um desdobramento de investigação que identificou a prática de evasão de divisas, entre os anos de 2009 e 2010, num total de cerca de U$ 100 milhões em 1178 contratos de câmbio fraudulentos. Com a participação de funcionários de uma corretora de câmbio, o grupo então investigado promovia a saída de divisas para o exterior repetindo as mesmas declarações de importação e faturas em vários contratos de câmbios diferentes.

Dessa forma, usando uma mesma declaração de importação em vários contratos de câmbio, os investigados simulavam diversas importações usando a documentação referente a apenas uma operação regular. Os pagamentos repetidos serviam, na verdade, para mandar dinheiro ilegalmente para fora do país.

Com o objetivo de investigar a ocultação e lavagem dos valores obtidos com as atividades ilegais dos investigados, a Operação Masqué possibilitou a identificação de 76 imóveis e 2 embarcações registradas em nomes de laranjas, um patrimônio oculto que supera os R$ 40 milhões. Todos esses bens foram sequestrados por determinação judicial.

Segundo dados da Receita Federal, as pessoas físicas e jurídicas investigadas possuem um débito já inscrito em dívida ativa no valor de R$ 894 milhões.

Leia mais:  PF investiga participação de funcionário em assaltos a agência dos Correios

Além do casal de empresários, também é investigado um advogado que atua em São Paulo/SP, contratado para oferecer uma espécie de proteção contra a atuação de órgãos como a Receita Federal e a Polícia Federal, o qual já foi preso, no ano de 2017, em ação do GAECO do estado de São Paulo, por fatos análogos aos investigados na OPERAÇÃO MASQUÉ.

Os investigados responderão pelos crimes de lavagem de capitais (Lei 9.613/98).

 

 

Fonte: Polícia Federal
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