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Mulher anda 10 km em ônibus diferentes tentando fugir de assédio e não consegue

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Mulher registrou boletim de ocorrência por importunação sexual
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Mulher registrou boletim de ocorrência por importunação sexual

Uma mulher de 33 anos foi perseguida por mais de 10 quilômetros enquanto andava na rua na última terça-feira (15) no centro de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Segundo boletim de ocorrência, a vítima percebeu que era seguida por um homem branco, baixo, de cabelo castanho, com pouca barba e mochila nas costas. Ela subiu em um ônibus circular até um terminal e o suspeito subiu e desceu do veículo a encarando.

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Com medo, a mulher subiu em outro ônibus e continuou sendo seguida e fitada pelo homem. Ela desceu na Rua Maracantins, no bairro de Jardim Tijuca e percebeu que o rapaz a seguiu pela rua. Ao passar na frente de uma escola, ela foi chamada pelo homem, que tinha abaixado as calças e levantado a blusa.

A mulher correu até a delegacia , onde prestou boletim de ocorrência por importunação sexual. O homem ainda não foi encontrado pela polícia.

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Homem alega ‘defesa da honra’ por ter laçado e estrangulado mulher

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O ministro do Superior Tribunal de Justiça Rogerio Schietti Cruz repudiou o argumento da defesa de que a vítima ter ‘provocado’ o homem

Ao rejeitar o recurso especial de um homem denunciado por matar a esposa estrangulada após uma festa, o ministro do Superior Tribunal de Justiça Rogerio Schietti Cruz repudiou o argumento da defesa segundo o qual a vítima teria adotado ‘atitudes repulsivas’ e provocativas contra o marido, o que justificaria o reconhecimento de legítima defesa da honra e a absolvição sumária do réu.

“Embora seja livre a tribuna e desimpedido o uso de argumentos defensivos, surpreende saber que ainda se postula, em pleno ano de 2019, a absolvição sumária de quem retira a vida da companheira por, supostamente, ter sua honra ferida pelo comportamento da vítima”, afirmou o ministro.

Para Schietti, ‘em um país que registrou, em 2018, a quantidade de 1.206 mulheres vítimas de feminicídio, soa no mínimo anacrônico alguém ainda sustentar a possibilidade de que se mate uma mulher em nome da honra do seu consorte’.

De acordo com o processo, durante uma festa, a vítima teria dançado e conversado com outro rapaz, o que gerou a ira e despertou os ciúmes do marido, que estaria alcoolizado.

A mulher também teria dito que queria romper o relacionamento. Em casa, o homem pegou uma corda e laçou o pescoço da esposa, matando-a por asfixia.

Atos primitivos

Após a instrução processual, o magistrado do caso determinou que o réu seja julgado no tribunal do júri pela prática de homicídio qualificado – motivo fútil, asfixia, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio.

A decisão foi mantida pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que rejeitou o pedido de absolvição sumária com base em legítima defesa da honra.

No recurso ao STJ, a defesa alegou que as atitudes da vítima ao longo de muitos anos causaram danos graves à honra do marido, deixando-o abalado psicologicamente e fazendo despertar a impulsividade e a violenta emoção que levaram à prática de ‘atos primitivos’.

Ainda segundo a defesa, ‘muito embora a materialidade do crime e a autoria sejam indiscutíveis, haveria uma causa excludente de ilicitude, na modalidade legítima defesa da honra’.

Por isso, pediu o reconhecimento dessa excludente e, consequentemente, a reforma da decisão que mandou o réu ao júri.

Subsidiariamente, a defesa pleiteou que, antes do julgamento popular, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina pudesse analisar seus pedidos de afastamento das qualificadoras do crime de homicídio e de diminuição de pena com base no artigo 121, parágrafo 1.º, do Código Penal.

Tese esdrúxula

O ministro Rogerio Schietti observou que razões processuais impedem o conhecimento do recurso (Súmula 182 do STJ).

Ainda assim, ele lembrou que, pelo menos desde 1991, o tribunal refuta com veemência a tese de legítima defesa da honra como fundamento para a absolvição em casos de homicídio cometido pelo marido contra a mulher.

“Não vivemos mais períodos de triste memória, em que réus eram absolvidos em plenários do tribunal do júri com esse tipo de argumentação”, afirmou Schietti.

O ministro se disse surpreso em ver que esse tipo de fundamento ainda é sustentado pela defesa técnica em uma Corte superior, como se a decisão judicial que afastou a ‘esdrúxula’ tese fosse contrária à lei penal.

“Como pretender lícito, ou conforme ao direito, o comportamento de ceifar covardemente a vida da companheira, simplesmente porque ela dançou com outro homem e porque desejava romper o relacionamento?”, questionou o ministro.

Schietti destacou que, segundo a acusação, o réu esganou a vítima até ela morrer.

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