conecte-se conosco


Nacional

Ninguém acerta dezenas daMega-Sena e próximo prêmio pode chegar a R$ 43 milhões

Publicado

em


Aposta mínima da Mega-Sena (seis números) custa R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer casa lotérica do País
Paulo Pinto/Fotos Públicas
Aposta mínima da Mega-Sena (seis números) custa R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer casa lotérica do País

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.098 da  Mega-Sena
, que foi sorteado em Nazaré Paulista, no estado de São Paulo, na noite deste sábado (17), pela Caixa Econômica Federal. O prêmio acumulou e a estimativa é de chegar a R$ 43,5 milhões para o sorteio que será realizado na próxima quarta-feira (21).

Ainda no mesmo sorteio da  Mega-Sena
, 85 apostas acertaram a quina, levando cada uma o prêmio de R$ 33.312,96. Já a quadra teve 6.551 apostas ganhadoras, sendo que cada uma delas faturou um prêmio de R$ 617,48.

As dezenas sorteadas foram:

02 – 08 – 18 – 27 – 38 – 60

Para participar, é necessário realizar uma aposta mínima de R$ 3,50 em qualquer uma das 13 mil  lotéricas 
espalhadas pelo País. Apostadores também podem entrar no sorteio pela internet – o valor mínimo para fazer uma compra pelo sistema online é de R$ 30 em apostas. O serviço do site funciona 24 horas por dia.

Leia também: Caixa lança plataforma que permite apostar em loterias pela internet 

Saiba mais sobre as dezenas da Mega Sena e o concurso


Para concorrer ao prêmio da Mega-Sena, é preciso escolher pelo menos seis números entre os 60 disponíveis
iG São Paulo
Para concorrer ao prêmio da Mega-Sena, é preciso escolher pelo menos seis números entre os 60 disponíveis

Esse é um concurso realizado pela  Caixa 
Econômica Federal que pode pagar milhões ao apostador que acertar seis números, que são sorteados ao menos duas vezes por semana – normalmente, de quarta-feira e sábado. Ainda é possível ganhar prêmios menores ao acertar quatro (Quadra) ou cinco dezenas (Quina).

Leia mais:  Foragido do Norte do Espírito Santo desde 2016 é preso no Rio de Janeiro

O próprio jogador pode escolher os números da aposta ou tentar a sorte com a “Surpresinha”, em que o sistema escolhe os números. É possível também concorrer com as mesmas dezenas por dois, quatro ou oito concursos consecutivos na chamada “Teimosinha”.

Os prêmios iniciais desta loteria costumam ser em torno de R$ 2,5 milhões para quem acerta  seis dezenas . O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. Também é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de 6 a 15 números do volante.

Leia também: Veja casos da Mega-Sena que foram parar na Justiça

O prêmio bruto da  Mega-Sena
 corresponde a 46% da arrecadação. Dessa porcentagem, 35% são distribuídos entre os acertadores das seis dezenas da Mega-Sena sorteadas, 19% entre os acertadores de cinco números (Quina), 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra), 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos de final 0 ou 5 e 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou 5.

Comentários do Facebook
publicidade

Nacional

Estudante é acusado de racismo após recusar material de professora negra na UFRB

Publicado

em

source
Momento em que o estudante acusado de racismo arrow-options
Reprodução

Momento em que o estudante acusado de racismo na UFRB deixa a sala de aula

Um estudante da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) está sendo acusado de racismo por se recusar a pegar um material das mãos de uma professora negra , identificada como Isabel Cristina Ferreira dos Reis. Em vídeos que circulam nas redes sociais, é possível ver o momento em que Danilo Araújo de Góis é convidado a se retirar da sala de aula. O caso aconteceu na noite desta segunda-feira (9).

Leia também: Família de presa por racismo pede compaixão e diz que ela tem problema psíquico

Nas imagens divulgadas pelo perfil “Lista Preta” do Twitter, é possível ver o estudante de pé na frente da sala e pedindo que a professora deixe os papéis em cima da mesa para que ele pegue. Ela se recusa e levanta, enquanto outros estudantes pedem para ela ignorar e seguir com a aula.

Em outro vídeo, uma mulher que se identifica como coordenadora do colegiado do curso de história da UFRB pergunta se a professora se sente confortável e em condição de prosseguir a aula com o estudante ali, na qual a docente responde: “Ele tumultuou, queria que ele saísse”. A coordenadora, então, convida o estudante a se retirar e pede que os colegas de sala se coloquem a disposição para “servir como testemunha”. Ele se levanta e sai sem resistir aos gritos de “fora, racista”.

Na sequência, a coordenadora conversa com Danilo fora da sala de aula com outras pessoas ao redor e ele se retira sem se pronunciar. De acordo com relatos de estudantes da mesma sala ao perfil, desde que entrou na Universidade, em 2018, ele “se recusa a pegar coisas das mãos de pessoas negras e que pessoas negras tenham manuseado ou até mesmo sentar próximo. Chegando a dizer que – não se mistura com negros pois foi bem criado”.

Leia mais:  Itaúnas celebra São Benedito e São Sebastião neste fim de semana

Assista aos vídeos abaixo

Ao Extra , o estudante Vinicius Cerqueira, que estava na sala no momento, confirmou que não foi a primeira vez que o aluno teve atitudes racistas no ambiente universitário.

