conecte-se conosco



Nacional

“Não é momento para manifestações duras nem pró nem contra”, afirma Doria

Publicado

em


doria e bolsonaro
Marcos Corrêa/Presidência da República
João Doria não quer que seu capital político seja contaminado por eventuais trapalhadas de Bolsonaro

O governador de São Paulo, João Doria, condenou nesta terça-feira a  manifestação no próximo domingo
contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF). O ato teria supostamente o apoio do presidente Jair Bolsonaro e de aliados. Para o tucano, o protesto é desnecessário e não ajuda na construção de um ambiente de pacificação política.

“Não vejo necessidade dessa manifestação. Eu respeito, mas não há razão para eu estar lá. Nós precisamos de paz, equilíbrio e compreensão neste momento”, disse.

Doria
voltou a pedir esforços para a aprovação da reforma da Previdência. “Não é momento para manifestações duras nem pró nem contra. O Brasil mais do que nunca precisa de paz e a aprovação da reforma da Previdência.”

Não é a primeira vez que o governador manifesta em público divergências em relação ao presidente. No embate entre Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em torno da articulação da reforma da Previdência em março passado, Doria apareceu ao lado do deputado para uma entrevista em São Paulo e cobrou de Bolsonaro um gesto de conciliação.

Leia também: Conheça as 10 MPs que podem cair em meio aos impasses do governo com o Congresso

Embora aliado público de Bolsonaro
, Doria tem tentado manter uma postura de independência em relação ao presidente. Candidato em potencial à Presidência da República em 2022, o tucano não quer que seu capital político seja contaminado por eventuais trapalhadas de Bolsonaro.

Neste mês, o tucano defendeu o presidente ao mandar um recado ao prefeito de Nova York, Bill de Blasio, a quem acusou de faltar com a gentileza ao povo brasileiro. O político do Partido Democrata americano iniciou uma disputa de força com Bolsonaro pelas redes sociais dizendo que o brasileiro não era bem-vindo na cidade para o evento.

Tensão no PSL

Também hoje, o presidente do  PSL
, Luciano Bivar,  disse, em Brasília, que  não vê motivos para a realização de manifestações
convocadas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

O partido terá uma reunião à tarde para definir se participa ou não dos protestos que estão marcados para o próximo domingo. O tema gerou brigas internas na bancada do partido e, em meio à escalada de tensão,  a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) anunciou na segunda-feira a correligionários que cogitava deixar a legenda.

As manifestações também sofrem a resistência de parlamentares e grupos, como o Movimento Brasil Livre (MBL), que apontam discurso antipolítico e antiliberal na estratégia. Dividido, o PSL
se reúne  nesta terça-feira para avaliar o apoio aos atos.

Comentários do Facebook

Nacional

Sábado de carnaval será chuvoso e frio em São Paulo

Publicado

em

source
Carnaval será chuvoso arrow-options
Antonio Cruz/Agência Brasil

Carnaval será chuvoso

Apesar da grande expectativa para o feriado, o carnaval da capital paulista será chuvoso e frio. A temperatura máxima é de 22ºC e a mínima de 18ºC, segundo a previsão do tempo do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas ( CGE ).

Leia também:Previsão de chuva no Carnaval não desanima cariocas

O dia amanhece nublado, com índice de umidade acima dos 60%. Chuvas e garoas são esperadas durante todo o dia e devem se alterar com momentos sem precipitações. Durante a noite, quando acontecem os desfiles das escolas de samba no Sambódromo, há previsão de chuvisco.

No sábado, haverá desfile das seguintes escolas:

  • 22h30 – Pérola Negra
  • 23h35 – Colorado do Brás
  • 0h40 – Gaviões da Fiel
  • 1h45 – Mocidade Alegre
  • 2h50 – Águia de Ouro
  • 3h55 – Vila Maria
  • 5h – Rosas de Ouro

Comentários do Facebook
Continue lendo

São Mateus

Regional

Estadual

Nacional

Policial

ENTRETENIMENTO

POLÍTICA

Esportes

Mais Lidas da Semana