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Saúde

Mulheres que lutam contra o câncer de mama dão lições de amor e coragem

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Reprodução: Internet

Neste Outubro Rosa, ex-pacientes do Instituto de Radioterapia Vitória falam da importância da prevenção para o diagnóstico precoce

Mulheres que lutam contra o câncer de mama no Espírito Santo são unânimes em afirmar que a prevenção é fundamental para o diagnóstico de tumores precoces, o que aumenta as chances de cura da doença. Elas já superaram a fase mais dura do tratamento com amor e coragem, seguindo um só mantra: o de nunca desistir.

Todas elas fizeram tratamento no Instituto de Radioterapia Vitória (IRV) e compartilham suas experiências com outras mulheres que estão lutando contra o tumor mamário.

“Digo para mulheres que estão iniciando os cuidados médicos para focar no tratamento e deixar a negatividade de lado, por mais difícil que seja. Fases ruins passam e eu sou a prova viva que passa”, afirma Karina Constantino Duarte, 34 anos, que trabalha com fotografia.

Ela enfrentou o câncer de mama no seio direito em 2019, passou por cirurgia e radioterapia. Atualmente, faz acompanhamento periódico com oncologista e mastologista.

Resiliência

A resiliência, que é a capacidade de adaptar-se a mudanças e superar obstáculos sem esmorecer, é o lema da assistente social Elizabeth Fernandes, 53 anos, que luta contra um tumor de mama há 16 anos.

Elizabeth Fernandes, 53 anos. Foto: Acervo pessoal

Ela descobriu o câncer em 2005, ao notar um caroço no seio esquerdo. Foi submetida a uma mastectomia radical com reconstrução imediata e passou por quimioterapia. Em 2014, a doença voltou com metástase no esterno (osso no meio do tórax) e pulmão esquerdo. 

Desde então, Elizabeth passa por sessões de quimioterapia, alternando com radioterapia quando recomendado.

“Perder a mama não é fácil, mas hoje a reconstrução mamária é uma cirurgia que consegue chegar bem próximo da perfeição. Assim também como a perda dos cabelos, eles voltam com toda força, é apenas um período”, afirma Elizabeth, que recomenda não ouvir relatos negativos sobre os tratamentos.

“A quimio e a radioterapia são hoje muito bem toleradas pelo organismo com os avanços da medicina. Não deixem o desespero e o desânimo tomarem os espaços da vida”, completa.

Edijanira Zuliane Campos, 47 anos. Foto: Acervo pessoal

Essa força também move a advogada Edijanira Zuliane Campos, 47 anos. Ela descobriu a doença em 2015. Depois de passar por sessões de radioterapia e quimioterapia, superou o tumor no seio direito e segue em acompanhamento com medicação oral e imunoterapia.

“Uma coisa que gostaria de dizer para quem está enfrentando o câncer de mama é que se tiver que escolher, escolha ser forte”, afirma Edijanira.

Autoestima

A pedagoga Priscyla Mara de Assunção Soares Machado, 41 anos, percebeu um caroço ao fazer o autoexame no seio direito e iniciou o tratamento em 2018. De lá para cá, descobriu o dom de falar e já ministrou palestras sobre autoestima e prevenção para mais de mil mulheres de Linhares, Sooretama e Colatina.

Priscyla Mara de Assunção Soares Machado, 41 anos. Foto: Acervo pessoal

Em agosto de 2020, Priscyla passou por uma cirurgia de reconstrução mamária.

“A vida é única e precisa ser vivida em toda sua plenitude, ainda que para isso choremos e lutemos contra uma doença tão dura… lutar é preciso!”, afirma Priscyla, que atualmente faz acompanhamento com aplicação de dois anticorpos venosos e medicação oral.

Enfermeira e empresária no ramo de home care, Elizabeth Cupertino, 58 anos, terminou o tratamento há um ano no seio esquerdo e atualmente faz acompanhamento com oncologista. Ela descobriu a doença graças a um exame anual de rotina: a mamografia.

“Prevenção é garantia de 99% de cura. Que nós mulheres, não deixemos de fazer os exames preventivos, pois eles salvam vidas”, afirma.

Prevenção

Reforçando a campanha Outubro Rosa, criada para a conscientização sobre o câncer de mama, o diretor clínico do IRV, Carlos Rebello, destaca a importância de realizar a mamografia anual e o autoexame das mamas.

Diretor clínico do IRV, Carlos Rebello. Foto: Hugo Boniolo

“O autoexame ajuda a detectar um nódulo em estágio inicial. É importante também a mulher se conhecer e fazer os exames anuais com seu ginecologista. Eles ajudam a descobrir tumores precoces que poderão ser tratados com maior chance de sucesso”, afirma o médico.

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