“Ele já teve problemas com a instituição por conta das suas atitudes racistas. Ele demonstrava o preconceito muitas vezes de forma velada. Em outras aulas observamos que ele não pegava qualquer tipo de documento da mão de pessoas negras sendo elas discentes ou docentes. Ontem foi o estopim”, disse.

Diferença entre racismo e injúria racial

Para o advogado e conselheiro do Conselho Estadual de Direitos Humanos (Condepe), Ariel de Castro Alves, o estudante cometeu crime de racismo , com base no artigo 20 da Lei nº9.459/97. “Ele praticou dicriminação e preconceito racial”, disse em contato com a reportagem do iG . A pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.

Alves explicou também a diferença entre os crimes de racismo, inafiançável e imprescritível, e o de injúria racial , afiançável e prescritível. “A injúria é a ofensa, o xingamento, atingindo a honra da pessoa ofendida. Se ele a chamasse de macaca seria injúria racial”, afirma, com base no artigo 140 do código penal.

“Racismo é a conduta discriminatória. Pode ser contra uma pessoa determinada, mas atinge a todos os negros, por exemplo, e também toda a sociedade”, acrescenta o advogado e conclui: “A injúria depende da representação do ofendido, da vítima, para ter uma investigação e inquérito. No racismo não. A polícia ao tomar conhecimento, até pela imprensa, deve instaurar inquérito. Depois o ministério público entra com ação penal para ter um processo criminal”.

Leia mais:  Túmulos egípcios de 4.500 anos são encontrados em Guizé

Leia também: Governo de SP afasta mais 32 PMs envolvidos em operação em Paraisópolis

Confira abaixo o posicionamento oficial da instituição sobre o caso

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) manifesta veemente repúdio às atitudes ofensivas do estudante do curso de Ciências Sociais, Danilo Araújo de Góis, para com a professora Isabel Cristina Ferreira dos Reis e outros estudantes do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), em Cachoeira. A instituição já criou uma comissão para apurar as denúncias encaminhadas por estudantes e professores do Centro, que informam ter presenciado reiteradas manifestações de preconceito racial, de gênero e de homofobia por parte do estudante. 

A UFRB informa que está tomando as medidas administrativas e jurídicas cabíveis ao caso, de modo a contribuir com a apuração dos fatos ocorridos na noite do dia 9 de dezembro, em sala de aula, no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), em Cachoeira. Após se recusar a receber uma avaliação das mãos da professora, o estudante foi denunciado pelos presentes por ato de preconceito racial, conforme vídeo veiculado em redes sociais.

Como instituição de ensino superior comprometida com os valores democráticos, o respeito à diversidade e implicada com os territórios de identidade em que está presente, a UFRB rechaça todo e qualquer ato de racismo, sexismo, LGBTfobia, intolerância e/ou violência, seja no âmbito acadêmico ou no cotidiano em geral.

A UFRB considera fundamental ao processo formativo na graduação e na pós-graduação o respeito às diferenças para constituir um ambiente de convívio saudável, sem discriminação. Ao mesmo tempo, a instituição manifesta solidariedade à professora e estudantes ofendidos no espaço da Universidade e reafirma seu compromisso em não deixar impunes atitudes desta natureza.

Cruz das Almas, 10 de dezembro de 2019.

Reitoria da UFRB

*Nota atualizada às 8h10 do dia 11/12/2019 com o posicionamento da UFRB

Leia mais:  Carro invade calçada e atropela pelo menos cinco pessoas no Rio de Janeiro

Comentários do Facebook
Continue lendo
Política1 minuto atrás

Novo recorde: em 10 meses de governo Doria, polícia prende 200 mil criminosos

arrow-options Governo do Estado de São Paulo/Divulgação Em evento, SSP de São Paulo anunciou números recordes de prisões e apreensões...

Política1 minuto atrás

TCE-ES: aprovada mudança no quadro de pessoal

Os deputados aprovaram em sessão ordinária nesta terça-feira (10) o Projeto de Lei Complementar (PLC) 60/2019, que prevê reestruturação no...

Política1 minuto atrás

Mais 61 cidadãos recebem homenagem

Sessenta e um cidadãos foram homenageados pela Assembleia Legislativa, na segunda noite de entrega da Comenda Domingos Martins e do...

Entretenimento21 minutos atrás

Após alegar agressão, atriz da Globo é condenada a indenizar namorado

Douglas Sampaio saiu vitorioso no processo por danos morais movido contra sua ex-namorada Jeniffer Oliveira. A ação teve início após...

Agricultura21 minutos atrás

Instrução Normativa estabelece padrão de qualidade e identidade para a cerveja

A cerveja fabricada no Brasil agora tem um padrão de qualidade e identidade, com a publicação da Instrução Normativa Nº...

Política21 minutos atrás

Deputados costuram acordo para diminuir fundo eleitoral para R$ 2,5 bilhões

arrow-options EBC Valor proposto inicialmente foi de R$ 3,8 bilhões, mas pode ser revisto Após pressão do Palácio do Planalto,...

Regional22 minutos atrás

ES: ex-policial é condenado por morte de jovens

O ex-policial matou a tiros Emilly Martins Pereira, de 21 anos, e Meiryhellen Bandeira, 28. As duas tinham um relacionamento...

São Mateus

Regional

Estadual

Nacional

Policial

Mais Lidas da Semana