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Obsessão masculina por “sexo anal” pode revelar homossexualidade enrustida

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Segundo um estudo científico liderado pela doutora, Mary Collins Scheer

Para uma grande quantidade de homens, a relação íntima “por trás” é de suma importância no relacionamento, chegando muitas vezes a ser um dos principais agradinhos que sua parceira pode ceder ao mesmo entre quatro paredes.

Ainda que para diversas pessoas, a maioria delas sendo mulheres, a relação amorosa por trás continue sendo um grande tabu, a mesma também tende a ser motivo de curiosidade e rejeição entre os casais.

Envolta a uma série de mitos, a relação conta com algumas reservas demasiadamente inconsistentes para as moças, que muitas vezes insistem em se manterem vivas por conta da falta de informação, bem como pela grande insistência por parte de seus parceiros, que “enlouquecidos”, pedem que as mesmas cedam às suas investidas.

Segundo estudos, prática de “amor por trás” pode esconder homossexualidade enrustida em homens.

Por estarem em constante conflito com isso, “lá no fundo”, se olharmos, eles podem não ser tão “machos” quanto afirmam e aparentam diante da sociedade.

Causando um intenso burburinho entre os adeptos da prática, a pesquisa britânica liderada por Scheer, conta com uma série de exceções, o que pode deixar muitos homens e mulheres um tanto quanto “aliviados”.

De acordo com a ciência, o ato amoroso realizado dessa forma, pode refletir desejos oprimidos e esconder até mesmo impulsos incomuns em muitos rapazes.

Segundo um estudo científico liderado pela doutora, Mary Collins Scheer, docente em uma das principais universidades do Reino Unido, a intensa busca de satisfação íntima dessa maneira, presente em grande parte dos caras, revela em muitos deles, uma espécie de luta contra a sua própria opção e gosto pelo mesmo gênero.

Durante os questionamentos e análises envolvidas em suas pesquisas, a doutora e professora universitária, Mary Collins, chegou a afirmar categoricamente em sua tese, onde foi embasada o estudo, que a maioria esmagadora dos rapazes que se dizem 100% machos e que praticam com frequência ou esboçam o frequente desejo de praticar este ato com suas parceiras, na verdade, estão transmitindo mensagens subliminares e ocultas envolvendo suas opções.


(*Com informações do Folha do ES e Mob Notícia)

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Homem é hospitalizado após injetar sêmen no braço para controlar dor

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Um homem de 33 anos foi hospitalizado após médicos de um hospital da cidade de Dublin, na Irlanda, constatarem que ele injetava o próprio sêmen no braço há 18 meses. O caso foi relatado no Irish Medical Journal, que classificou o hábito como ‘perigoso’.

De acordo com a Dr. Lisa Dunne, o paciente se submetia a uma dose mensal de esperma usando uma agulha hipodérmica comprada online.

O paciente disse que a prática era um “método inovador” para tratar uma dor nas costas decorrente da prática de levantamento de peso. Porém, ao invés de alívio, uma bolsa de pus formou-se no antebraço, local onde eram aplicadas as injeções.

Os médicos descobriram que a erupção cutânea foi causada por celulite infecciosa (são bactérias que entram na pele e podem se espalhar rapidamente). A bactéria, sem o tratamento adequado e com antibióticos, pode ser fatal.

A médica acrescenta que o paciente falhou em várias tentativas de injetar o fluido corporal. Contudo, a dor nas costas e a infecção do rapaz foram tratadas e ele voltou para casa.

O relatório afirma que há muitos casos de pessoas que injetaram substâncias estranhas no corpo. Mas, talvez esse seja o primeiro episódio com sêmen registrado pela literatura médica.

As informações são do tabloide britânico Daily Mail.

 

 

 

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