conecte-se conosco


Internacional

Mulher é presa após fazer sexo com mais de 60 cadáveres no IML

Publicado

em

Psicólogos concordam que a mulher sofre de necrofilia compulsiva

Uma mulher de 26 anos, que trabalha como patologista assistente no serviço médico legista, foi presa nos Estados Unidos, acusada de abuso. É que ela fez sexo e engravidou de um homem que já havia morrido. Ela é acusada de ter praticado sexo com o cadáver de pelo menos 60 homens, nos dois anos em que trabalhou no local. A polícia suspeita inclusive que ela só tenha ido trabalhar no IML para poder cometer os abusos pelos quais ela é acusada.

A mulher foi presa após a promotoria pedir um exame de DNA do seu filho recém nascido, que comprovou que ele é na verdade filho de um veterinário de 57 anos que sofreu um acidente de carro fatal. A mulher deveria ter feito a autópsia no corpo desse homem. O pedido de DNA foi feito após as autoridades reunirem provas de que ela vinha abusando dos corpos durante todo o tempo, e foi um meio de confirmar todas as suspeitas que recaiam sobre ela. Eles conseguiram provar também que o homem nunca antes havia estado com a mulher. 

O caso aconteceu no estado do Missouri, nos Estados Unidos. Como naquele país não existem leis que proibam a necrofilia, pois eles entendem que um corpo são apenas restos mortais, ela não será julgada por isso, mas sim por tratamento indecente de um cadáver. Ela vai enfrentar além dessa, mais 158 acusações, incluindo conduta desordeira, exposição indecente e posse de drogas proibidas. 

Psicólogos concordam que a mulher sofre de necrofilia compulsiva e que ela tenha escolhido a profissão para poder cometer os abusos. A maioria das pessoas acreditam que seus advogados devem entrar com uma alegação de insanidade mental. Não fica a menor dúvida que ela precisa de acompanhamento psicológico. 

Comentários do Facebook
Leia mais:  Homem é preso após gravar com uma faca o seu nome na testa da namorada
publicidade

Internacional

EUA incluem entidades e indivíduos na lista de sanções por apoiar Irã

Publicado

em

O governo americano disse que acrescentou companhias com sede na China, em Hong Kong e Dubai, além de dois indivíduos, à sua lista de sanções por apoiar o Irã.

O Departamento do Tesouro anunciou, nessa quinta-feira (23), que adotou a medida contra quatro empresas de petróleo e petroquímicas. Duas delas têm sede em Hong Kong e as outras, em Xangai e Dubai.

Segundo o departamento, as firmas ajudaram a Companhia Nacional de Petróleo do Irã a exportar o produto e derivados aos Emirados Árabes Unidos e à China. O valor de exportação equivale, ao todo, a milhões de dólares.

Secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, anuncia sanções contra a Coreia do Norte

O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin – REUTERS/Jonathan Ernst

O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, afirmou, em comunicado, que os setores petroquímico e de petróleo constituem fontes primárias de fundos para as atividades terroristas do governo iraniano em todo o mundo.

Uma medida similar foi adotada pelo Departamento de Estado americano, que anunciou na quinta-feira, a inclusão de novas entidades à sua lista de sanções. Uma empresa na China continental e duas firmas baseadas em Hong Kong, além de dois indivíduos, foram acrescentados à lista. Uma das companhias com sede em Hong Kong também está na relação do Departamento do Tesouro.

O secretário de Estado, Mike Pompeo, disse, no Twitter,  que “a pressão máxima sobre o regime iraniano irá continuar até que seu comportamento mude”. Ele alertou que entidades ou indivíduos que apoiam atividades iranianas serão alvo de sanções.

*Emissora pública de televisão do Japão

Edição:

Comentários do Facebook
Leia mais:  Irã: autoridades usam balas reais contra manifestantes
Continue lendo

São Mateus

Regional

Estadual

Nacional

Policial

Mais Lidas da Semana